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Antífona de entrada

É Deus quem me ajuda, é o Senhor quem defende a minha vida. Senhor, de todo o coração hei de vos oferecer o sacrifício, e dar graças ao vosso nome, porque sois bom. (Sl 53, 6. 8)
Ecce Deus ádiuvat me, et Dóminus suscéptor est ánimae meae: avérte mala inimícis meis, in veritáte tua dispérde illos, protéctor meus Dómine. Ps. Deus in nómine tuo salvum me fac: et in virtúte tua iúdica me. (Ps. 53, 6. 7 et 3)
Vernáculo:
Quem me protege e me ampara é meu Deus; é o Senhor quem sustenta minha vida! Voltai o mal contra os meus inimigos, destruí-os por vossa verdade! Sl. Por vosso nome, salvai-me, Senhor; e dai-me a vossa justiça! (Cf. Saltério: Sl 53, 6. 7 e 3)

Oração do dia

Ó Deus, sede generoso para com os vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura (Mq 7, 14-15. 18-20)


Leitura da Profecia de Miqueias


14Apascenta o teu povo com o cajado da autoridade, o rebanho de tua propriedade, os habitantes dispersos pela mata e pelos campos cultivados; que eles desfrutem a terra de Basã e Galaad, como nos velhos tempos. 15E, como foi nos dias em que nos fizeste sair do Egito, faze-nos ver novos prodígios.

18Qual Deus existe, como tu, que apagas a iniquidade e esqueces o pecado daqueles que são resto de tua propriedade? Ele não guarda rancor para sempre, o que ama é a misericórdia. 19Voltará a compadecer-se de nós, esquecerá nossas iniquidades e lançará ao fundo do mar todos os nossos pecados. 20Tu manterás fidelidade a Jacó e terás compaixão de Abraão, como juraste a nossos pais, desde tempos remotos.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial (Sl 84)


℟. Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade.


— Favorecestes, ó Senhor, a vossa terra, libertastes os cativos de Jacó. Perdoastes o pecado ao vosso povo, encobristes toda a falta cometida; retirastes a ameaça que fizestes, acalmastes o furor de vossa ira. ℟.

— Renovai-nos, nosso Deus e Salvador, esquecei a vossa mágoa contra nós! Ficareis eternamente irritado? Guardareis a vossa ira pelos séculos? ℟.

— Não vireis restituir a nossa vida, para que em vós se rejubile o vosso povo? Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, concedei-nos também vossa salvação! ℟.


https://youtu.be/ZNHzNwjc138
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Quem me ama, realmente, guardará minha palavra e meu Pai o amará, e a ele nós viremos. (Jo 14, 23) ℟.

Evangelho (Mt 12, 46-50)


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Mateus 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 46enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. 47Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. 48Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” 49E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. 50Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Iustítiae Dómini rectae, laetificántes corda, et dulcióra super mel et favum: nam et servus tuus custódiet ea. (Ps. 18, 9. 11. 12)


Vernáculo:
Os preceitos do Senhor são precisos, alegria ao coração. Suas palavras são mais doces que o mel, que o mel que sai dos favos. E vosso servo, instruído por elas, se empenha em guardá-las. (Cf. LH: Sl 18, 9a. 11. 12)

Sobre as Oferendas

Ó Deus, que no sacrifício da cruz, único e perfeito, levastes à plenitude os sacrifícios da Antiga Aliança, santificai, como o de Abel, o nosso sacrifício, para que os dons que cada um trouxe em vossa honra possam servir para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão

O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem. (Sl 110, 4-5)

Ou:


Eis que estou à porta e bato, diz o Senhor: se alguém ouvir a minha voz e abrir, eu entrarei e cearemos juntos. (Ap 3, 20)
Quicúmque fécerit voluntátem Patris mei, qui in caelis est: ipse meus frater, soror, et mater est, dicit Dóminus. (Mt. 12, 50; ℣. Ps. 33)
Vernáculo:
Todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe. (Cf. Bíblia CNBB: Mt 12, 50)

Depois da Comunhão

Ó Deus, permanecei junto ao povo que iniciastes nos sacramentos do vosso reino, para que, despojando-nos do velho homem, passemos a uma vida nova Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 19/07/2022
Não é o sangue que nos faz irmãos

“Todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

1. Glorificação da Mãe de Cristo (cf. Lc 11, 27s). — O único a mencionar este fato é S. Lucas, que de todos os evangelistas costuma ser o mais diligente em referir as ações do Senhor.

Enquanto Ele assim falava, isto é, ao refutar Cristo com tal doutrina e força de argumentos as injúrias dos fariseus, levantou a voz em sinal de admiração uma mulher do meio do povo, isto é, alguma mulher desconhecida, e lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos que te amamentaram, isto é, bendita e digna de honra e louvor a mulher que te concebeu, deu à luz e alimentou. — É provável que esta mulher tenha irrompido em tais palavras movida pelo Espírito Santo, daí o louvor da maternidade divina. “De grande devoção e fé mostra ser esta mulher, que, enquanto os escribas e fariseus tentavam e blasfemavam o Senhor, com tanta clarividência conheceu, melhor do que todos, a Encarnação e com tanta firmeza a confessou, que rebateu a um tempo a calúnia dos próceres presentes e a perfídia das heresias futuras” (S. Beda, Hom. 19).

Mas Jesus replicou: Antes, bem-aventurados aqueles que ouvem a Palavra de Deus, que eu prego, e a observam. Segundo muitos acatólicos, o advérbio μενοῦν (lt. quinimmo; pt. “antes”) implica uma restrição ou correção do que dissera a mulher, de modo que o sentido das palavras de Jesus seria: “Pelo contrário, bem-aventurados os que ouvem” etc. No entanto, de acordo com a maioria não apenas dos católicos, mas também dos protestantes, não se trata de uma correção, mas de uma confirmação, já que o significado próprio dessa partícula é “de fato”, “tanto mais”. Ora, “quem diz ‘tanto mais’, afirma o que se disse e também o que se está a dizer, antepondo contudo o segundo dito ao primeiro. Assim, se alguém dissesse: ‘Como é bela a prata’, e tu respondesses: ‘Tanto mais o ouro’, não estarias negando, senão afirmando que a prata é bela, mas que o ouro o é mais” (Maldonado, Comm. in Luc. 11, 28). O sentido pois deste versículo é: a Virgem Deípara é de fato bem-aventurada por ter sido elevada ao fastígio da maternidade divina, mas o é muito mais “por ter feito a vontade do Pai” (S. Agostinho, In Ioh., tract. 10, 3). Não seria, com efeito, bem-aventurada ainda que tivesse gerado a Cristo segundo a carne, mas sem ouvir e guardar a Palavra de Deus.

2. A Mãe e os irmãos de Jesus. — Mateus e Marcos mencionam este breve episódio no mesmo ponto da vida pública, ao passo que Lucas o situa logo após a parábola do semeador. São oportunas, todavia, ambas as ocasiões. Não se sabe, em todo o caso, ao menos se admitimos a ordem seguida por Mateus e Marcos, se os irmãos do Senhor dos quais aqui se fala são os mesmos que, em Mc 3, 21, tencionavam reter o Senhor. Poder-se-ia admitir como mais verossímil a identidade entre uns e outros, não fosse o caso de os primeiros virem acompanhados da Virgem SS., enquanto os segundos foram ao encalço de Cristo por julgá-lo “fora de si”. De fato, seria sumamente indigno da Mãe de Deus estar envolvida, mesmo que só de corpo presente, nessas tentativas imprudentes. Logo, uma vez que a razão de terem vindo os parentes de Cristo para falar-lhe não é revelada, devemos confessar nossa ignorância; mas, ao mesmo tempo, afirmar como certo que, se a Mãe de Jesus estava entre eles, a razão só poderia ser boa e piedosa.

Ora, como, estando Jesus ainda a falar, alguém do meio do povo lhe dissesse (com que intenção, não se pode inferi-lo do Evangelho): Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, respondeu o Senhor com a mão estendida para os discípulos: Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai […], esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe. Duas coisas, portanto, nos ensina Cristo com essas palavras: 1.ª) que a pregação não deve ser condicionada nem, muito menos, interrompida por motivos de sangue e 2.ª) que do Evangelho, isto é, da santa fé católica surge uma nova forma de parentesco, mais espiritual e, por isso mesmo, mais profunda e duradoura.

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Homilia Diária | O sangue que nos faz família (Terça-feira da 16.ª Semana do Tempo Comum)

Hoje, o Evangelho nos mostra Jesus que, perguntando quem eram sua mãe e seus irmãos, diz pertencer à sua família “todo aquele que faz a vontade” do Pai. Com isso, o divino Mestre não só ensina às multidões a virtude da obediência, como explica o sentido de sua própria missão: formar uma verdadeira família a partir de seu sangue derramado na cruz.Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta terça-feira, dia 19 de julho, e saiba como você também pode participar desse mistério.


https://youtu.be/y7OKQsqWKV4

Santo do dia 19/07/2022


São Símaco, Papa (Memória Facultativa)
Local: Roma, Itália
Data: 19 de Julho † 514


O Papa Santo Anastácio havia morrido a 16 de novembro do ano 498 e foi escolhido para seu sucessor o diácono Símaco, filho de Fortunato e nascido na Sardenha, segundo certos manuscritos, em Roma, segundo outros. Símaco ocupou a Santa Sé por mais de quinze anos.

No começo de seu pontificado, a 1º de março de 499, reuniu em Roma e aí presidiu a um Concílio na Basílica de São Pedro. Aí, encontravam-se setenta e dois bispos, sessenta e sete padres e cinco diáconos. Fizeram-se três decretos para impedir as divergências nas eleições dos bispos. Entre os padres signatários, o primeiro foi o arcípreste Lourenço, do título de São Praxedes, o mesmo que tinha sido eleito antipapa. Por comiseração, o Papa Símaco fê-lo Bispo de Nocera.

O santo Papa Símaco que exercitava uma grande caridade para com os cativos e os confessores exilados teve também que sofrer uma perseguição. O patrício Festo, que tinha prometido ao imperador de Constantinopla levar o pontífice Romano às suas vistas, estava zangado por não ter podido fazer nomear, em 498, um Papa que tivesse aqueles sentimentos. Quatro anos depois, tornou a acender o fogo da discórdia e renovou o cisma do antipapa Lourenço. Os cismáticos acusaram caluniosamente Símaco de ter cometido adultérios e alienado os bens da Igreja. Como a discórdia aumentasse cada vez mais, os católicos, de acordo com o Papa, sugeriram ao rei Teodorico fazer decidir essa contenda com um numeroso concílio dos Bispos de seu reino. Os bispos receberam ordem, e os da Emília, da Ligúria e do Vêneto, que, para ir a Roma deviam passar por Ravena, perguntaram ao rei o motivo da reunião. Ele respondeu que era para examinar os crimes de que Símaco era acusado pelos inimigos. Os bispos disseram que o mesmo Papa é que devia convocar o Concílio: que a Santa-Sé tinha esse direito primeiro pelo mérito e principado de São Pedro, depois pela autoridade dos concílios, e que não se encontrava nenhum exemplo de que tivesse sido submetido ao juízo de seus inferiores. O rei disse que o Papa mesmo tinha manifestado, por suas cartas, vontade para a convocação do concílio. Os bispos pediram para ler essas cartas e o rei as mandou apresentar, assim como as peças do processo. Dos cento e quinze bispos que se reuniram em Roma, os primeiros, em sua qualidade de metropolitas, eram Lourenço de Milão e Pedro de Ravena. Como deviam presidir ao julgamento não quiseram ver o Papa Símaco, para não dar nenhum motivo de murmuração aos cismáticos; mas não se separaram para isso de sua comunhão, pois jamais deixaram de dizer seu nome no santo Sacrifício.

O concílio reuniu-se primeiro na basílica de Júlio, no mês de julho de 501, sob o consulado de Fausto Avieno, que era descendente da ilustre família dos Cipiões e que era do partido do Papa Símaco e da boa causa. Lá, os Bispos que tinham passado por Ravena, contaram o que tinham dito ao rei. Apesar disso, ainda havia uma inquietação geral sobre a legitimidade do concílio. Depois, quando falavam de começar o assunto principal, o Papa Símaco entrou na Igreja, demonstrou seu reconhecimento para com o rei pela convocação do concílio, declarou que ele mesmo o tinha desejado e, na presença de todos os Bispos, deu-lhes a autoridade para julgar a causa. Estes são os termos do Concílio.

Mas os cismáticos, em vez de provar suas acusações, recorreram à violência. Atacaram com armas o Papa e seu cortejo, no momento em que se dirigia segunda vez ao concílio. Tudo bem considerado, os bispos julgaram que era a vontade de Deus que se restituísse à Itália seu Pastor e que nada mais lhes restava que exortar os dissidentes à concórdia. A questão não era mais saber se Símaco tinha sido canonicamente eleito: não havia mais dúvidas a esse respeito, mas, se as coisas de que o acusavam os inimigos não o tornavam indigno do episcopado. Como os inimigos não apresentassem prova alguma canônica, nem legal e outros obstáculos ainda tornassem o julgamento impossível, os bispos resolveram entregar tudo ao juízo de Deus. Mandaram, então, delegados ao senado, para lhe declarar que as causas de Deus deviam ser deixadas ao juízo de Deus, a quem nada é oculto; que era preciso agir assim, sobretudo no caso presente, onde se tratava do sucessor de São Pedro; que quase todo o mundo se comunicava com Símaco e que era urgente remediar ao mal que pode causar a divisão. Eles fizeram várias vezes ao senado semelhantes advertências, exortando-o a aderir, como convinha aos filhos da Igreja, ao que tinha sido feito no concílio, segundo a inspiração de Deus. A causa primeira da discórdia estava, não no clero, nem no povo, mas no senado, ou melhor, num de seus chefes, o patrício Festo, que lhes tinha trazido o germe funesto de Constantinopla.

A 1º de outubro, o Papa São Símaco tinha reunido em Roma um concílio, cujos decretos respiram o mesmo vigor apostólico. Tratava-se de remediar aos males que as igrejas sofriam da parte daqueles que invadiam os bens, quer móveis, quer imóveis, que os fiéis tinham deixado por testamento às Igrejas, para a remissão de seus pecados e para conquistar a vida eterna. Os concílios precedentes já tinham feito diversas determinações a esse respeito; mas o Papa Símaco que, segundo a opinião dos bispos que fizeram várias aclamações em seu louvor, julgou que era necessário renová-las, para procurar desenrraigar os abusos que se multiplicavam pela invasão dos bens da Igreja. Ficou então estabelecido tratarem-se como hereges manifestos os usurpadores desses bens, e anatematizá-los, se se recusassem a restituí-los; proibiu-se também admiti-los à comunhão, até que tivessem satisfeito por uma restituição inteira. O concílio refere dois decretos do de Gangres, que proíbem, sob pena de anátema, receber ou dar as oblações dos fiéis, sem que o bispo o saiba, ou o administrador dos bens da Igreja.

Depois desses decretos tão importantes, todo o concílio, erguendo-se, exclamou oito vezes: Todas estas coisas nos agradam; pedimos que sejam confirmadas para sempre! Oito vezes: Jesus Cristo, ouvi-nos. Viva Símaco! Quinze vezes: Todo aquele que violar conscientemente estas coisas, que seja ferido com um anátema perpétuo! Enfim, dezoito vezes: Rogamos-vos confirmar nossos decretos!

A firmeza dessa linguagem, no começo do século sexto, sob um rei ariano, causará admiração, talvez. O que não deixará de admirar menos, é que esse rei ariano se conformava com tais decretos. Teodorico, tendo sabido, a pedido de Eustórgio, Bispo de Milão, que se tinham arrebatado àquela igreja bens e direitos que tinha na Sicília, ordenou que lhe fossem restituídos com a proibição de os usurpar no futuro.

Eis como nos primeiros anos do século sexto, mesmo depois de dois concílios ecumênicos a esse respeito, toda a Igreja do Oriente suplicava ao Papa lhe indicasse o caminho reto; eis como, há quatorze séculos, toda a Igreja do Oriente reconhecia solenemente que, depois de Deus, sua única salvação estava no Papa.

O Papa São Símaco morreu a 19 de julho de 514, tendo ocupado a Santa Sé durante quinze anos e perto de oito meses. A 26 do mesmo mês de julho, teve por sucessor Santo Hormisdas, sob cujo pontificado veremos a reconciliação do Oriente com Roma, a 6 de agosto.

Referência:
ROHRBACHER, Padre. Vida dos santos: Volume XIII. São Paulo: Editora das Américas, 1959. Edição atualizada por Jannart Moutinho Ribeiro; sob a supervisão do Prof. A. Della Nina. Adaptações: Equipe Pocket Terço. Disponível em: obrascatolicas.com. Acesso em: 11 jul. 2021.