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6ª feira da 27ª Semana do Tempo Comum

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Antífona de entrada

Ao vosso poder, Senhor, tudo está sujeito, e não há quem possa resistir à vossa vontade, porque sois o criador de todas as coisas, do céu e da terra e de tudo que eles contêm; vós sois o Senhor do universo. (Cf. Est 4, 17)
In voluntáte tua, Dómine, univérsa sunt pósita, et non est qui possit resístere voluntáti tuae: tu enim fecísti ómnia, caelum et terram, et univérsa quae caeli ámbitu continéntur: Dóminus universórum tu es. Ps. Beáti immaculáti in via: qui ámbulant in lege Dómini. (Esth. 13, 9. 10. 11; Ps. 118)
Vernáculo:
Ao vosso poder, Senhor, tudo está sujeito, e não há quem possa resistir à vossa vontade, porque sois o criador de todas as coisas, do céu e da terra e de tudo que eles contêm; vós sois o Senhor do universo. (Cf. MR: Est 4, 17) Sl. Feliz o homem sem pecado em seu caminho, que na lei do Senhor Deus vai progredindo! (Cf. LH: Sl 118, 1)

Coleta

Deus eterno e todo-poderoso, que no vosso imenso amor de Pai nos concedeis mais do que merecemos e pedimos, infundi em nós vossa misericórdia, para perdoar o que nos pesa na consciência e para nos dar mais do que a oração ousa pedir. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Jl 1, 13-15; 2, 1-2


Leitura da Profecia de Joel


1, 13Ponde as vestes e chorai, sacerdotes, gemei, ministros do altar. Entrai no templo, deitai-vos em sacos, ministros de Deus; a casa de vosso Deus está vazia de oblações e libações.

14Prescrevei o jejum sagrado, convocai a assembleia, congregai os anciãos e toda a gente do povo na casa do Senhor, vosso Deus, e clamai ao Senhor: 15“Ai de nós neste dia!” O dia do Senhor está às portas, está chegando com a força devastadora da tempestade.

2, 1Tocai trombeta em Sião, gritai alerta em meu santo monte; tremam os habitantes da terra, que está chegando o dia do Senhor, ele está às portas. 2É um dia de escuridão fechada, dia de nuvens e remoinhos; como aurora espraiada nos montes, assim é um povo numeroso e forte, tal como jamais se viu algum outro nem jamais se verá, até aos anos de gerações futuras.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 9A(9), 2-3. 6 e 16. 8-9 (R. 9a)


℟. O Senhor há de julgar o mundo inteiro com justiça.


— Senhor, de coração vos darei graças, as vossas maravilhas cantarei! Em vós exultarei de alegria, cantarei ao vosso nome, Deus Altíssimo! ℟.

— Repreendestes as nações, e os maus perdestes, apagastes o seu nome para sempre. Os maus caíram no buraco que cavaram, nos próprios laços foram presos os seus pés. ℟.

— Mas Deus sentou-se para sempre no seu trono, preparou o tribunal do julgamento; julgará o mundo inteiro com justiça, e as nações há de julgar com equidade. ℟.


https://youtu.be/qA2S7S4GjUE
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Agora o príncipe deste mundo há de ser lançado fora; quando eu for elevado da terra, atrairei para mim todo ser. (Jo 12, 31b-32) ℟.

Evangelho — Lc 11, 15-26


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, Jesus estava expulsando um demônio. 15Mas alguns disseram: “É por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa os demônios”.

16Outros, para tentar Jesus, pediam-lhe um sinal do céu. 17Mas, conhecendo seus pensamentos, Jesus disse-lhes: “Todo reino dividido contra si mesmo será destruído; e cairá uma casa por cima da outra. 18Ora, se até Satanás está dividido contra si mesmo, como poderá sobreviver o seu reino? Vós dizeis que é por Belzebu que eu expulso os demônios. 19Se é por meio de Belzebu que eu expulso demônios, vossos filhos os expulsam por meio de quem? Por isso, eles mesmos serão vossos juízes. 20Mas, se é pelo dedo de Deus que eu expulso os demônios, então chegou para vós o Reino de Deus.

21Quando um homem forte e bem armado guarda a própria casa, seus bens estão seguros. 22Mas, quando chega um homem mais forte do que ele, vence-o, arranca-lhe a armadura na qual ele confiava, e reparte o que roubou.

23Quem não está comigo, está contra mim. E quem não recolhe comigo, dispersa. 24Quando o espírito mau sai de um homem, fica vagando em lugares desertos, à procura de repouso; não o encontrando, ele diz: ‘Vou voltar para minha casa de onde saí’. 25Quando ele chega, encontra a casa varrida e arrumada. 26Então ele vai, e traz consigo outros sete espíritos piores do que ele. E, entrando, instalam-se aí. No fim, esse homem fica em condição pior do que antes”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Vir erat in terra nómine Iob, simplex et rectus, ac timens Deum: quem Satan pétiit, ut tentáret: et data est ei potéstas a Dómino in facultáte et in carne eius: perdidítque omnem substántiam ipsíus, et fílios: carnem quoque eius gravi úlcere vulnerávit. (Iob. 1 et 2, 7)


Vernáculo:
Havia, na terra, um homem chamado Jó: era íntegro e reto, temia a Deus. Satanás saiu da presença do Senhor e feriu Jó com chagas malignas, desde a planta dos pés até o alto da cabeça. (Cf. Bíblia CNBB: Jó 1, 1. 2, 7)

Sobre as Oferendas

Acolhei, Senhor, nós vos pedimos, o sacrifício que instituístes; e pelos sagrados mistérios que celebramos em vossa honra dignai-vos completar a santificação daqueles que salvastes. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

O Senhor é bondoso para quem nele confia, para a alma que o procura. (Lm 3, 25)

Ou:


Há um só pão e, embora sendo muitos, formamos um só corpo, todos os que participamos do mesmo pão e do mesmo cálice. (Cf. 1Cor 10, 17)
In salutári tuo ánima mea, et in verbum tuum sperávi: quando fácies de persequéntibus me iudícium? iníqui persecúti sunt me, ádiuva me, Dómine Deus meus. (Ps. 118, 81. 84. 86; ℣. Ps. 118, 1. 41. 85. 87. 113. 123. 157. 161. 166. 174)
Vernáculo:
Desfaleço pela vossa salvação, vossa palavra é minha única esperança! Quantos dias restarão ao vosso servo? E quando julgareis meus opressores? Todos os vossos mandamentos são verdade; quando a calúnia me persegue, socorrei-me! (Cf. LH: Sl 118, 81. 84. 86)

Depois da Comunhão

Concedei-nos, Deus todo-poderoso, que inebriados e saciados pelo sacramento que recebemos, sejamos transformados naquele que comungamos. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 10/10/2025


É mais grave o pecado do cristão?


“Quando o espírito mau sai de um homem, ele vai e traz consigo outros sete espíritos piores do que ele. E, entrando, instalam-se aí. No fim, esse homem fica em condição pior do que antes”.

No Evangelho de hoje, Jesus é acusado de expulsar espíritos maus com o poder de Belzebu, príncipe dos demônios. Ele responde à acusação e depois ensina qual deve ser a atitude do fiel perante a ação de Satanás. O Senhor começa contando uma pequena história. Quando um espírito mau sai de um homem, ele é tirado de seu abrigo e conforto; mais tarde, volta trazendo consigo outros sete espíritos piores do que ele, e a situação daquele homem fica ainda pior. O que Jesus está querendo ensinar? Nós cristãos saímos do poder do diabo, isto é, fomos libertos dele por Cristo. Nem sempre o notamos, mas em todo Batismo há um exorcismo. Antes de o padre batizar a criança, ele passa no peito dela um óleo, chamado de óleo dos catecúmenos, para que a criança seja liberta do poder de Satanás. A Igreja, no ritual batismal, antes de derramar o Espírito Santo, como que “limpa a casa”, expulsando as influências demoníacas da pobre criatura humana antes de torná-la filho de Deus.

Ora, isso implica uma responsabilidade: transformados em templo do Espírito Santo, temos agora de viver como filhos adotivos de Deus; mas quando abandonamos o bom caminho e nos deixamos escravizar novamente pelo pecado e pelas seduções do demônio, nossa situação torna-se muito pior que antes. Por quê? Porque agora somos consagrados a Deus, pertencemos a Ele pelo Batismo, mas nos estamos entregando ao diabo. Pensemos bem. Jesus, ao ser crucificado, de que dores mais sofreu? Dos bofetões dos soldados romanos? Dos flagelos dos soldados? Ou do beijo de Judas?

Ora, por que o beijo de Judas foi mais ofensivo que todas as afrontas e violências cometidas pelos gentios? Por uma razão muito simples: porque Judas recebera muito mais do que eles. Judas recebera a fé, a graça, o apostolado, e no entanto traiu Jesus. A melhor forma de entender o ensinamento de Jesus no Evangelho de hoje é olhar para Judas como um homem liberto por Cristo do poder de Satanás, mas que terminou num estado ainda pior. Nas profundezas do inferno, onde se encontra o diabo, está também Judas, um dos Apóstolos de Cristo! Antes não tivesses nascido, porque sua traição redundou numa desgraça ainda maior!

Os cristãos temos de ter compromisso. Fomos escolhidos por Deus, amados por Ele, libertos da iniquidade. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou, diz São Paulo aos gálatas, e no entanto, apesar de aspergidos com o sangue derramado na cruz, procuramos escravidão em outros lugares, nos vícios, nos pecados… É muito pior a situação de quem, tendo conhecido o amor de Deus, o trai descaradamente. Sim, comete um pecado muito mais grave quem recebeu a graça mas lhe deu as costas do aquele que nunca a recebeu.

Há porém um lado positivo neste ensinamento. Ao defender-se da acusação dos fariseus, Jesus diz: Se é pelo dedo de Deus que expulso os demônios, então chegou para vós o reino de Deus, ou seja, Jesus toca a nossa alma. No dia do Batismo, Jesus tocou em nós; no dia da Crisma também; quando recebemos os sacramentos, principalmente a Eucaristia, é Jesus quem toca em nós, é o dedo de Deus. Chegou para nós o reino de Deus! Ele quer reinar em nossos corações. Não procuremos, pois, outros senhores nem outros reis! Qual deve ser a nossa atitude? De plena confiança em Nosso Senhor, que nos protege e nos quer bem. Não há poder infernal que possa invadir o que é de Cristo.

Se nós, confiantes, nos entregarmos nos braços de Nosso Senhor, seremos protegidos por Ele, e Deus estará reinando em nossos corações. Se recebermos os sacramentos com devoção, com confiança e amor, então Jesus tocará em nós com o dedo de Deus. Esse é o caminho. Agora, grande é a nossa responsabilidade porque a quem muito foi dado, muito será exigido, e virar as costas para os dons de Deus é uma grande ofensa. Que Deus nos conceda esse toque da graça do Espírito Santo para que nunca — jamais — traiamos Nosso Senhor, que tanto nos amou. Que o nosso destino não seja o de Judas, mas o da Virgem Maria e dos santos na glória do céu!

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Homilia Diária | Sexta-feira da 27.ª Semana do Tempo Comum (10/10/2025)

O Evangelho de hoje, ao mesmo tempo em que ilumina a missão de Jesus, chama a nossa atenção para o fato de que a grande luta que temos de travar nesta vida não é contra os que nos fazem mal, mas contra o próprio príncipe da maldade, o único que pode precipitar a alma e o corpo no Inferno.Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para esta sexta-feira, dia 10 de outubro, e comece já neste instante, com fé firme e confiante, a combater aquele de cujo cativeiro Cristo veio nos libertar.


https://youtu.be/y0QNC0HjgTM

Santo do dia 10/10/2025

São Daniel Comboni (Memória Facultativa)
Local: Khartoum, Sudão
Data: 10 de Outubro † 1881


Daniel Comboni: um filho de camponeses-jardineiros pobres que se tornou o primeiro Bispo católico da África Central e um dos maiores missionários na história da Igreja.

É mesmo verdade: quando o Senhor decide intervir e encontra uma pessoa generosa e disponível, acontecem coisas novas e grandiosas.

Daniel Comboni nasceu em Limone sul Garda (Brescia - Itália) a 15 de Março de 1831, duma família de camponeses ao serviço de um rico senhor local. O pai e a mãe, Luis e Domenica, eram afeiçoadíssimos a Daniel, o quarto de oito filhos falecidos quase todos em tenra idade. Eles formavam uma família unida, rica de fé e de valores humanos, mas pobre de meios econômicos. E é exatamente a pobreza da família Comboni que obriga Daniel a deixar a aldeia natal para ir frequentar a escola em Verona, no Instituto fundado pelo sacerdote Don Nicola Mazza.

Nestes anos passados em Verona, Daniel descobre a sua vocação ao sacerdócio, completa os estudos de filosofia e teologia e, sobretudo, abre-se à missão da África Central, fascinado pelo testemunho dos primeiros missionários mazzianos que regressavam do continente africano. Em 1854 Daniel Comboni é ordenado sacerdote e três anos depois parte para a África juntamente com outros cinco missionários do Istituto Mazza, com a benção da mãe Domenica que lhe diz: «Vai, Daniel, e que o Senhor te abençoe».

Após quatro meses de viagem, a expedição missionária de que Comboni faz parte chega a Cartum, capital do Sudão. O impacto com a realidade africana é enorme. Daniel dá-se imediatamente conta das dificuldades que comporta a sua nova missão. O cansaço, o clima insuportável, as doenças, a morte de numerosos e jovens companheiros, a pobreza e abandono do povo impelem-no cada vez mais a seguir em frente e a não abandonar a missão iniciada com tanto entusiasmo. Da missão de Santa Cruz escreve aos seus pais: «Teremos que sofrer, suar, morrer, mas o pensar que se sofre e morre por amor de Jesus Cristo e da salvação das almas mais abandonadas do mundo é demasiado consolador para nos fazer desistir da grande empresa».

Ao assistir à morte na África de um jovem companheiro missionário, Comboni em vez de desanimar sente-se interiormente confirmado na decisão de continuar a sua missão: «Ou Nigrizia ou morte, ou a África ou a morte».

E é sempre a África e a sua gente que levam Comboni, uma vez regressado a Itália, a conceber uma nova estratégia missionária. Em 1864, recolhido em oração junto ao túmulo de São Pedro em Roma, Daniel tem uma iluminação fulgurante que o leva a elaborar o seu famoso Plano para a regeneração da África, um projeto missionário (que se pode sintetizar numa intuição), «Salvar a África com a África», e que é fruto da sua ilimitada confiança nas capacidades humanas e religiosas dos povos africanos.

No meio de dificuldades e incompreensões não indiferentes, Daniel Comboni tem a intuição de que a sociedade europeia e a Igreja católica são chamadas a tomar em maior consideração a missão da África Central. Com este objetivo dedica-se a uma incansável animação missionária em todos os recantos da Europa, pedindo ajudas espirituais e materiais para as missões africanas, quer aos Reis, Bispos e grandes Senhores, quer ao povo pobre e simples. Como instrumento de animação missionária cria uma revista missionária, a primeira na Itália.

A sua fé inquebrantável no Senhor e na África leva-o a fundar em 1867 e 1872, respectivamente, os seus Institutos missionários, masculino e feminino, posteriormente conhecidos como Missionários Combonianos e Irmãs Missionárias Combonianas.

Como teólogo do Bispo de Verona, participa no Concílio Vaticano I, levando 70 Bispos a subscreverem uma petição em favor da evangelização da África Central (Postulatum pro Nigris Africæ Centralis).

A 2 de Julho de 1877 Comboni é nomeado Vigário Apostólico da África Central e consagrado Bispo um mês mais tarde: é a confirmação de que as suas ideias e as suas ações, por muitos consideradas demasiado arrojadas ou até paranoicas, são extremamente eficazes para o anúncio do Evangelho e para a libertação do continente africano.

Nos anos de 1877-1878 sofre no corpo e no espírito, juntamente com os seus missionários e missionárias, a tragédia duma estiagem e carestia sem precedentes que dizimam a população local e abalam o pessoal e a atividade missionária.

Em 1880, com o entusiasmo de sempre, o Bispo Comboni regressa à África pela oitava e última vez, decidido a continuar, lado a lado com os seus missionários e missionárias, a luta contra a praga da escravatura e a consolidar a atividade missionária através dos próprios africanos. Um ano depois, provado pelo cansaço, pelas frequentes e recentes mortes dos seus colaboradores e pela amargura de acusações e calúnias, o grande missionário adoece. A 10 de Outubro de 1881, com apenas 50 anos de idade, marcado pela cruz que, qual esposa fiel e amada, nunca o abandonou, morre em Cartum no meio da sua gente, consciente de que a obra missionária não morreria. «Eu morro, mas a minha obra não morrerá».

Daniel Comboni tinha visto bem. A sua obra não morreu; pelo contrário, como todas as grandes obras que «nascem e crescem aos pés da cruz», continua a viver graças à doação da vida feita por tantos homens e mulheres que escolheram seguir Comboni no caminho da árdua e entusiasmante missão entre os povos mais necessitados na fé e mais abandonados pela solidariedade humana. Em 17 de Março de 1996 é beatificado em São Pedro por Sua Santidade o Papa São João Paulo II. Em 5 de Outubro de 2003 é canonizado em São Pedro por Sua Santidade o Papa São João Paulo II.

Fonte: vatican.va (adaptado)

São Daniel Comboni, rogai por nós!


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