Missa do dia Missa
ApresentaçãoEste material foi cuidadosamente preparado para auxiliá-lo na participação da Santa Missa, conforme o ordinário contido na 3ª edição do Missal Romano no Brasil. Nosso objetivo é promover uma participação ativa na celebração da Eucaristia Instruções:
Recordamos que a Santa Missa é a atualização do Santo Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo na Cruz. Portanto, é essencial que nos portemos com a devida reverência, guardemos o silêncio e respeito, a modéstia no vestir, à semelhança de Nossa Senhora e São João aos pés da Cruz.
"(...) na celebração da Missa que se perpetua o sacrifício da cruz. Cristo está realmente presente tanto na assembleia reunida em seu nome, como na pessoa do ministro, na sua Palavra, e também, de modo substancial e permanente, sob as espécies eucarísticas." IGMR, 27
Que as graças e os frutos desta Santa Eucaristia, que é o próprio Deus, sejam abundantemente concedidos a você. | ||||||||
| 1ª parte |
EntradaLiturgia do dia 26/06/20266ª feira da 12ª Semana do Tempo ComumAntífona do Missal para ser recitada: O Senhor é a força do seu povo, é a fortaleza de salvação do seu Ungido. Salvai vosso povo, Senhor, abençoai vossa herança e governai-a pelos séculos. (Cf. Sl 27, 8-9) Antífona do Gradual para ser cantada: Gradual Romano: Dóminus fortitúdo plebis suae, et protéctor salutárium Christi sui est: salvum fac pópulum tuum, Dómine, et bénedic hereditáti tuae, et rege eos usque in saéculum. Ps. Ad te Dómine clamábo, Deus meus ne síleas a me: nequándo táceas a me, et assimilábor descendéntibus in lacum. (Ps. 27, 8. 9 et 1) Vernáculo: O Senhor é a força do seu povo, é a fortaleza de salvação do seu Ungido. Salvai vosso povo, Senhor, abençoai vossa herança e governai-a pelos séculos. (Cf. MR: Sl 27, 8-9) Sl. A vós eu clamo, ó Senhor, ó meu rochedo, não fiqueis surdo à minha voz! Se não me ouvirdes, eu terei a triste sorte dos que descem ao sepulcro! (Cf. LH: Sl 27, 1) |
Ritos iniciais1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada. Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Amém. 2. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com uma das seguintes fórmulas: a) A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco. (Cf. 2Cor 13, 13)
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O povo responde:
Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo. Ou, o sacerdote, abrindo os braços, diz: h) O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ele está no meio de nós.
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3. O sacerdote, diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia. |
Ato penitencial - Primeira fórmula4. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
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Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula: O sacerdote diz: Confessemos os nossos pecados:
Todos:
Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, e, batendo no peito, dizem: por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, Em seguida, continuam: E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor. Segue-se a absolvição sacerdotal: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém. |
Ato penitencial - Segunda fórmula5. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
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Após um momento de silêncio, o sacerdote diz: Tende compaixão de nós, Senhor.
O povo:
Porque somos pecadores. O sacerdote: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
O povo:
E dai-nos a vossa salvação. Segue-se a absolvição sacerdotal: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém. |
Ato penitencial - Terceira fórmula6. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
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Após um momento de silêncio, o sacerdote, o diácono ou outro ministro propõe as seguintes invocações ou outras semelhantes com Senhor, tende piedade de nós. Ⓑ Para o canto se pode usar a aclamação grega: Kýrie, eléison. Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
O povo responde:
Senhor, tende piedade de nós. O sacerdote: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
O povo:
Cristo, tende piedade de nós. O sacerdote: Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende piedade de nós.
O povo:
Senhor, tende piedade de nós. Segue-se a absolvição sacerdotal: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém.
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Kýrie ou Senhor, tende piedade7. Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial: Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison ℟. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison ℟. Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison ℟. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison |
Glória a Deus nas alturasOmite-se o Glória. |
Oração Coleta9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz: Oremos. E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; Concedei-nos, Senhor, a graça de sempre temer e amar vosso santo nome, pois nunca cessais de conduzir os que firmais solidamente no vosso amor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
ao terminar, o povo aclama:
Amém. |
| 2ª parte |
Primeira Leitura10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. Primeira Leitura — 2Rs 25, 1-12 Leitura do Segundo Livro dos Reis 1No nono ano do reinado de Sedecias, no dia dez do décimo mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio atacar Jerusalém com todo o seu exército. Puseram-lhe um cerco e construíram torres de assalto ao seu redor. 2A cidade ficou sitiada e rodeada de valas até ao décimo primeiro ano do reinado de Sedecias. 3No dia nove do quarto mês, quando a fome se agravava na cidade e a população não tinha mais o que comer, 4abriram uma brecha na muralha da cidade. Então o rei fugiu de noite, com todos os guerreiros, pela porta entre os dois muros, perto do jardim real, se bem que os caldeus cercavam a cidade, e seguiram pela estrada que conduz à Araba. 5Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei e alcançou-o na planície de Jericó, enquanto todo o seu exército se dispersou e o abandonou. 6Os caldeus prenderam o rei e levaram-no a Rebla, à presença do rei da Babilônia, que pronunciou sentença contra ele. 7Matou os filhos de Sedecias, na sua presença, vazou-lhe os olhos e, preso com uma corrente de bronze, levou-o para a Babilônia. 8No dia sete do quinto mês, data que corresponde ao ano dezenove do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nabuzardã, comandante da guarda e oficial do rei da Babilônia, fez a sua entrada em Jerusalém. 9Ele incendiou o templo do Senhor e o palácio do rei e entregou às chamas todas as casas e os edifícios de Jerusalém. 10Todo o exército dos caldeus, que acompanhava o comandante da guarda, destruiu as muralhas que rodeavam Jerusalém. 11Nabuzardã, comandante da guarda, exilou o resto da população que tinha ficado na cidade, os desertores que se tinham passado ao rei da Babilônia e o resto do povo. 12E, dos pobres do país, o comandante da guarda deixou uma parte, como vinhateiros e agricultores. Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama: Palavra do Senhor.
Todos respondem:
Graças a Deus. Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. |
Salmo Responsorial11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão. Salmo Responsorial — Sl 136(137), 1-2. 3. 4-5. 6 (R. 6a) ℟. Que se prenda a minha língua ao céu da boca, se de ti Jerusalém, eu me esquecer! — Junto aos rios da Babilônia nos sentávamos chorando, com saudades de Sião. Nos salgueiros por ali penduramos nossas harpas. ℟. — Pois foi lá que os opressores nos pediram nossos cânticos; nossos guardas exigiam alegria na tristeza: “Cantai hoje para nós algum canto de Sião!” ℟. — Como havemos de cantar os cantares do Senhor numa terra estrangeira? Se de ti, Jerusalém, algum dia eu me esquecer, que resseque a minha mão! ℟. — Que se cole a minha língua e se prenda ao céu da boca, se de ti não me lembrar! Se não for Jerusalém minha grande alegria! ℟. |
Segunda LeituraOmite-se a Segunda Leitura. |
Aclamação antes da proclamação do Evangelho13. Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige. ℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. O Cristo tomou sobre si nossas dores, carregou em seu corpo as nossas fraquezas. (Mt 8, 17) ℟.
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Evangelho15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ele está no meio de nós. O diácono ou o sacerdote diz: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo N., E, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
Glória a vós, Senhor. Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho. Evangelho — Mt 8, 1-4 ℣. O Senhor esteja convosco. ℟. Ele está no meio de nós. ℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus ℟. Glória a vós, Senhor.
1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam. 2Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: “Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar”. 3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: “Eu quero, fica limpo”. No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe disse: “Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para eles”. 16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama: Palavra da Salvação.
Todos respondem:
Glória a vós, Senhor. Depois beija o livro, dizendo em silêncio: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados. |
Homilia17. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias. |
Profissão de féOmite-se a Profissão de Fé. |
Oração universal20. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis. |
| 3ª parte |
Preparação dos dons21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal. Antífona do Gradual para ser cantada: Gradual Romano:
Perfice gressus meos in sémitis tuis, ut non moveántur vestígia mea: inclína aurem tuam, et exáudi verba mea: mirífica misericórdias tuas, qui salvos facis sperántes in te, Dómine. (Ps. 16, 5. 6. 7) Vernáculo: Os meus passos eu firmei na vossa estrada, e por isso os meus pés não vacilaram. Eu vos chamo, ó meu Deus, porque me ouvis, inclinai o vosso ouvido e escutai-me! Mostrai-me vosso amor maravilhoso, vós que salvais e libertais do inimigo quem procura a proteção junto de vós. (Cf. LH: Sl. 16, 5. 6. 7) 22. Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres. 23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
24. O diácono ou o sacerdote coloca o vinho e um pouco d água no cálice, rezando em silêncio: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade. 25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e que para nós se vai tornar vinho da salvação. Coloca o cálice sobre o corporal. Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus. 27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo. 28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado. |
Oração sobre as oferendas29. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
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O povo se levanta e responde: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja. 30. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas; Acolhei, Senhor, nós vos pedimos, este sacrifício de louvor e de reconciliação e fazei que, por ele purificados, vos ofereçamos o afeto de um coração que vos agrade. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Amém. |
| 4ª parte |
Oração Eucarística31. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ele está no meio de nós. Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue: Corações ao alto.
O povo:
O nosso coração está em Deus. O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo:
É nosso dever e nossa salvação. O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio. Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
Santo, Santo, Santo,
Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas! 32. Em todas as Missas, o sacerdote pode cantar as partes mais importantes da Oração Eucarística. Na primeira Oração Eucarística ou Cânon Romano, pode-se omitir o que está entre parênteses. |
Oração Eucarística I ou Cânon Romano℣. O Senhor esteja convosco. ℟. Ele está no meio de nós. ℣. Corações ao alto. ℟. O nosso coração está em Deus. ℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus. ℟. É nosso dever e nossa salvação. Segue-se, conforme as rubricas, o prefácio, com a conclusão: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas! ou O sacerdote, de braços abertos, diz: CP Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo que sobre o pão e o cálice, dizendo: que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo, de braços abertos, prossegue: que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa N., o nosso Bispo N., e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
A assembleia aclama:
Abençoai nossa oferenda, ó Senhor! Memento dos vivos 1C Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. Une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar. De braços abertos, prossegue: e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. ★
Abrir opção "Na Missa com Batismo"
★ Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos! "Infra actionem" 2C Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, ★
Abrir opção "Comunicantes próprios": Ⓑ Para os Domingos, No Natal do Senhor e durante a Oitava, Na Epifania do Senhor, Da Vigília Pascal até o 2° Domingo da Páscoa, Na Ascensão do Senhor e Em Pentecostes
★ a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:
Em comunhão com vossos Santos vos louvamos! O sacerdote, com os braços abertos, continua: CP Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos. Une as mãos. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
Abrir oblações: Da Vigília Pascal até o 2° Domingo da Páscoa, Na Missa com Batismo, Na Missa com Crisma, Ⓑ Na Missa com Primeira Comunhão Eucarística, Ⓑ Na Missa com Unção dos Enfermos e Na Missa com Matrimônio
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz: CC Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo. Une as mãos.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo! O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza. Na véspera de sua paixão, toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, eleva os olhos, elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos, dizendo: inclina-se levemente TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS. Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca na patena e genuflete em adoração. Então prossegue: Do mesmo modo, no fim da Ceia, toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos, dizendo: inclina-se levemente TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM. Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração. Em seguida, diz: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus! Ou Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda! Ou Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição. ou O sacerdote, de braços abertos, diz: CC Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta! Une as mãos e, inclinando-se, diz: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho, ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo: sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu. Une as mãos. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo! Memento dos mortos. De braços abertos, diz: 3C Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz. Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar. De braços abertos, prossegue: A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz. Une as mãos. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna! Bate no peito, dizendo: 4C E a todos nós pecadores, e, de braços abertos, prossegue: que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos. Une as mãos: Por Cristo, nosso Senhor. E prossegue: CP Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo: CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amém. Segue-se o Rito da Comunhão. |
Oração Eucarística IIEmbora tenha prefácio próprio, esta Oração Eucarística pode ser usada também com outros prefácios, sobretudo aqueles que de maneira sucinta apresentem o mistério da salvação, por exemplo, os prefácios comuns.℣. O Senhor esteja convosco. ℟. Ele está no meio de nós. ℣. Corações ao alto. ℟. O nosso coração está em Deus. ℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus. ℟. É nosso dever e nossa salvação. Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, por vosso amado Filho, Jesus Cristo. Ele é a vossa Palavra, pela qual tudo criastes. Ele é o nosso Salvador e Redentor, que se encarnou pelo Espírito Santo e nasceu da Virgem Maria. Ele, para cumprir a vossa vontade e adquirir para vós um povo santo, estendeu os braços na hora da sua paixão, a fim de vencer a morte e manifestar a ressurreição. Por isso, com os Anjos e todos os Santos, proclamamos vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas! O sacerdote, de braços abertos, diz: CP Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade. Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz: CC Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo: a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo. Une as mãos.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo! O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível como requer a sua natureza. Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo: inclina-se levemente TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS. Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração. Então prossegue: Do mesmo modo, no fim da Ceia, toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo: inclina-se levemente TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM. Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração. Em seguida, diz: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus! Ou Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda! Ou Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição. ou O sacerdote, de braços abertos, diz: CC Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta! Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo! 1C Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; ★ que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa N., com o nosso Bispo N., os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
Abrir oração pela Igreja: Ⓑ Domingos, Ⓑ Natal do Senhor e Oitava, Ⓑ Epifania do Senhor, Ⓑ Quinta-feira Santa, na Missa Vespertina da Ceia do Senhor, Ⓑ Da Vigília Pascal até o Segundo Domingo da Páscoa, Ⓑ Ascensão do Senhor e Ⓑ Pentecostes
Abrir oração pelos fiéis: Na Missa com Batismo (e Crisma), Na Missa com Crisma, Ⓑ Na Missa com Primeira Comunhão Eucarística, Ⓑ Na Missa com Unção dos Enfermos e Na Missa com Matrimônio
Abrir oração pelos fiéis defuntos
2C Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna! 3C Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos une as mãos por Jesus Cristo, vosso Filho. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo: CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amém. Segue-se o Rito da Comunhão. |
Oração Eucarística III℣. O Senhor esteja convosco. ℟. Ele está no meio de nós. ℣. Corações ao alto. ℟. O nosso coração está em Deus. ℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus. ℟. É nosso dever e nossa salvação. Segue-se conforme as rubricas, o prefácio, com a conclusão: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas! O sacerdote, de braços abertos, diz: CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito. Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz: CC Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo: a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, une as mãos que nos mandou celebrar estes mistérios.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo! O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível como requer a sua natureza. Na noite em que ia ser entregue, toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS. Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração. Então prossegue: Do mesmo modo, no fim da Ceia, toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo: inclina-se levemente TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM. Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração. Em seguida, diz: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus! Ou Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda! Ou Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição. ou O sacerdote, de braços abertos, diz: CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta! Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo! 1C Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
A assembleia aclama:
Fazei de nós uma perfeita oferenda! 2C Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa N. e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. ★ Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
Abrir oração pelos fiéis: Na Missa com Batismo (e Crisma), Na Missa com Crisma, Ⓑ Na Missa com Primeira Comunhão Eucarística e Na Missa com Matrimônio
3C Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória, une as mãos por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo: CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amém.
Abrir opção pelos fiéis defuntos
Segue-se o Rito da Comunhão. |
Oração Eucarística IVEste prefácio não pode ser substituído por outro, porque introduz a Oração Eucarística cuja estrutura apresenta um resumo da História da Salvação.℣. O Senhor esteja convosco. ℟. Ele está no meio de nós. ℣. Corações ao alto. ℟. O nosso coração está em Deus. ℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus. ℟. É nosso dever e nossa salvação. Na verdade, ó Pai, é nosso dever dar-vos graças, é nossa salvação dar-vos glória. Só vós sois o Deus vivo e verdadeiro que existis antes de todo o tempo e permaneceis para sempre, habitando em luz inacessível. Mas, porque sois o Deus de bondade e a fonte da vida, fizestes todas as coisas para cobrir de bênçãos as vossas criaturas e a muitos alegrar com o esplendor da vossa luz. Eis, pois, diante de vós os inumeráveis coros dos Anjos que dia e noite vos servem e, contemplando a glória da vossa face, vos louvam sem cessar. Com eles também nós e, por nossa voz, tudo o que criastes celebramos vosso Nome e, exultantes de alegria, cantamos (dizemos) a uma só voz: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas! ou O sacerdote, de braços abertos, diz: CP Nós proclamamos vossa grandeza, Pai santo, a sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas. Criastes o ser humano à vossa imagem e lhe confiastes todo o universo, para que, servindo somente a vós, seu Criador, cuidasse de toda criatura. E quando pela desobediência perdeu a vossa amizade, não o abandonastes ao poder da morte. A todos, porém, socorrestes com misericórdia, para que, ao procurar-vos, vos encontrassem. Muitas vezes oferecestes aliança à família humana e a instruístes pelos profetas na esperança da salvação.
A assembleia aclama:
A todos socorrestes com bondade! E de tal modo, Pai santo, amastes o mundo que, chegada a plenitude dos tempos, nos enviastes vosso próprio Filho para ser o nosso Salvador. Encarnado pelo poder do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, Jesus viveu em tudo a condição humana, menos o pecado; anunciou aos pobres a salvação, aos oprimidos, a liberdade, aos tristes, a alegria. Para cumprir o vosso plano de amor, entregou-se à morte e, ressuscitando, destruiu a morte e renovou a vida.
A assembleia aclama:
Por amor nos enviastes vosso Filho! E, a fim de não mais vivermos para nós, mas para ele, que por nós morreu e ressuscitou, enviou de vós, ó Pai, como primeiro dom aos vossos fiéis, o Espírito Santo, que continua sua obra no mundo para levar à plenitude toda a santificação. Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz: CC Por isso, nós vos pedimos, ó Pai, que o mesmo Espírito Santo santifique estas oferendas, une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo: a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, une as mãos para celebrarmos este grande mistério que ele nos deixou em sinal da eterna aliança.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo! O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível como requer a sua natureza. Quando, pois, chegou a hora em que por vós, ó Pai, ia ser glorificado, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Enquanto ceavam, toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo: inclina-se levemente TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS. Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração. Então prossegue: Do mesmo modo, toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: ele tomou em suas mãos o cálice com vinho, deu-vos graças novamente, e o deu a seus discípulos, dizendo: inclina-se levemente TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM. Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração. Em seguida, diz: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus! Ou Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda! Ou Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição. ou O sacerdote, de braços abertos, diz: CC Celebrando, agora, ó Pai, o memorial da nossa redenção, anunciamos a morte de Cristo e sua descida entre os mortos, proclamamos a sua ressurreição e ascensão à vossa direita e, esperando a sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o seu Corpo e Sangue, sacrifício do vosso agrado e salvação para o mundo inteiro.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta! Olhai, com bondade, a oblação que destes à vossa Igreja e concedei aos que vamos participar do mesmo pão e do mesmo cálice que, reunidos pelo Espírito Santo num só corpo, nos tornemos em Cristo uma oferenda viva para o louvor da vossa glória.
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo! 1C ★ E agora, ó Pai, lembrai-vos de todos pelos quais vos oferecemos este sacrifício: o vosso servo o Papa N., o nosso Bispo N., os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos, e todos os ministros da vossa Igreja, os fiéis que, ao redor deste altar, se unem à nossa oferta, o povo que vos pertence e aqueles que vos procuram de coração sincero.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
Abrir oração pelos fiéis: Na Missa com Batismo, Na Missa com Crisma e Ⓑ Na Missa com Primeira Comunhão Eucarística
2C Lembrai-vos também dos que morreram na paz do vosso Cristo e de todos os defuntos dos quais só vós conhecestes a fé.
A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna! 3C E a todos nós, vossos filhos e filhas, concedei, ó Pai de bondade, alcançar a herança eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos e todos os Santos, no vosso reino, onde, com todas as criaturas, libertas da corrupção do pecado e da morte, vos glorificaremos, une as mãos por Cristo, Senhor nosso, por quem dais ao mundo todo bem e toda graça. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo: CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amém. Segue-se o Rito da Comunhão. |
Oração Eucarística V ⒷO prefácio não pode ser substituído por outro.℣. O Senhor esteja convosco. ℟. Ele está no meio de nós. ℣. Corações ao alto. ℟. O nosso coração está em Deus. ℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus. ℟. É nosso dever e nossa salvação. É justo e nos faz todos ser mais santos, louvar a vós, ó Pai, no mundo inteiro, de dia e de noite, agradecendo com Cristo, vosso Filho, nosso irmão. É ele o sacerdote verdadeiro que sempre se oferece por nós todos, mandando que se faça a mesma coisa que fez naquela Ceia derradeira. Por isso, aqui estamos reunidos, louvando e agradecendo com alegria, juntando nossa voz à voz dos Anjos e dos Santos todos, para cantar (dizer): Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas! O sacerdote, de braços abertos, diz: CP Ó Pai, vós que sempre quisestes ficar muito perto de nós, vivendo conosco no Cristo, falando conosco por ele, Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz: CC mandai o vosso Espírito Santo, une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo: a fim de que as nossas ofertas se mudem no Corpo ✠ e no Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
Mandai vosso Espírito Santo! O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível como requer a sua natureza. Na noite em que ia ser entregue, ceando com seus Apóstolos, toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: Jesus tomou o pão em suas mãos, eleva os olhos olhou para o céu e vos deu graças, partiu o pão e o entregou a seus discípulos, dizendo: inclina-se levemente TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS. Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração. Então prossegue: Do mesmo modo, no fim da Ceia, toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: tomou o cálice em suas mãos, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos, dizendo: inclina-se levemente TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM. Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração. Em seguida, diz: Tudo isto é mistério da fé!
A assembleia aclama:
Toda vez que comemos deste Pão, toda vez que bebemos deste Vinho, recordamos a paixão de Jesus Cristo e ficamos esperando sua vinda. ou O sacerdote, de braços abertos, diz: Recordando, ó Pai, neste momento, a paixão de Jesus, nosso Senhor, sua ressurreição e ascensão, nós queremos a vós oferecer este Pão que alimenta e que dá vida, este Vinho que nos salva e dá coragem.
A assembleia aclama:
Recebei, ó Senhor, a nossa oferta! E quando recebermos Pão e Vinho, o Corpo e Sangue dele oferecidos, o Espírito nos una num só corpo, para sermos um só povo em seu amor.
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo! 1C Protegei vossa Igreja que caminha nas estradas do mundo rumo ao céu, cada dia renovando a esperança de chegar junto a vós, na vossa paz.
A assembleia aclama:
Caminhamos na estrada de Jesus! 2C Dai ao vosso servo, o Papa N., ser bem firme na fé, na caridade, e a N., que é Bispo desta Igreja, muita luz para guiar o vosso Povo.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja! 3C Esperamos entrar na vida eterna com Maria, Mãe de Deus e da Igreja, os Apóstolos, e todos os que na vida souberam amar Cristo e seus irmãos.
A assembleia aclama:
Esperamos entrar na vida eterna! 4C Abri as portas da misericórdia aos que chamastes para a outra vida; acolhei-os junto a vós, bem felizes, no reino que para todos preparastes.
A assembleia aclama:
A todos dai a luz que não se apaga! O sacerdote, de braços abertos, continua: CP E a todos nós, aqui reunidos, que somos povo santo e pecador, dai-nos a graça de participar do vosso reino que também é nosso. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo: CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amém. Segue-se o Rito da Comunhão. |
| 5ª parte |
Rito da Comunhão: Oração do Senhor124. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
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O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. 125. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do Nosso Salvador, Jesus Cristo. O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre. 126. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. O sacerdote une as mãos e conclui: Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém. |
Rito da paz127. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
O amor de Cristo nos uniu. 128. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
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E, todos segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros. |
Fração do pão129. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna. 130. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz. Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz. |
Comunhão131. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós. Ou: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida. 132. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
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ou Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno(a)
de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a). 133. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio: O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna. E reverentemente comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio: O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna. E reverentemente comunga o Sangue de Cristo. 134. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém. E comunga. O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo. 135. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, em n. 281-287. 136. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão. Antífona do Missal para ser rezada: Os olhos de todos esperam em vós, Senhor, e vós lhes dais alimento no tempo oportuno. (Cf. Sl 144, 15)
Ou: Eu sou o bom Pastor. Eu dou minha vida pelas ovelhas, diz o Senhor. (Jo 10, 11. 15) Antífona do Gradual para ser cantada: Gradual Romano:
Quod dico vobis in ténebris, dícite in lúmine, dicit Dóminus: et quod in aure audítis, predicáte super tecta. (Mt. 10, 27; ℣. Ps. 33) Vernáculo: O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados, diz o Senhor. (Cf. MR: Mt 10, 27) 137. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice. Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno. 138. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou cântico de louvor. 139. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas: Oremos. E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão. Renovados pelo alimento do precioso Corpo e Sangue do vosso Filho, imploramos vossa misericórdia, Senhor: dai-nos receber um dia, resgatados para sempre, a salvação que celebramos fielmente. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Amém. |
| 6ª parte |
Ritos Finais140. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo. ou 141. Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ele está no meio de nós. O sacerdote abençoa o povo, dizendo: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo.
O povo responde:
Amém. 142. Em alguns dias ou ocasiões, esta fórmula de bênção poderá ser precedida, de acordo com as rubricas, por outra fórmula mais solene ou pela oração sobre o povo. (cf. p. 578ss).
Abrir opção na Missa pontifical
144. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Abrir outras despedidas
O povo responde:
Graças a Deus. 145. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se. 146. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida. |