18 Sáb
Apr
19 Dom
Apr
20 Seg
Apr
21 Ter
Apr
22 Qua
Apr
23 Qui
Apr
24 Sex
Apr
25 Sáb
Apr
26 Dom
Apr
27 Seg
Apr
28 Ter
Apr
29 Qua
Apr
30 Qui
Apr
01 Sex
May
02 Sáb
May
03 Dom
May
04 Seg
May
05 Ter
May
06 Qua
May
07 Qui
May
08 Sex
May
09 Sáb
May
10 Dom
May
11 Seg
May
12 Ter
May
13 Qua
May
14 Qui
May
15 Sex
May
16 Sáb
May
17 Dom
May
18 Seg
May
19 Ter
May
20 Qua
May
21 Qui
May
22 Sex
May
23 Sáb
May
24 Dom
May
25 Seg
May
26 Ter
May
27 Qua
May
28 Qui
May
29 Sex
May
30 Sáb
May
31 Dom
May

Santíssima Trindade, Solenidade

Apoiadores do Pocket Terço
Terço com imagens no Youtube
Reze os Mistérios Gloriosos com imagens

Antífona de entrada

Bendito seja Deus Pai e seu Filho Unigênito, com o Espírito Santo, porque mostrou-nos a sua misericórdia.
Gradual Romano:
Benedicta sit sancta Trínitas, atque indivísa Unitas: confitébimur ei, quia fecit nobíscum misericórdiam suam. Ps. Dómine Dóminus noster: quam admirábile est nomen tuum in univérsa terra! (Tob. 12, 6; Ps. 8)

Vernáculo:
Bendito seja Deus Pai e seu Filho Unigênito, com o Espírito Santo, porque mostrou-nos a sua misericórdia. (Cf. MR) Sl. Ó Senhor nosso Deus, como é grande vosso nome por todo o universo! (Cf. LH: Sl 8, 2)

Glória

Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai todo-poderoso.
Nós vos louvamos,
nós vos bendizemos,
nós vos adoramos,
nós vos glorificamos,
nós vos damos graças
por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo,
só vós, o Senhor,
só vós, o Altíssimo,
Jesus Cristo,
com o Espírito Santo,
na glória de Deus Pai.
Amém.

Coleta

Deus, nosso Pai, enviando ao mundo a Palavra da verdade e o Espírito santificador, revelastes o vosso admirável mistério. Concedei-nos, na profissão da verdadeira fé, reconhecer a glória da Trindade e adorar a Unidade na sua onipotência. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Ex 34, 4b-6. 8-9


Leitura do Livro do Êxodo


Naqueles dias: 4bMoisés levantou-se, quando ainda era noite, e subiu ao monte Sinai, como o Senhor lhe havia mandado, levando consigo as duas tábuas de pedra.

5O Senhor desceu na nuvem e permaneceu com Moisés, e este invocou o nome do Senhor. 6Enquanto o Senhor passava diante dele, Moisés gritou: “Senhor, Senhor! Deus misericordioso e clemente, paciente, rico em bondade e fiel”.

8Imediatamente, Moisés curvou-se até o chão 9e, prostrado por terra, disse: “Senhor, se é verdade que gozo de teu favor, peço-te, caminha conosco; embora este seja um povo de cabeça dura, perdoa nossas culpas e nossos pecados e acolhe-nos como propriedade tua”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Dn 3, 52. 53. 54. 55. 56 (R. 52b)


℟. A vós louvor, honra e glória eternamente.


— Sede bendito, Senhor Deus de nossos pais. ℟.

— Sede bendito, nome santo e glorioso. ℟.

— No templo santo onde refulge a vossa glória. ℟.

— E em vosso trono de poder vitorioso. ℟.

— Sede bendito, que sondais as profundezas. ℟.

— E superior aos querubins vos assentais. ℟.

— Sede bendito no celeste firmamento. ℟.

 

Segunda Leitura — 2Cor 13, 11-13


Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios


Irmãos: Alegrai-vos, trabalhai no vosso aperfeiçoamento, encorajai-vos, cultivai a concórdia, vivei em paz, e o Deus do amor e da paz estará convosco. 12Saudai-vos uns aos outros com o beijo santo. Todos os santos vos saúdam. 13A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Divino, ao Deus que é, que era e que vem, pelos séculos. Amém! (Cf. Ap 1, 8) ℟.

Evangelho — Jo 3, 16-18


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 

℟. Glória a vós, Senhor.


Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. 17De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. 18Quem nele crê, não é condenado, mas quem não crê, já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Creio

Creio em Deus Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra.
E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo,
nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado, morto e sepultado,
desceu à mansão dos mortos,
ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus,
está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso,
donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo,
na santa Igreja Católica,
na comunhão dos santos,
na remissão dos pecados,
na ressurreição da carne
e na vida eterna. Amém.

Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Benedíctus sit Deus Pater,unigenitúsque Dei Fílius, Sanctus quoque Spíritus: quia fecit nobíscum misericórdiam suam. (Cf. Tob. 12, 6)

Vernáculo:
Bendito seja Deus Pai e seu Filho Unigênito, com o Espírito Santo, porque mostrou-nos a sua misericórdia. (Cf. MR)

Sobre as Oferendas

Senhor nosso Deus, nós vos pedimos, santificai, pela invocação do vosso nome, esta nossa humilde oferenda, e, por meio dela, tornai-nos uma dádiva perene para vós. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abá, ó Pai! (Gl 4, 6)
Gradual Romano:
Benedícimus Deum caeli, et coram ómnibus vivéntibus confitébimur ei: quia fecit nobíscum misericórdiam suam. (Tob. 12, 6; ℣. Cant. Tobiae 13, 1. 3. 5. 6. 8. 9. 10 vel cant. Danielis 3, 52ab. 52cd. 53. 54. 55. 56. 57)

Vernáculo:
Bendizei a Deus e celebrai-o diante de todos os viventes, por todos os benefícios que ele vos fez. (Cf. Bíblia CNBB: Tb 12, 6)

Depois da Comunhão

Senhor nosso Deus, proclamando nossa fé na Trindade eterna e santa e na sua indivisível Unidade, nós vos pedimos que a comunhão neste sacramento nos sirva para a saúde do corpo e da alma. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 31/05/2026


A fé é o prelúdio da salvação


Embora os “doutores” deste mundo considerem a fé em Jesus Cristo dispensável e até inconveniente, por Revelação divina nós sabemos: “Quem nele crê, não é condenado, mas quem não crê, já está condenado”.

Depois de recordarmos a vinda do Espírito Santo em Pentecostes, hoje, unidos a toda a Igreja, celebramos a solenidade da Santíssima Trindade, o Deus uno e trino junto do qual desejamos um dia estar. Com esse mistério, vemos a completude da obra salvífica de Deus, pois, pela ação do Espírito Santo, recebemos todos os meios para alcançar a salvação, mas ainda precisamos nos apropriar dela; e o primeiro passo para fazê-lo consiste em crer nas verdades de fé.

Por isso, o Evangelho deste domingo, através do diálogo entre Jesus e Nicodemos, nos fala da fé na verdade salvadora de que “quem nele crê, não é condenado, mas quem não crê, já está condenado” (Jo 3, 18). Muitos, porém, têm dificuldade de compreender essa “inconveniente” verdade, justamente porque já não acreditam na existência da própria verdade.

Ao contrário do que comumente se afirma, a verdade existe; e não só existe, como é uma realidade que se impõe por si mesma e que independe da nossa opinião. Ou seja, por mais que o mundo moderno propague e alimente a autoilusão de que o inferno não existe ou de que todos irão se salvar, essa falácia não modifica o fato de que somente quem crer em Jesus Cristo será salvo.

E crer em Jesus, na prática, é crer em quem Ele é: verdadeiro Deus e verdadeiro homem; o Filho de Deus consubstancial ao Pai; e que tanto amou o Pai a ponto de seu amor, o Divino Espírito Santo, transbordar sobre nós.

2. Sabendo, então, que a fé é o prelúdio da salvação, precisamos nesta solenidade da Santíssima Trindade renovar nossa fé neste mistério que com a Igreja professamos. Para isso, é relevante recordar um antigo símbolo da fé, atribuído a Santo Atanásio e conhecido como símbolo Quiqumque.

Seu primeiro artigo já explicita o que hoje refletimos: Quicumque vult salvus esse, ante omnia opus est, ut teneat catholicam fidem, “Todo o que quiser ser salvo, antes de tudo é necessário que mantenha a fé católica”. Além de atestar a condenação dos que não creem, também a assegura no caso daqueles que deturpam a fé: “se alguém não a conservar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá para sempre”. E explica, dentro daquilo que a inteligência humana é capaz de exprimir, este grande mistério que hoje celebramos e no qual devemos crer firmemente:

A fé católica é que veneremos um só Deus na Trindade e a Trindade na unidade, não confundindo as pessoas, nem separando a substância; pois uma é a pessoa do Pai, outra a [pessoa] do Filho, outra a [pessoa] do Espírito Santo; mas uma só é a divindade do Pai e do Filho e do Espírito Santo, igual a glória, coeterna a majestade.

Qual o Pai, tal o Filho, [e] tal o Espírito Santo: incriado o Pai, incriado o Filho, incriado o Espírito Santo; incomensurável o Pai, incomensurável o Filho, incomensurável o Espírito Santo; eterno o Pai, eterno o Filho, eterno o Espírito Santo; e, no entanto, não três eternos, mas um só eterno (DH 75).

A estas verdades devemos dar nosso assentimento na fé, porque Deus assim no-las revelou. E, uma vez que cremos, precisamos levar outras pessoas a crer para que também sejam salvas, pois nisso consiste o mandato do próprio Cristo: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Mc 16, 15–16). Tal apostolado, longe de ser um ato de “intolerância”, constitui uma grandiosa atitude de caridade para com os irmãos, visto que conduz à luz os que estão nas trevas, e leva ao conhecimento da verdade os que estão absortos no erro.

Que neste domingo da Santíssima Trindade renovemos nossa fé batismal, dando assim o primeiro passo para alcançar a salvação que nos foi conquistada na Cruz. E que o Espírito Santo derramado em Pentecostes nos una cada vez mais a Cristo, a fim de que um dia estejamos no Céu junto de Deus Pai, e possamos contemplar face a face o grande mistério que hoje celebramos.

Oração. — Senhor, Deus uno e trino que nos revelastes as verdades que nos conduzem à salvação, ajudai-nos a crescer na fé, a fim de que, vivendo a esperança e a caridade, possamos um dia contemplar face a face o mistério que hoje celebramos. Amém.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Santo do dia 31/05/2026

Visitação de Nossa Senhora (Festa)
Data: 31 de Maio


Podemos dizer que aqui nós temos uma Festa conjuntamente da Virgem Maria e de Cristo no dizer de Paulo VI na Marialis cultus (cf. n. 6 e n. 7). No fundo, a Igreja comemora o mistério da manifestação do Senhor no evento da visita da Virgem Mãe à sua prima Santa Isabel. Trata-se de uma epifania do Senhor por sua Mãe, a Virgem Maria.

Ainda no seio materno, Jesus é reconhecido como Senhor por Isabel: "Donde me vem a honra que a mãe do meu Senhor venha a mim?" (Lc 1, 43). O primeiro culto prestado à Mãe de Deus, Maria, sai da boca de Isabel: "Feliz é aquela que teve fé no cumprimento do que lhe foi dito da parte do Senhor" (Lc 1,45). Maria, arca da nova aliança, é a "teófora" (portadora de Deus), saudada por Isabel como Mãe do Senhor. Na visita realiza-se o encontro entre a jovem mãe, Maria, a serva do Senhor e a anciã Isabel, símbolo de Israel que espera o Salvador. Encontram-se também dois meninos: João, o profeta precursor, que mostra o Cordeiro de Deus presente entre os homens, e Jesus Cristo, o Messias Salvador. João exulta de alegria no seio de sua mãe. Ouçamos ainda Paulo VI sobre esta festa: "Além dessas solenidades, devem ser consideradas também, antes de mais, aquelas celebrações que comemoram eventos "salvíficos", em que a Virgem Maria esteve intimamente associada ao Filho, como são as seguintes festas: a da Natividade de Maria, a da Visitação (31 de maio), em que a Liturgia recorda a bem-aventurada Virgem Maria, que leva em seu seio o Filho, a qual vai à casa de Isabel para lhe prestar o auxílio da sua caridade e proclamar a misericórdia de Deus Salvador" (MC, n. 7).

Creio que podemos realçar dois aspectos na festa da Visitação. Maria não reteve seu Filho para si mesma. O Filho tornou-se motivo de louvor e ação de graças a Deus e ao próximo. Ela, feita Mãe da Divina Graça, leva a graça, a bênção à sua prima Isabel que esperava o nascimento de seu filho. Quem é abençoado é chamado e enviado a abençoar. E Maria o fez. Ela parte para a região montanhosa, dirigindo-se apressadamente a uma cidade da Judeia, a fim de prestar um serviço àquela que, grávida em sua velhice, precisava de ajuda.

Depois, em Maria e por Maria Deus visita o seu povo, visita a humanidade, pois o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Visitar vem de ver, do latim. Não constitui um mero olhar para alguém, mas ver iteradamente, contemplar, ver a face, entrar em comunhão solidária. Isso demanda tempo, permanência com o visitado. São Francisco deu como uma das primeiras incumbências aos ministros a de "visitar os irmãos". Santa Clara, em sua Forma de Vida para as Damas Pobres, pede que as abadessas visitem as irmãs, sim, estar com as irmãs e não permanecer isolada no seu posto. Visitar os doentes e encarcerados é uma das obras de misericórdia do Evangelho (cf. Mt 25, 36). Na visita, antes de tudo, as pessoas se saúdam, como Maria fez com Isabel. Saudar vem de salus, saúde e salvação. Ao saudar Isabel, Maria levava consigo a Salvação, o seu Filho, reconhecido por Isabel como seu Senhor. E nós, sabemos visitar? Levar o Senhor para os irmãos e irmãs necessitados? Sabemos ser bênção, solidarizando-nos, estando presentes e servindo aos irmãos? A visita não pode ser apressada. É preciso permanecer, contemplar a face, solidarizar-se, colocar-se a serviço. Então, também nós teremos motivo para fazer nosso o cântico de Maria, o Magnificat.

A Oração do dia traduz bem o mistério desta festa: Ó Deus todo-poderoso, que inspirastes à Virgem Maria sua visita a Isabel, levando no seio o vosso Filho, fazei-nos dóceis ao Espirito Santo, para cantar com ela o vosso louvor.

Referência:
BECKHÄUSER, Frei Alberto. Os Santos na Liturgia: testemunhas de Cristo. Petrópolis: Vozes, 2013. 391 p. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santa Maria, rogai por nós!


Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil