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5ª feira da 1ª Semana do Advento

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Antífona de entrada

Estais perto, Senhor, e todos os vossos caminhos são verdadeiros. Desde muito aprendi que vossa aliança foi estabelecida para sempre. (Cf. Sl 118, 151-152)
Ad te levávi animam meam: Deus meus in te confído, non erubéscam: neque irrídeant me inimíci mei: étenim univérsi qui te exspéctant, non confundéntur. ℣. Vias tuas, Dómine, demónstra mihi: et sémitas tuas édoce me. (Ps. 24, 1-4)
Vernáculo:
A vós, meu Deus, elevo a minha alma. Confio em vós, que eu não seja envergonhado! Não se riam de mim meus inimigos, pois não será desiludido quem em vós espera. (Cf. MR: Sl 24, 1-3) ℣. Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos, e fazei-me conhecer a vossa estrada! (Cf. LH: Sl 24, 4)

Coleta

Despertai, ó Deus, o vosso poder e socorrei-nos com a vossa força, para que vossa misericórdia apresse a salvação que nossos pecados retardam. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura (Is 26, 1-6)


Leitura do Livro do Profeta Isaías


1Naquele dia, cantarão este canto em Judá: “Uma cidade fortificada é a nossa segurança; o Senhor cercou-a de muros e antemuro. 2Abri as suas portas, para que entre um povo justo, cumpridor da palavra, 3firme em seu propósito; e tu lhe conservarás a paz, porque confia em ti. 4Esperai no Senhor por todos os tempos, o Senhor é a rocha eterna. 5Ele derrubou os que habitam no alto, há de humilhar a cidade orgulhosa, deitando-a por terra, até fazê-la beijar o chão. 6Hão de pisá-la os pés, os pés dos pobres, as passadas dos humildes”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial (Sl 117)


℟. Bendito é aquele que vem vindo em nome do Senhor.


— Dai graças ao Senhor porque ele é bom! “Eterna é a sua misericórdia!” É melhor buscar refúgio no Senhor, do que pôr no ser humano a esperança; é melhor buscar refúgio no Senhor, do que contar com os poderosos do mundo! ℟.

— Abri-me vós, abri-me as portas da justiça; quero entrar para dar graças ao Senhor! “Sim, esta é a porta do Senhor, por ela só os justos entrarão!” Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes e vos tornastes para mim o Salvador! ℟.

— Ó Senhor, dai-nos a vossa salvação, ó Senhor, dai-nos também prosperidade! Bendito seja, em nome do Senhor, aquele que em seus átrios vai entrando! Desta casa do Senhor vos bendizemos. Que o Senhor e nosso Deus nos ilumine! ℟.


https://youtu.be/we6xzePeK0w
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Buscai o Senhor, vosso Deus, invocai-o enquanto está perto! (Is 55, 6) ℟.

Evangelho (Mt 7, 21. 24-27)


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Mateus 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 21“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. 24Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. 26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Ad te Dómine levávi ánimam meam: Deus meus in te confído, non erubéscam: neque irrídeant me inimíci mei: étenim univérsi qui te exspéctant, non confundéntur. (Ps. 24, 1-3)


Vernáculo:
A vós, meu Deus, elevo a minha alma. Confio em vós, que eu não seja envergonhado! Não se riam de mim meus inimigos, pois não será desiludido quem em vós espera. (Cf. MR: Sl 24, 1-3)

Sobre as Oferendas

Recebei, ó Deus, estas oferendas que escolhemos entre os dons que nos destes, e o alimento que hoje concedeis à nossa devoção torne-se prêmio da redenção eterna. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Vivamos neste mundo com justiça e piedade, esperando a feliz esperança e o advento da glória de nosso grande Deus. (Tt 2, 12-13)
Dominus dabit benignitátem: et terra nostra dabit fructum suum. (Ps. 84, 13; ℣. Ps. 84, 2. 3. 4. 5. 7. 8. 10. 11. 12)
Vernáculo:
O Senhor dará a sua bênção, e nossa terra, o seu fruto. (Cf. MR: Sl 84, 13)

Depois da Comunhão

Aproveite-nos, ó Deus, a participação nos vossos mistérios. Fazei que eles nos ajudem a amar desde agora o que é do céu e, caminhando entre as coisas que passam, abraçar as que não passam. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 02/12/2021


E a nossa casa, ficará de pé?


“Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha.” (Mateus 7,24).

A nossa vida é a casa de que fala Jesus no Evangelho de hoje, e as chuvas, enchentes e ventos não são mais do que o juízo a que ela será submetida. Todos nós, com efeito, teremos de comparecer um dia diante do tribunal de Cristo, onde se há de aquilatar a qualidade desse grande projeto, o único importante, que é a nossa vida sobre a terra. Os que, quais homens prudentes, tiverem ouvido as palavras de Cristo e as posto em prática lhe apresentarão uma casa sólida, fundada sobre a rocha da verdade e da justiça; os que as tiverem ouvido sem, contudo, as pôr em prática têm a sua casa edificada sobre a areia: por isso, quando enfim chegar o dia do juízo, a sua ruína será completa. Não sabemos, é certo, se estaremos vivos quando o Senhor voltar em sua glória para julgar a vivos e mortos, mas podemos ter certeza de que, seja ainda neste mundo, seja depois da morte, a nossa casa será provada, a nossa vida será submetida a um crivo justíssimo.


Não deixemos para amanhã a construção de uma vida toda nova, cimentada na verdade do Evangelho

E para que a nossa fundação seja firme, para que a nossa casa possa subsistir contra toda provação, temos dois meios principais: o primeiro é ouvir de boa vontade a doutrina de Cristo, por mais incômodas e exigentes que sejam suas palavras, e o segundo é fazer todo o esforço possível por vivê-la integralmente: “Quem ouve estas minhas palavras”, afirma Ele referindo-se à totalidade do sermão da montanha, “e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha”. São dois meios seguríssimos de estarmos prontos para o dia da borrasca, para as enchentes e ventanias que porão abaixo a obra dos insensatos, que preferem viver ou segundo seus próprios critérios ou segundo um “cristianismo” adaptado, sensaborão, envergonhado das verdades duras que o homem de hoje não quer, não digamos já suportar, mas nem sequer ouvir. Acolhamos neste Advento, tempo propício à revisão dos nossos atos e à conversão do nosso coração, as palavras com que Jesus, com santa e amorosa intransigência, nos fere os ouvidos e, confiantes no auxílio de sua graça, não deixemos para amanhã a construção de uma vida toda nova, cimentada na verdade do Evangelho e orientada ao nosso Sumo e único Bem.

Deus abençoe você!


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Homilia Diária | Ai de quem reza, mas não muda! (Quinta-feira da 1.ª Semana do Advento)

Há quem se ache muito virtuoso só por ter “vida de oração”. É verdade que as pessoas de virtude são as que mais rezam, mas nem todos os que rezam são por isso virtuosos. Soa estranho, mas é assim. Afinal, há quem passe o dia todo a rezar, e não vê que na oração está muita vez o seu maior pecado. É o caso de quem reza pedindo apenas dinheiro e vantagens pessoais, quando não malefícios para os outros. Sim, rezar é bom, desde que se reze bem, ou seja, buscando fazer, não a própria, mas a vontade de Deus. Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quinta-feira, dia 2 de dezembro, e medite conosco mais uma página do santo Evangelho.


https://youtu.be/kHqZxR1S0H8

Santo do dia 02/12/2021


Santas Bibiana e Bárbara (Memória Facultativa)
Local: Roma, Itália
Data: 02 de Dezembro


Bibiana, do qual deriva o doce e promissor nome de Viviane, deve ser enumerada entre as vítimas do último surto da perseguição anticristă de Juliano, o Apóstata (361-363). Em uma Paixão de santa Bibiana não anterior ao século VII, diz-se que o governador Aproniano, após ter mandado matar Fausto e Dafrosa, já certo de poder apossar-se de seu patrimônio, procurou obrigar à apostasia as jovens filhas dos mártires. Fechou-as no cárcere. Demétria cessou de viver antes da terrível prova. Bibiana, impávida e resoluta, enfrentou o governador, que para afrouxar-lhe a resistència, confiou-a inutilmente a uma serva. Então ordenou que Bibiana fosse amarrada a uma coluna e flagelada.

Com o corpo coberto de chagas, a jovem mártir por fim entregou a alma a Deus. Seu corpo jogado como comida aos cães, foi recolhido pelos cristãos e sepultado ao lado dos pais e da irmã, junto à sua morada, onde em seguida foi erguida uma capela e mais tarde a atual basílica, no Esquilino. São as informações dadas pelo biógrafo do papa Simplício (468-83), atribuindo a este pontífice a construção da basílica em honra da bem-aventurada mártir Bibiana.

Mais incertas ainda são as notícias sobre a jovem mártir Bárbara, recordada a 4 de dezembro, cujo culto foi todavia muito mais difundido que o de Bibiana. Na Idade Média, Bárbara teve o privilégio de ser enumerada entre os catorze santos auxiliares, aos quais recorriam-se em grandes e particulares necessidades. Bárbara era invocada contra a morte repentina e contra os raios. Este particular atributo de santa Bárbara, de quem se ignora até a data em que viveu, está vinculado à narração lendária do seu martírio.

Bárbara, filha de rico e ciumento senhor, fechada em uma torre durante a ausência do pai (temia que a excepcional beleza da filha atraísse pretendentes que não interessavam), converteu-se à fé cristã e depois se subtraiu às iras paternas com a fuga. Levada à presença dos juízes teve entre seus mais cruéis acusadores seu próprio pai, que no momento da execução quis até substituir o algoz. Mas quando a espada cortou o pescoço da jovem mártir, um raio atingiu o desumano pai reduzindo-o a cinzas.

Desde então o raio se tornou chamariz da devoção a santa Bárbara, patrona, após a invenção da pólvora de tiro, de todos os que manejam esse perigoso elemento.

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil