23 Ter
Jun
24 Qua
Jun
25 Qui
Jun
26 Sex
Jun
27 Sáb
Jun
28 Dom
Jun
29 Seg
Jun
30 Ter
Jun
01 Qua
Jul
02 Qui
Jul
03 Sex
Jul
04 Sáb
Jul
05 Dom
Jul

4ª feira da 13ª Semana do Tempo Comum

Apoiadores do Pocket Terço
Terço com imagens no Youtube
Reze os Mistérios Gloriosos com imagens

Antífona de entrada

Povos todos do universo, batei palmas, gritai a Deus aclamações de alegria. (Cf. Sl 46, 2)
Gradual Romano:
Omnes gentes plaudite manibus: iubilate Deo in voce exsultationis. Ps. Quoniam Dominus excelsus, terribilis: Rex magnus super omnem terram. (Ps. 46, 2. 3)

Vernáculo:
Povos todos do universo, batei palmas, gritai a Deus aclamações de alegria. (Cf. MR: Sl 46, 2) Sl. Porque sublime é o Senhor, o Deus Altíssimo, o soberano que domina toda a terra. (Cf. LH: Sl 46, 3)

Coleta

Ó Deus, pela graça da adoção nos tornastes filhos da luz; concedei que não sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Am 5, 14-15. 21-24


Leitura da Profecia de Amós


14Buscai o bem, não o mal, para terdes mais vida, só assim o Senhor Deus dos exércitos vos assistirá, como tendes afirmado. 15Odiai o mal, amai o bem, restabelecei a justiça no julgamento, talvez o Senhor Deus dos exércitos se compadeça do resto da tribo de José. 21“Aborreço, rejeito vossas festas, diz o Senhor, não me agradam vossas assembleias de culto. 22Se me oferecerdes holocaustos, não aceitarei vossas oblações e não farei caso de vossos gordos animais de sacrifício. 23Livra-me da balbúrdia dos teus cantos, não quero ouvir a toada de tuas liras. 24Que a justiça seja abundante como água e a vida honesta, como torrente perene”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 49(50), 7. 8-9. 10-11. 12-13. 16bc-17 (R. 23b)


℟. A todos que procedem retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus.


— Escuta, ó meu povo, eu vou falar; ouve, Israel, eu testemunho contra ti: Eu, o Senhor, somente eu, sou o teu Deus! ℟.

— Eu não venho censurar teus sacrifícios, pois sempre estão perante mim teus holocaustos; não preciso dos novilhos de tua casa nem dos carneiros que estão nos teus rebanhos. ℟.

— Porque as feras da floresta me pertencem e os animais que estão nos montes aos milhares. Conheço os pássaros que voam pelos céus e os seres vivos que se movem pelos campos. ℟.

— Não te diria, se com fome eu estivesse, porque é meu o universo e todo ser. Porventura comerei carne de touros? Beberei, acaso, o sangue de carneiros? ℟.

— Como ousas repetir os meus preceitos e trazer minha Aliança em tua boca? Tu que odiaste minhas leis e meus conselhos e deste as costas às palavras dos meus lábios! ℟.


https://youtu.be/-erjhGnZa4I
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Deus nos gerou pela palavra da verdade como as primícias de suas criaturas. (Tg 1, 18) ℟.

Evangelho — Mt 8, 28-34


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Mateus 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 28quando Jesus chegou à outra margem do lago, na região dos gadarenos, vieram ao seu encontro dois homens possuídos pelo demônio, saindo dos túmulos. Eram tão violentos, que ninguém podia passar por aquele caminho. 29Eles então gritaram: “O que tens a ver conosco, Filho de Deus? Tu vieste aqui para nos atormentar antes do tempo?”

30Ora, a certa distância deles, estava pastando uma grande manada de porcos. 31Os demônios suplicavam-lhe: “Se nos expulsas, manda-nos para a manada de porcos”.

32Jesus disse: “Ide”. Os demônios saíram, e foram para os porcos. E logo toda a manada atirou-se monte abaixo para dentro do mar, afogando-se nas águas. 33Os homens que guardavam os porcos fugiram e, indo até a cidade, contaram tudo, inclusive o caso dos possuídos pelo demônio. 34Então a cidade toda saiu ao encontro de Jesus. Quando o viram, pediram-lhe que se retirasse da região deles.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Sicut in holocausto arietum et taurorum, et sicut in milibus agnorum pinguium: sic fiat sacrificium nostrum in conspectu tuo hodie, ut placeat tibi: quia non est confusio confidentibus in te Domine. (Dan. 3, 40)

Vernáculo:
Como em holocausto de carneiros e de touros, como milhares de gordos cordeiros. Seja este o sacrifício na tua presença, hoje, e leva à perfeição os que te seguem, pois para os que confiam em ti não há desilusão. (Cf. Bíblia CNBB: Dn 3, 40)

Sugestão de melodia 

Sobre as Oferendas

Ó Deus, que nos assegurais os frutos dos vossos mistérios, fazei que nosso serviço corresponda à santidade dos vossos dons Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores! (Cf. Sl 102, 1)

Ou:


Pai, rogo por eles, para que sejam um em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste, diz o Senhor. (Cf. Jo 17, 20-21)
Gradual Romano:
Christus resurgens ex mortuis iam non moritur, alleluia, mors illi ultra non dominabitur, alleluia, alleluia. (Rm. 6, 9; ℣. Ps. 95, 1. 2. 3. 4. 7-8a. 8b-9a vel Ps. 15, 1-2. 5. 8. 9. 10. 11; p.207)

Vernáculo:
Sabemos que Cristo, ressuscitado dos mortos, não morre mais. A morte não tem mais poder sobre ele. (Cf. Bíblia CNBB: Rm 6, 9)

Depois da Comunhão

Ó Deus, o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, que oferecemos em sacrifício e recebemos em comunhão, nos transmitam uma vida nova, para que, unidos a vós pela caridade que não passa, possamos produzir frutos que permaneçam. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 01/07/2026


O tormento dos demônios


O Evangelho desta quarta-feira, ao narrar-nos o caso de dois possessos, nos convida a refletir um pouco sobre o que a fé católica diz a respeito da existência do demônio e dos limites de sua atuação no mundo.

O Evangelho da Missa de hoje nos recorda alguns pontos importantes de nossa fé, especialmente no que se refere à existência dos demônios e ao seu modo de atuação no mundo.

Como ensina o IV Concílio de Latrão, o Diabo e os demais anjos caídos foram criados por Deus naturalmente bons, mas, por culpa e iniciativa próprias, tornaram-se irremediavelmente maus. Segundo as Escrituras, o pecado de Lúcifer foi a soberba: “Teu coração se inflou de orgulho devido à tua beleza; arruinaste a tua sabedoria por causa do teu esplendor” (Ez 28,17).

Ao rejeitar definitivamente a Deus e o seu Reino, Satanás arrastou consigo outros espíritos rebeldes (cf. Mt 25,41). Confirmados para sempre no mal, foram precipitados nos abismos do Inferno, onde permanecem reservados para o Dia do Juízo (cf. 2Pd 2,4).

A escolha dos demônios é irrevogável. Não existe para eles possibilidade de arrependimento ou perdão (cf. CIC 393), assim como não existe arrependimento para os homens após a morte (cf. São João Damasceno, De fide orthodoxa II, 4).

Cheios de ódio, os anjos caídos nada podem fazer contra Deus nem contra os santos anjos, que já participam da bem-aventurança eterna. Podem, porém, por permissão divina, voltar-se contra os homens, tentando-os ao pecado (cf. Ef 6,11; 1Ts 3,5; 1Pd 5,8-9) ou, em alguns casos extraordinários, exercendo influência sobre seus corpos, como vemos em diversos episódios do Evangelho.

Esse poder, contudo, é sempre limitado. O demônio só pode agir na medida em que Deus o permite. Ele não pode penetrar o santuário da alma nem obrigar alguém a pecar. Pode apenas sugerir, seduzir e tentar.

Embora a permissão divina da ação demoníaca permaneça um mistério, sabemos que Deus, em sua infinita sabedoria, é capaz de tirar do mal bens ainda maiores. Como afirma São Paulo: “Todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8,28).

Nenhuma vontade diabólica poderá impedir a edificação do Reino de Deus nem frustrar os desígnios eternos daquele que conduz seus filhos à glória do Céu (cf. Jo 10,27-29; CIC 395).

Aproveitemos este dia para renovar nossa fé diante de Cristo sacramentado e agradecer-lhe por nos ter libertado do jugo de Satanás e de seus demônios.

Recorramos com confiança à Virgem Maria, a nova Eva, que esmagou com seus pés imaculados a cabeça da antiga serpente.

“Vem, Senhor Jesus” (Ap 22, 20), vem libertar-nos para sempre das forças do Maligno.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Santo do dia 01/07/2026

Santo Aarão (Memória Facultativa)
Local: Monte Hor
Data: 01 de Julho † a.C.


Aarão nasceu três anos antes de Moisés. Seu registro vem detalhado no Levítico, nos Números. Notadamente, Aarão tem a seu cargo o tabernáculo, o oferecimento de incensos, os sacrifícios. Tanto ele como os filhos foram consagrados a Deus (consagração e instalação dos sacerdotes).

Era, pois, Aarão o grão-sacerdote, aquele que comandava os levitas.

Duma feita, três descontentes tentaram um levante contra Moisés e o irmão, mas tal sucesso só serviu para aumentar o prestígio dos dois homens de Deus. Era o descontentamento, que sempre lavrava no seio do povo.

O Senhor falou a Moisés, dizendo: - Fala aos filhos de Israel, e recebe deles uma vara por cada tribo, doze varas de todos os príncipes das tribos, e escreverás o nome de cada um deles sobre a sua vara. O nome de Aarão estará sobre a vara da tribo de Levi, e o nome do chefe de todas as outras tribos estará escrito separadamente, cada um na sua vara. Pô-las-ás no tabernáculo da reunião, diante do testemunho, onde eu te falarei. A vara daquele que eu escolher, dentre eles, florescerá; deste modo farei cessar os queixumes dos filhos de Israel contra vós.

Moisés falou aos filhos de Israel, e todos os príncipes lhe deram as varas, uma por cada tribo. Eram, pois, doze varas, estando no meio a vara de Aarão. Moisés, tendo-as posto diante do Senhor, no tabernáculo do testemunho, voltando no dia seguinte, achou que tinha germinado a vara de Aarão, que era pela tribo de Levi, e que, aparecendo os botões, tinham saído flores, e haviam amadurecido amêndoas. Moisés levou todas as varas de diante do Senhor a todos os filhos de Israel, os quais as viram e receberam cada um a sua vara.

O Senhor disse a Moisés: - Torna a levar a vara de Aarão para o tabernáculo do testemunho, para se guardar ali em memória da rebelião dos filhos de Israel, e para que cessem as suas queixas diante de mim, e não morram.

Moisés fez o que o Senhor lhe tinha ordenado. Os filhos de Israel disseram a Moisés: - Eis que somos consumidos, todos perecemos. Qualquer que se aproxima do tabernáculo do Senhor, morre. Acaso seremos todos extintos até não ficar nenhum? (cf. Nm 17, 1-13)

Seguem-se a responsabilidade e as funções dos levitas, quando o Senhor diz a Aarão:
"Tu, teus filhos, e a casa de teu pai contigo. Levareis a iniquidade do santuário: tu e teus filhos juntamente levareis os pecados do sacerdócio. Toma também contigo os teus irmãos da tribo de Levi e a casa de teu pai, e eles te assistam e te sirvam; mas tu e teus filhos ministrareis no tabernáculo do testemunho. Os levitas estarão atentos às tuas ordens e a todas as obras do tabernáculo, sem que, todavia, aproximem-se dos vasos do santuário, nem do altar, para que nem eles morram, nem vós pereçais juntamente. Estejam contigo, e tenham a seu cuidado o tabernáculo da reunião, para fazer todo o serviço. Nenhum estrangeiro se misturará convosco. Prestareis serviço no santuário e no ministério do altar, para que se não levante a minha indignação contra os filhos levitas, separando-os do meio dos filhos de Israel. Dados ao Senhor, são-vos entregues de novo, como oferta, para que sirvam no ministério do tabernáculo. Tu, porém, e teus filhos guardai o vosso sacerdócio; tudo o que pertence ao culto do altar, e que está para dentro do véu, será feito pelo ministério dos sacerdotes: se algum estranho se aproximar, será morto".

O livro dos Números indica o monte Hor, perto de Cades, como o lugar em que Aarão faleceu.

Tendo levantado os acampamentos de Cades, foram ao monte Hor, que está nos confins da terra de Edom, onde o Senhor falou a Moisés e Aarão, dizendo: - Aarão vai juntar ao seu povo, porque ele não entrará na terra que eu dei aos filhos de Israel, visto que foi incrédulo às minhas palavras nas águas da Contradição. Toma Aarão e seu filho com ele, e leva-os ao monte Hor. Depois de teres despido o pai das suas vestes, revestirás com elas Eleazaro, seu filho: Aarão será reunido a seus pais, e morrerá.

Moisés fez como o Senhor lhe mandou, e subiram ao monte Hor, à vista de toda a multidão. Depois que despojou Aarão das suas vestes revestiu com elas a Eleazaro, seu filho. Morto Aarão no cimo do monte, desceu Moisés com Eleazaro. Toda a multidão viu que Aarão tinha morrido e choraram por ele todas as famílias de Israel, durante trinta dias". (cf. Nm 20)

O Deuteronômio, por sua vez, dá o lugar da morte de Aarão como sendo em Mosera.

Os filhos de Israel transportaram os acampamentos de Boroth, que era dos filhos de Jacan, a Mosera, onde morreu e foi sepultado Aarão, em lugar do qual Eleazaro, seu filho, exerceu as funções do sacerdócio. Todavia, não vai aqui qualquer contradição, porque Mosera ficava perto de Cades.

Os gregos festejam Santo Aarão no dia 20 de julho, com Elias, Moisés e Eliseu. Foi Barônio que introduziu este santo do Antigo Testamento nos martirológios ocidentais.

ROHRBACHER, Padre. Vida dos santos: Volume XI. São Paulo: Editora das Américas, 1959. Edição atualizada por Jannart Moutinho Ribeiro; sob a supervisão do Prof. A. Della Nina. Adaptações: Equipe Pocket Terço. Disponível em: obrascatolicas.com. Acesso em: 21 jun. 2021.

Santo Aarão, rogai por nós!


Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil