30 Sex
Jan
31 Sáb
Jan
01 Dom
Feb
02 Seg
Feb
03 Ter
Feb
04 Qua
Feb
05 Qui
Feb
06 Sex
Feb
07 Sáb
Feb
08 Dom
Feb
09 Seg
Feb
10 Ter
Feb
11 Qua
Feb
12 Qui
Feb
13 Sex
Feb
14 Sáb
Feb
15 Dom
Feb
16 Seg
Feb
17 Ter
Feb
18 Qua
Feb
19 Qui
Feb
20 Sex
Feb
21 Sáb
Feb
22 Dom
Feb
23 Seg
Feb
24 Ter
Feb
25 Qua
Feb
26 Qui
Feb
27 Sex
Feb
28 Sáb
Feb
01 Dom
Mar

4ª feira da 1ª Semana da Quaresma

Apoiadores do Pocket Terço
Terço com imagens no Youtube
Reze os Mistérios Gloriosos com imagens

Antífona de entrada

Lembrai-vos, Senhor, de vossas misericórdias e de vosso amor, pois são eternos. Nunca domine sobre nós os inimigos; libertai-nos, Deus de Israel, de todas as nossas angústias! (Cf. Sl 24, 6. 2. 22)
Gradual Romano:
Reminiscere miserationum tuarum, Domine, et misericordiae tuae, quae a saeculo sunt: ne unquam dominentur nobis inimici nostri: libera nos Deus Israel ex omnibus angustiis nostris. Ps. Ad te, Domine, levavi animam meam: Deus meus, in te confido, non erubescam. (Ps. 24, 6. 3. 22 et 1-2)

Vernáculo:
Lembrai-vos, Senhor, de vossas misericórdias e de vosso amor, pois são eternos. Nunca dominem sobre nós os inimigos; libertai-nos, Deus de Israel, de todas as nossas angústias! (Cf. MR: Sl 24, 6. 2. 22) Sl. Senhor meu Deus, a vós elevo a minha alma, em vós confio: que eu não seja envergonhado. (Cf. LH: Sl 24, 1-2a)

Coleta

Considerai, Senhor, com bondade o fervor do vosso povo para que os que mortificam o corpo pela abstinência, pelo fruto de suas boas ações sejam fortalecidos no espírito. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Jn 3, 1-10


Leitura da Profecia de Jonas


1A palavra do Senhor foi dirigida a Jonas, pela segunda vez: 2“Levanta-te e põe-te a caminho da grande cidade de Nínive e anuncia-lhe a mensagem que eu te vou confiar”.

3Jonas pôs-se a caminho de Nínive, conforme a ordem do Senhor. Ora, Nínive era uma cidade muito grande; eram necessários três dias para ser atravessada. 4Jonas entrou na cidade, percorrendo o caminho de um dia; pregava ao povo, dizendo: “Ainda quarenta dias, e Nínive será destruída”.

5Os ninivitas acreditaram em Deus; aceitaram fazer jejum, e vestiram sacos, desde o superior ao inferior. 6A pregação chegara aos ouvidos do rei de Nínive; ele levantou-se do trono e pôs de lado o manto real, vestiu-se de saco e sentou-se em cima de cinza.7Em seguida, fez proclamar, em Nínive, como decreto do rei e dos príncipes: “Homens e animais bovinos e ovinos não provarão nada! Não comerão e não beberão água. 8Homens e animais se cobrirão de sacos, e os homens rezarão a Deus com força; cada um deve afastar-se do mau caminho e de suas práticas perversas.

9Deus talvez volte atrás, para perdoar-nos e aplacar sua ira, e assim não venhamos a perecer”. 10Vendo Deus as suas obras de conversão e que os ninivitas se afastavam do mau caminho, compadeceu-se e suspendeu o mal, que tinha ameaçado fazer-lhes, e não o fez.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 50(51), 3-4, 12-13. 18-19 (R. 19b)


℟. Ó Senhor, não desprezeis um coração arrependido!


— Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia! Na imensidão de vosso amor, purificai-me! Lavai-me todo inteiro do pecado, e apagai completamente a minha culpa! ℟.

— Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo um espírito decidido. Ó Senhor, não me afasteis de vossa face, nem retireis de mim o vosso Santo Espírito! ℟.

— Pois não são de vosso agrado os sacrifícios, e, se oferto um holocausto, o rejeitais. Meu sacrifício é minha alma penitente, não desprezeis um coração arrependido! ℟.


https://youtu.be/RG8Gf-kifXI
℟. Jesus Cristo, sois bendito, sois o Ungido de Deus Pai!
℣. Voltai ao Senhor, vosso Deus, ele é bom, compassivo e clemente. (Jl 2, 12-13) ℟.

Evangelho — Lc 11, 29-32


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Lucas 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 29quando as multidões se reuniram em grande quantidade, Jesus começou a dizer: “Esta geração é uma geração má. Ela busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal de Jonas.

30Com efeito, assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim também será o Filho do Homem para esta geração. 31No dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará juntamente com os homens desta geração, e os condenará. Porque ela veio de uma terra distante para ouvir a sabedoria de Salomão. E aqui está quem é maior do que Salomão.

32No dia do julgamento, os ninivitas se levantarão juntamente com esta geração e a condenarão. Porque eles se converteram quando ouviram a pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Meditabor in mandatis tuis quae dilexi valde: et levabo manus meas ad mandata tua quae dilexi. (Ps. 118, 47. 48)

Vernáculo:
Muito me alegro com os vossos mandamentos, que eu amo, amo tanto, mais que tudo! Elevarei as minhas mãos para louvar-vos e com prazer meditarei vossa vontade. (Cf. LH: Sl 118, 47. 48)

Sobre as Oferendas

Apresentamos, Senhor, estes dons que nos destes para oferecer-vos. Assim como os tornais para nós sacramento, sejam também remédio para a vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Hão de alegrar-se os que em vós esperam, Senhor, exultarão eternamente e neles habitareis. (Cf. Sl 5, 12)
Gradual Romano:
Intellege clamorem meum: intende voci orationis meae, rex meus et Deus meus: quoniam ad te orabo, Domine. (Ps. 5, 2. 3. 4a; ℣. Ps. 5, 4bc. 5-6. 7. 8. 12ab. 12bc. 13)

Vernáculo:
Escutai, ó Senhor Deus, minhas palavras, atendei o meu gemido! Ficai atento ao clamor da minha prece, ó meu Rei e meu Senhor! É a vós que eu dirijo a minha prece; de manhã já me escutais! (Cf. LH: Sl 5, 2. 3. 4a)

Depois da Comunhão

Ó Deus, que não cessais de nos alimentar com os vossos sacramentos, concedei a força desta refeição nos conduza à vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 25/02/2026


Os sinais de Deus bastam, mas não obrigam


Os milagres são um argumento certo da religião católica e um critério suficiente para aceitarmos a revelação divina. Mas, apesar de sua força intrínseca, nenhum milagre pode, sozinho, forçar-nos a crer, pois a fé é uma adesão pessoal a um Deus que nos criou livres e que livremente quer ser crido por nós.

No Evangelho de hoje, queixa-se Jesus de sua geração, e o motivo por que dela se lamenta é também a razão por que nós, desgraçadamente, merecemos ouvir essas mesmas palavras: “Esta geração é uma geração perversa”, porque, como os judeus daquele tempo, também nós buscamos um sinal que nos dê o conforto de acreditar sem fé, de confiar sem confiança, de amar sem compromisso. Mas se Jesus realizava tantos milagres, como lemos em todo o Evangelho, como podem os judeus vir pedir-lhe hoje que lhes dê um sinal? Não eram já suficientes os que tinham visto? E se eram tantos e tão evidentes, a ponto de muitos se converterem, por que muitos outros permaneciam incrédulos? Porque a fé, ainda que conte com a garantia de milagres numerosos, exige por sua própria definição que o homem dê a Deus um voto de confiança e se lhe entregue livremente, e é por isso que milagre algum, por melhor argumento que seja, pode forçar a inteligência humana a assentir à revelação divina: Deus nos fez livres e é livremente que Ele quer ser crido e amado por nós. Além disso, sequer faria sentido exigir um sinal que nos eximisse da responsabilidade de crer, pois — como o nome mesmo o indica — todo sinal aponta para algo distinto de si e é, por consequência, apenas uma garantia, embora seguríssima, de uma verdade que ainda não vimos, de um bem que ainda não recebemos. E se é um absurdo pedir um sinal que seja o mesmo que o sinalizado por ele, que loucura e arrogância será pedir a Deus um milagre que, para fazer crer, torne supérflua a própria fé? Que Ele, iluminando-nos a inteligência, nos faça ver que estão à nossa disposição “muitos admiráveis e luminosos argumentos pelos quais a razão humana deve estar perfeitamente convencida de que a religião de Cristo é divina e de que cada princípio dos nossos dogmas tomou raiz do alto, do Senhor dos céus, e que portanto não existe nada de mais certo, de mais seguro, de mais santo que a nossa fé, que se funde sobre mais firmes princípios”; mas nos dê também a graça, movendo-nos a vontade, de abraçarmos essa mesma fé católica e apostólica, “tendo por certo que tudo quanto ela nos propõe para crer e fazer foi transmitido por Deus” (Pio IX, Encíclica “Qui pluribus”, DH 2779-2780), que não se engana nem engana a ninguém.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Santo do dia 25/02/2026

Santa Valburga (Memória Facultativa)
Local: Heindenheim, Alemanha
Data: 25 de Fevereiro † 779


Valburga, de origem inglesa, era filha de são Ricardo, rei dos saxões do Oeste. Nasceu por volta de 710 e tinha apenas onze anos quando seu pai e seus dois irmãos Vunibaldo e Vilibaldo partiram em peregrinação para os Lugares Santos. Foi confiada, juntamente com sua mãe, à abadessa de Wimburn. Em 722 faleceu seu pai, no caminho de volta.

Recebeu educação austera em Wimburn. Escreveu a vida de seu irmão são Vilibaldo e compôs em latim uma narrativa das viagens de são Vilibaldo pela Palestina. Em 748, a pedido de são Bonifácio, sua abadessa, Tetta, enviou-a à Alemanha com mais algumas religiosas para fundar mosteiros e escolas em meio a populações recém-convertidas. Na viagem, uma grande tempestade foi aplacada pelas preces de Valburga. Foi, com santa alegria, que Bonifácio acolheu as religiosas.

Vilibaldo construíra uma abadia de monges em Heidenheim, na diocese de Eichstadt. Valburga, depois de passar algum tempo em Bischofsheim, sob a abadessa Lioba, foi ao encontro de seu irmão, que projetava uma abadia feminina em Heidenheim. Valburga tornou-se abadessa dessa nova fundação; parece que, após a morte de Vilibaldo, ela governou monjas e monges.

Transpareceu a santidade de sua vida nos exemplos de mortificação que deu, bem como no seu amor ao silêncio e na sua devoção. Era animada por verdadeiro zelo pelo serviço de Deus. Teve muita prudência e doçura no governo de sua comunidade, e, por ela, Deus operou muitos milagres.

Dois milagres ficaram famosos em sua vida: um, o da luz sobrenatural que envolveu a sua cela e iluminou o dormitório das Irmãs. Luz que ela atribuiu aos méritos de são Vilibaldo, seu irmão; o outro, o da cura da filha de um barão, junto à qual ela permaneceu em oração, obtendo no final da noite a perfeita cura da jovem.

Em 776, Santa Valburga assistiu à trasladação do corpo de seu irmão Vunibaldo, presidida por seu outro irmão, Vilibaldo, então bispo de Eichstadt. Pouco tempo depois, caiu doente e veio a falecer, assistida em seus últimos momentos por seu irmão Vilibaldo.

O corpo de Valburga, sepultado em seu mosteiro de Heidenheim, permaneceu aí perto de oitenta anos, até a trasladação para Eichstadt. Esta se realizou sob a determinação do bispo Otkar, sendo qualificada de canonização, e provocou a multiplicação de festas em honra da Santa.

O corpo da Santa foi encontrado incorrupto e coberto por maravilhoso fluido qual puríssimo óleo. O mesmo se notou quando, em 893, o sucessor de Otkar colocou as relíquias sob o altar-mor da igreja que dedicou à Santa. O óleo continuou, em certos tempos, a correr do seu túmulo gota por gota em uma concha de prata preparada para recebê-lo. O óleo posto em garrafinhas é mandado para o mundo inteiro e opera inumeráveis milagres, mesmo em nossos dias.

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santa Valburga, rogai por nós!


Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil