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Antífona de entrada

Recebemos, ó Deus, a vossa misericórdia no meio de vosso templo. Vosso louvor se estende, como o vosso nome, até os confins da terra; toda a justiça se encontra em vossas mãos. (Sl 47, 10-11)
Suscepimus Deus, misericórdiam tuam in médio templi tui: secúndum nomen tuum Deus, ita et laus tua in fines terrae: iustítia plena est déxtera tua. Ps. Magnus Dóminus, et laudábilis nimis: in civitáte Dei nostri, in monte sancto eius. (Ps. 47, 10. 11 et 2)
Vernáculo:
Recebemos, ó Deus, a vossa misericórdia no meio de vosso templo. Vosso louvor se estende, como o vosso nome, até os confins da terra; toda a justiça se encontra em vossas mãos. (Cf. MR: Sl 47, 10-11) Sl. Grande é o Senhor e muito digno de louvores na cidade onde ele mora. (Cf. LH: Sl 47, 2)

Glória

Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, Rei dos céus, Deus Pai todo poderoso.
Nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças por Vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus pai, Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo, só Vós, o Senhor, Só Vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai.
Amém.

Oração do dia

Deus eterno e todo-poderoso, ouvi as nossas súplicas. Assim como o vosso Filho único, revestido da nossa humanidade, foi hoje apresentado no templo, fazei que nos apresentemos diante de vós com os corações purificados. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura (Ml 3, 1-4)


Leitura da Profecia de Malaquias


Assim diz o Senhor: 1Eis que envio meu anjo, e ele há de preparar o caminho para mim; logo chegará ao seu templo o Dominador, que tentais encontrar, e o anjo da aliança, que desejais. Ei-lo que vem, diz o Senhor dos exércitos; 2e quem poderá fazer-lhe frente, no dia de sua chegada? E quem poderá resistir-lhe, quando ele aparecer?

Ele é como o fogo da forja e como a barrela dos lavadeiros; 3e estará a postos, como para fazer derreter e purificar a prata: assim ele purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata, e eles poderão assim fazer oferendas justas ao Senhor.

4Será então aceitável ao Senhor a oblação de Judá e de Jerusalém, como nos primeiros tempos e nos anos antigos.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Ou:


Primeira Leitura (Hb 2, 14-18)


Leitura da Carta aos Hebreus


Irmãos,14Visto que os filhos têm em comum a carne e o sangue, também Jesus participou da mesma condição, para assim destruir, com a sua morte, aquele que tinha o poder da morte, isto é, o diabo, 15e libertar os que, por medo da morte, estavam a vida toda sujeitos à escravidão. 16Pois, afinal, não veio ocupar-se com os anjos, mas com a descendência de Abraão.

17Por isso devia fazer-se em tudo semelhante aos irmãos, para se tornar um sumo-sacerdote misericordioso e digno de confiança nas coisas referentes a Deus, a fim de expiar os pecados do povo. 18Pois, tendo ele próprio sofrido ao ser tentado, é capaz de socorrer os que agora sofrem a tentação.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial (Sl 23)


℟. O Rei da glória é o Senhor onipotente!


— “Ó portas, levantai vossos frontões! Elevai-vos bem mais alto, antigas portas, a fim de que o Rei da glória possa entrar!” ℟.

— Dizei-nos: “Quem é este Rei da glória?” “É o Senhor, o valoroso, o onipotente, o Senhor, o poderoso nas batalhas!” ℟.

— “Ó portas, levantai vossos frontões! Elevai-vos bem mais alto, antigas portas, a fim de que o Rei da glória possa entrar!” ℟.

— Dizei-nos: “Quem é este Rei da glória?” “O Rei da glória é o Senhor onipotente, o Rei da glória é o Senhor Deus do universo.” ℟.


https://youtu.be/gslkI1-z6d8
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Sois a luz que brilhará para os gentios, e para a glória de Israel, o vosso povo. (Lc 2, 32) ℟.

Evangelho (Lc 2, 22-40)


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Lucas 

℟. Glória a vós, Senhor.


22Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. 23Conforme está escrito na lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor”.

24Foram também oferecer o sacrifício — um par de rolas ou dois pombinhos — como está ordenado na Lei do Senhor. 25Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele 26e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor.

27Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, 28Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: 29“Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; 30porque meus olhos viram a tua salvação, 31que preparaste diante de todos os povos: 32luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”.

[33O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. 34Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. 35Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma”.

36Havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. 37Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do Templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. 38Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém.

39Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade. 40O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele.]

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Diffúsa est grátia in lábiis tuis: proptérea benedíxit te Deus in aetérnum, et in saéculum saéculi. (Ps. 44, 3)


Vernáculo:
Vossos lábios espalham a graça, o encanto, porque Deus, para sempre, vos deu sua bênção. (Cf. LH: Sl 44, 3bc)

Sobre as Oferendas

Possam agradar-vos, ó Deus, as oferendas da vossa Igreja em festa, nas quais vos apresentamos vosso Filho único, que nos deste como Cordeiro sem mancha para a vida do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão

Meus olhos viram o Salvador, que preparastes, ó Deus, para todos os povos. (Lc 2, 30-31)
Respónsum accépit Símeon a Spíritu Sancto, non visúrum se mortem, nisi vidéret Christum Dómini. (Lc 2, 26; ℣. Cant. Lc. 2, 29. 30-31. 32, et Ps. 47, 2. 3ab. 3cd. 4. 9. 10. 11. 12. 15)
Vernáculo:
Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que não morreria sem ver o Ungido do Senhor. (Cf. Bíblia CNBB: Lc 2, 26)

Depois da Comunhão

Por esta comunhão, ó Deus, completai em nós a obra da vossa graça e concedei-nos alcançar a vida eterna, caminhando ao encontro do Cristo, como correspondestes à esperança de Simeão, não consentindo que morresse antes de acolher o Messias. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 02/02/2022
O Deus do templo no templo de Deus

Neste dia 2 de fevereiro, a Igreja celebra a festa da Apresentação do Senhor no templo. Por meio desse ritual, José e Maria estavam não só cumprindo um preceito da lei judaica, mas levando o Deus do templo para o templo de Deus.

Meditação. — Neste 2 de fevereiro, celebramos a festa da Apresentação do Senhor, também conhecida como festa da Purificação de Nossa Senhora. A partir dessa dupla terminologia, percebe-se que esta é uma festividade que se refere tanto a Jesus quanto a sua mãe Maria Santíssima. Esse ritual de apresentação no templo está previsto na lei judaica, conforme consta em Levítico (12, 3-5):

Quando uma mulher der à luz um menino, será impura durante sete dias, como nos dias de sua mens­truação. No oitavo dia, o menino será circuncidado. Ela ficará ainda trinta e três dias no sangue de sua purificação. Não tocará coisa alguma santa, e não irá ao santuário até que se acabem os dias de sua purificação.

Observa-se, aqui, que o período de purificação da mulher, quando desse à luz um menino, totalizava quarenta dias, que é justamente o tempo entre o Natal, 25 de dezembro, e a festa de hoje, 2 de fevereiro.

Obviamente, Nossa Senhora não necessitava de purificação. Primeiramente, não precisava purificar-se em relação ao pecado, por ser ela a Imaculada. E não precisava purificar-se do “sangue” do parto, porque o seu ocorreu de forma milagrosa: deu à luz sem derramar sangue, permanecendo virgem antes, durante e depois do parto. Também o menino Jesus não necessitava de purificação, pois é o Filho de Deus que se fez homem.

Mesmo assim, José e Maria levaram Jesus ao templo para cumprir a lei. Aqui, é interessante observarmos um dos relatos mais antigos que temos acerca de Maria, na Carta aos Gálatas, em que São Paulo afirma: “Quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma Lei” (Gl 4, 4). Esses dois acontecimentos — nascer de uma mulher e submetido à lei judaica — estão intrinsecamente relacionados e caracterizam a Encarnação de Cristo.

Para além da mera observância da lei, Jesus, enquanto Filho de Deus, foi levado ao templo não para ser purificado, mas para purificar e santificar o templo. E Nossa Senhora é aquela que leva a santificação ao templo, é a portadora da graça.

No ritual de apresentação do primogênito, os pais deveriam oferecer em sacrifício um cordeiro (para a purificação do menino), um pombo (para a purificação da mãe) e uma pequena quantia de moedas de prata, óbolos (como taxa para a manutenção do templo). Nesse sentido, é interessante observamos, no Evangelho de hoje, que José e Maria não tinham condições de oferecer um cordeiro, e então oferecem “dois pombinhos” (Lc 2, 24), pois a própria lei judaica assim o permitia: “Se as suas posses não lhe permitirem trazer um cordeiro, tomará duas rolas ou dois pombinhos, um para o holocausto e outro para o sacrifício pelo pecado. O sacerdote fará por ela a expiação, e será purificada” (Lv 12, 8). Aqui vemos a paradoxal beleza dos mistérios de Deus: o Senhor do céu e da terra, Aquele que é o próprio Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, não tinha condições de oferecer um cordeiro no templo e, então, oferece aquilo que possuía, dois pombinhos.

Além de estarem cumprindo de forma obediente a lei judaica, José e Maria, na apresentação do Senhor, estavam, na verdade, levando o Deus do templo para o templo de Deus. Eis o grande esplendor desta festa. Durante séculos, Deus preparou um lugar para habitar entre nós. Enquanto peregrinava no deserto, o povo de Israel montava e desmontava uma tenda sobre a qual o Espírito de Deus pairava. Mas, quando chegou a plenitude dos tempos, o Verbo de Deus se fez carne e armou a sua tenda, o seu templo, entre nós, como nos relata o Evangelho de São João (1, 14). Desse modo, desde a Encarnação, o templo onde Deus habita é o Corpo de Cristo, como ele próprio diz: “Destruí este templo, e eu o reerguerei em três dias” (Jo 2, 19).

Vemos, neste Evangelho, a cena maravilhosa em que José e Maria viajam de Belém para Jerusalém, a fim de oferecer um pequeno sacrifício e levar o seu filho, que é o próprio Deus, ao seu templo pela primeira vez. Antes disso, todos os sinais da presença de Deus no templo — a nuvem, os clarões, as luzes noturnas, as cortinas de fumaça, a Arca da Aliança, a shekinah, o propiciatório — eram uma prefiguração e uma preparação para este momento em que, na plenitude dos tempos, Deus vem para o seu templo, sendo levado nos braços de Maria.

A Virgem Santíssima, como nova e verdadeira Arca da Aliança, sobe os degraus carregando humildemente o Senhor do templo, sem que ninguém perceba. No entanto, Deus ilumina o coração do velho Simeão e o impele a ir testemunhar a presença do Messias que viera para a consolação de Israel. Então, o velho e alquebrado Simeão vai às pressas ao encontro do Senhor, contemplar o cumprimento das promessas de Deus. Assim como ele, nós também deveríamos apresentar-nos diante do Senhor, que se entrega a nós na Eucaristia, e dizer-lhe jubilosamente: “Deixai, agora, vosso servo ir em paz, conforme prometestes, ó Senhor, pois os meus olhos viram a vossa salvação”.

Nesta festa da Apresentação, precisamos também nós nos apresentarmos diante do Cristo, a fim de renovar a nossa fé. Durante a celebração desta Missa, a Igreja realiza a bênção das velas, justamente porque a profecia de Simeão cumpre-se também em nossos corações à medida que nos unimos a Cristo que é “luz para iluminar as nações” (Lc 2, 32).

Esta festa está intrinsecamente ligada a duas grandes solenidades litúrgicas, uma que a antecede e outra que a sucede. Olhando para trás, vemos a festa do Natal do Senhor; e para frente, percebemos aproximar-se a sua Páscoa. Essa relação está presente nas palavras do velho Simeão acerca de Jesus e de sua mãe Maria: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma” (Lc 2, 34-35). Com essas palavras, ele exalta o Senhor que veio, mas adverte para os sofrimentos que também viriam, e que seriam suportados pela “Virgem das dores”, aos pés da Cruz.

Assim, recordando o Natal celebrado há quarenta dias e a Páscoa que se aproxima do nosso horizonte, celebremos esta festa da Apresentação sabendo que o menino Jesus foi trazido ao templo não apenas para oferecer um par de pombos, mas para se oferecer como o Cordeiro imolado que tira o pecado do mundo. No dia de hoje, tantas congregações religiosas celebram sua profissão de fé. Tantos homens e mulheres se imolam junto com essas pombinhas, representando, assim, a pequena oferta que se une à grande oferta do Cordeiro de Deus imolado na Cruz. Assim como eles, com nossas velas acesas, acorramos ao encontro do Senhor que vem para se imolar por amor a nós, a fim de que também nos entreguemos generosamente por amor a Ele.

Oração. — Senhor Jesus Cristo, Vós que sois o próprio templo da habitação de Deus, habitai em nós e iluminai nossos corações, a fim de que como o velho Simeão possamos ser testemunhas da vossa presença. Assim seja!

Deus abençoe você!

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Homilia Diária | Uma ponte entre o Natal e a Páscoa (Festa da Apresentação do Senhor)

A festa da Apresentação do Senhor é como uma ponte que une o mistério do Natal, celebrado há poucos dias, à comemoração da Páscoa, quando Cristo, Cordeiro sem mancha nem defeito, foi imolado ao Pai para o perdão de nossos pecados. Este dia nos oferece também a oportunidade de contemplar os corações de Maria e José, transpassados por aquela espada de dor pela certeza de que o seu Menino oferecia no altar do Calvário, em sua carne santíssima, o resgate por todos os homens.Assista à homilia do Pe. Paulo Ricardo para esta quarta-feira, dia 2 de fevereiro, e aprendamos com São José a contemplar, no silêncio da oração, o grande amor de Cristo crucificado por nós.


https://youtu.be/3j65qm-Bwio

Santo do dia 02/02/2022


Apresentação do Senhor (Festa)
Data: 02 de Fevereiro


A festa de hoje, cuja origem remonta ao século IV, era chamada Purificação de Nossa Senhora, lembrando o cumprimento da lei, conforme descrição do segundo capítulo de são Lucas. Quarenta dias após o nascimento Jesus foi levado ao Templo para se cumprir a lei a respeito dos primogênitos e a respeito da purificação da mãe. A reforma litúrgica de 1960, querendo dar o verdadeiro sentido ao acontecimento de origem, que é a oferta de Jesus ao Pai, símbolo do sacrifício da cruz, deu o nome de Apresentação do Senhor. Nem Jesus, nem Maria estavam sujeitos a essa lei, pois eram sem pecado, mas quiseram dar-nos exemplo de submissão às autoridades. É comovente lição de humildade, juntamente com a de pobreza demonstrada no presépio.

O encontro do Senhor com o profeta Simeão e a profetisa Ana no Templo ressalta o caráter sacrifical da celebração e a comunhão pessoal de Maria com a morte de Jesus na cruz. Simeão profetizou a respeito de Maria: "Uma espada traspassará tua alma". Maria, por causa da sua íntima união com a pessoa de Cristo, foi associada ao sacrifício do Filho. O imperador Justiniano decretara feriado para todo o império do Oriente nesse dia.

Roma adotou a festividade na metade do século VII. O papa Sérgio I instituiu a mais antiga das procissões penitenciais de Roma, Partia da igreja de santo Adriano e chegava até a igreja de santa Maria Maior. O rito da bênção das velas se inspirava nas palavras do velho Simeão: "Meus olhos viram a tua Salvação que preparaste diante de todos os povos, como luz para iluminar as Nações". Data de Beda, o Venerável, a notícia que esta procissão opunha-se à procissão dos Lupercalia dos romanos e era destinada à reparação das extravagâncias que se faziam em tais circunstâncias.

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.