30 Sáb
May
31 Dom
May
01 Seg
Jun
02 Ter
Jun
03 Qua
Jun
04 Qui
Jun
05 Sex
Jun
06 Sáb
Jun
07 Dom
Jun
08 Seg
Jun
09 Ter
Jun
10 Qua
Jun
11 Qui
Jun
12 Sex
Jun
13 Sáb
Jun
14 Dom
Jun
15 Seg
Jun
16 Ter
Jun
17 Qua
Jun
18 Qui
Jun
19 Sex
Jun
20 Sáb
Jun
21 Dom
Jun

Liturgia indisponível

Apoiadores do Pocket Terço
Terço com imagens no Youtube
Reze os Mistérios Dolorosos com imagens
Abstinência de carne

Antífona de entrada

Escutai, Senhor, a voz do meu apelo. Sede meu amparo; não me rejeiteis, nem me abandoneis, ó Deus meu Salvador. (Cf. Sl 26, 7. 9)
Gradual Romano:
Exaudi, Domine,vocem meam, qua clamavi ad te: adiutor meus esto, ne derelinquas me, neque despicias me, Deus salutaris meus. Ps. Dominus illuminatio mea et salus mea: quem timebo? (Ps. 26, 7. 9 et 1)

Vernáculo:
Escutai, Senhor, a voz do meu apelo. Sede meu amparo; não me rejeiteis, nem me abandoneis, ó Deus meu Salvador. (Cf. MR: Sl 26, 7. 9) Sl. O Senhor é minha luz e salvação; de quem eu terei medo? (Cf. LH: Sl 26, 1)

Coleta

Ó Deus, força daqueles que em vós esperam, sede favorável ao nosso apelo e, como nada podemos em nossa fraqueza, dai-nos sempre o socorro da vossa graça, para que possamos querer e agir conforme a vossa vontade, seguindo os vossos mandamentos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Benedicam Dominum qui mihi tribuit intellectum. Providebam Deum in conspectu meo semper: quoniam a dextris est mihi ne commovear. (Ps. 15, 7. 8)

Vernáculo:
Eu bendigo o Senhor, que me aconselha, e até de noite me adverte o coração. Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, pois se o tenho a meu lado não vacilo. (Cf. LH: Sl 15, 7. 8)

Sobre as Oferendas

Ó Deus, com estes dons alimentais nossa vida e a renovais pelo sacramento. Concedei, nós vos pedimos, que nunca falte este auxílio ao nosso corpo e à nossa alma. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, e é só isto que eu desejo: habitar no santuário do Senhor por toda a minha vida. (Cf. Sl 26, 4)

Ou:


Pai santo, guarda-os em teu nome, aqueles que me deste, para que sejam um como nós, diz o Senhor. (Cf. Jo 17, 11)
Gradual Romano:
Unam petii a Domino, hanc requiram: ut inhabitem in domo Domini omnibus diebus vitae meae. (Ps. 26, 4; ℣. Ps. 26, 1a. 1b. 2ab. 3ab. 9ab. 9cd. 11. 13. 14; p.294)

Vernáculo:
Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, e é só isto que eu desejo: habitar no santuário do Senhor por toda a minha vida. (Cf. LH: Sl 26, 4)

Depois da Comunhão

Fazei, Senhor, que a sagrada comunhão nos vossos mistérios, sinal da nossa união convosco, realize a unidade na vossa Igreja. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 19/06/2026


O tesouro no Céu


“Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos, não ajunteis o tesouro aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. Ao contrário, juntai para vós um tesouro no céu, onde a traça, nem a traça, nem a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. Porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (Mt 6,19-23)
Descobrir o lugar em que colocamos o nosso coração é o desafio de hoje. Isso para que nós descubramos o que é um tesouro para nós. O que você considera um tesouro para você? Podemos ter a ingrata surpresa de descobrir que o nosso tesouro está sendo corroído pela traça e pela ferrugem. Ou que está em posse dos ladrões. E, no fim, nós temos um belo baú, mas completamente vazio.
Tesouro acumulado e o que levamos deste mundo
Os bancos de hoje estão propondo rendimentos atraentes, fundos de investimento que prometem fortunas no futuro, com as famosas bets. Apostas, que se multiplicam assustadoramente, sobretudo pegando o público masculino nos intervalos dos jogos, das partidas de futebol. Todos são tentados a colocar sua esperança nos bens dessa Terra e a viver a vida apenas contando com o imanente, com aquilo que se corrói aqui mesmo.
Quer um choque bem prático das verdades do Evangelho de hoje? Tire um dia para você assistir a exumação de um cadáver. Não sei se você já passou por esta experiência terrível lá no cemitério. Todas aquelas jóias, os dentes de ouro, os colares, as belas roupas que foram colocadas naquele defunto, agora estão ali, solitárias, naquele caixão, só com ossos. Prova de que, quando nós morremos, nós não levaremos nada conosco para a eternidade.
Cultivar e ajuntar virtudes
Apenas o outro tesouro, que é o tesouro espiritual, as boas amizades, o amor pela família, a caridade feita a um desconhecido, a partilha dos bens, a fidelidade aos nossos compromissos, à nossa vocação. Apenas estas coisas se tornarão tesouros na eternidade. E se na Terra o nosso coração estiver apoiado nessas coisas, nós teremos uma grande contradição.
Por isso, não apeguemos o nosso coração às coisas materiais, mas às espirituais. Porque se o nosso coração estiver ligado a estas coisas espirituais que eu falei, nós teremos um grande tesouro na vida eterna. Por isso, invista no tesouro dos tesouros, que é o céu, ancorando o teu coração naquelas coisas que nunca vão passar.
Sobre todos vós desça a bênção do Deus Todo-Poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!
Padre Donizete Heleno Ferreira

Seja um apoiador!
Ajude-nos a manter o Pocket Terço: pocektterco.com.br/ajude/saibamais

Santo do dia 19/06/2026

São Romualdo, Abade (Memória Facultativa)
Local: Val di Castro, Itália
Data: 19 de Junho † 1027


O abade Romualdo, pai dos monges camaldulenses, desde muito jovem mostrou forte inclinação à vida solitária e à oração, embora vivendo no meio de várias tentações e exemplos de mundanismos, uma vez que era filho do duque de Ravena. Após haver professado a regra cisterciense por três anos no mosteiro de santo Apolinário, não satisfeito com aquela vida, aos vinte e três anos obteve a licença de viver a vida eremítica, nas colinas do Vêneto, em companhia do eremita Marino. Aqui teve notícia do cenóbio dos Pireneus de São Miguel de Cuixá e quis embarcar para mais esta nova aventura espiritual, em companhia do veneziano Pedro Orseolo, que se tornou santo. Aí passou dez anos, dando ao cenóbio espanhol clara orientação eremítica.

Por onde andava, o monge de Ravena difundia o benéfico contágio da vida solitária. Quando voltou a Ravena convenceu também seu pai a fazer-se monge, são Severo. Suas peregrinações tinham escopo bem definido: a reforma dos mosteiros e dos eremitérios, conforme o modelo dos antigos cenóbios orientais. Nasceu assim entre as densas matas alpinas, às costas do alto Casentino, o ermo de Camaldoli, que toma o nome de terreno de certo Máldolo, que doou este lugar ao homem de Deus em busca de solidão.

Mas este homem, tão desejoso de separar-se dos homens, para seguir as próprias inclinações à vida contemplativa, parecia destinado à irrequieta peregrinação pelas estradas da Itália. O imperador Oto III, que tinha pelo santo monge profunda admiração, escolheu-o abade de santo Apolinário. A dignidade de abade não se harmonizava com o seu ideal de vida religiosa e passou um ano naquele cargo e por fim depôs aos pés do imperador o pastoral, arrependido de haver cedido àquilo que ele chamou de tentação de prestígio. Foi morar o mais longe possível, na abadia de Monte-cassino. Também aqui imprimiu o seu vigor ascético, dando à espiritualidade beneditina um tom mais contemplativo e eremítico.

De Montecassino partiu para novas aventuras espirituais, reformando mosteiros e fundando outros novos em Verghereto, em Lemmo, Roma, Fontebuana, Vallombrosa, e em Val de Castra, perto de Fabiano, onde foi colhido pela morte a 19 de junho de 1027. Até depois da morte Romualdo não teve morada fixa. A 7 de fevereiro de 1481 os seus despojos foram transportados para Fabiano. Aquele dia marcou também a data de sua festa litúrgica, até a recente reforma do calendário que fixou a memória do santo no dia de sua morte.

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

São Romualdo, rogai por nós!


Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil