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Antífona de entrada

O Senhor vai chegar, não tardará: há de iluminar o que as trevas ocultam e se manifestará a todos os povos. (Cf. Hab 2, 3; 1Cor 4, 5)
Ad te levávi animam meam: Deus meus in te confído, non erubéscam: neque irrídeant me inimíci mei: étenim univérsi qui te exspéctant, non confundéntur. ℣. Vias tuas, Dómine, demónstra mihi: et sémitas tuas édoce me. (Ps. 24, 1-4)
Vernáculo:
A vós, meu Deus, elevo a minha alma. Confio em vós, que eu não seja envergonhado! Não se riam de mim meus inimigos, pois não será desiludido quem em vós espera. (Cf. MR: Sl 24, 1-3) ℣. Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos, e fazei-me conhecer a vossa estrada! (Cf. LH: Sl 24, 4)

Oração do dia

Senhor Deus, preparai os nossos corações com a força da vossa graça, para que, ao chegar o Cristo, vosso Filho, nos encontre dignos do banquete da vida eterna e ele mesmo nos sirva o alimento celeste. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura (Is 25, 6-10a)


Leitura do Livro do Profeta Isaías


Naquele dia, 6o Senhor dos exércitos dará neste monte, para todos os povos, um banquete de ricas iguarias, regado com vinho puro, servido de pratos deliciosos e dos mais finos vinhos.

7Ele removerá, neste monte, a ponta da cadeia que ligava todos os povos, a teia em que tinha envolvido todas as nações. 8O Senhor Deus eliminará para sempre a morte e enxugará as lágrimas de todas as faces e acabará com a desonra do seu povo em toda a terra; o Senhor o disse.

9Naquele dia, se dirá: “Este é o nosso Deus, esperamos nele, até que nos salvou; este é o Senhor, nele temos confiado: vamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvo”. 10aE a mão do Senhor repousará sobre este monte.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial (Sl 22)


℟. Na casa do Senhor habitarei pelos tempos infinitos.


— O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças. ℟.

— Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome. Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança! ℟.

— Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça e o meu cálice transborda. ℟.

— Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos. ℟.


https://youtu.be/hHHotCPMtWo
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Eis que o Senhor há de vir a fim de salvar o seu povo; felizes são todos aqueles que estão prontos para ir-lhe ao encontro. ℟.

Evangelho (Mt 15, 29-37)


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Mateus 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 29Jesus foi para as margens do mar da Galileia, subiu a montanha, e sentou-se. 30Numerosas multidões aproximaram-se dele, levando consigo coxos, aleijados, cegos, mudos, e muitos outros doentes. Então os colocaram aos pés de Jesus. E ele os curou. 31O povo ficou admirado, quando viu os mudos falando, os aleijados sendo curados, os coxos andando e os cegos enxergando. E glorificaram o Deus de Israel.

32Jesus chamou seus discípulos e disse: “Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que está comigo, e nada tem para comer. Não quero mandá-los embora com fome, para que não desmaiem pelo caminho”.

33Os discípulos disseram: “Onde vamos buscar, neste deserto, tantos pães para saciar tão grande multidão?” 34Jesus perguntou: “Quantos pães tendes?” Eles responderam: “Sete, e alguns peixinhos”. 35E Jesus mandou que a multidão se sentasse pelo chão. 36Depois pegou os sete pães e os peixes, deu graças, partiu-os, e os dava aos discípulos, e os discípulos, às multidões. 37Todos comeram, e ficaram satisfeitos; e encheram sete cestos com os pedaços que sobraram.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Ad te Dómine levávi ánimam meam: Deus meus in te confído, non erubéscam: neque irrídeant me inimíci mei: étenim univérsi qui te exspéctant, non confundéntur. (Ps. 24, 1-3)


Vernáculo:
A vós, meu Deus, elevo a minha alma. Confio em vós, que eu não seja envergonhado! Não se riam de mim meus inimigos, pois não será desiludido quem em vós espera. (Cf. MR: Sl 24, 1-3)

Sobre as Oferendas

Possamos, ó Pai, oferecer-vos sem cessar estes dons da nossa devoção, para que, ao celebrarmos o sacramento que nos destes, se realize em nós a salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão

Eis que vem o Senhor com seu poder e iluminará os olhos de seus servos. (Is 40, 10; cf. 34, 5)
Manducavérunt, et saturáti sunt nimis, et desidérium eórum áttulit eis Dóminus: non sunt fraudáti a desidério suo. (Ps. 77, 29. 30; ℣. Ps. 77, 1. 3-4a. 4bcd. 23. 24. 25. 27. 28)
Vernáculo:
Eles comeram e beberam à vontade; o Senhor satisfizera os seus desejos. Mal, porém, se tinham eles saciado, e a comida ainda estava em suas bocas. (Cf. LH: Sl 77, 29. 30)

Depois da Comunhão

Imploramos, ó Pai, vossa clemência para que estes sacramentos nos purifiquem dos pecados e nos preparem para as festas que se aproximam. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 01/12/2021
Purificar-se para comungar

“Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que está comigo, e nada tem para comer. Não quero mandá-los embora com fome, para que não desmaiem pelo caminho” (Mateus 15,32).

O Evangelho de hoje nos coloca mais uma vez na presença de Jesus — este é o grande mistério do Advento: a presença de Cristo —, e o faz na narrativa da multiplicação dos pães. Sabemos que os milagres de Jesus não são nunca “milagres gratuitos”, como se Jesus os fizesse simplesmente por “esporte”, por assim dizer. Não, Jesus, quando faz os milagres, os faz porque eles são salvíficos. Claro, havia a necessidade, histórica e real, de alimentar aquelas pessoas alimentadas; claro, os pães foram de fato multiplicados; claro, a multidão de fato saciou a fome. Mas aquela multiplicação apontava para a Eucaristia, para a presença de Cristo no pão eucarístico, ou seja, na aparência de pão que temos em nossos sacrários. Jesus pega sete pães e alguns peixinhos, manda a multidão sentar-se no chão, e diz então o Evangelho: “Depois pegou os sete pães e os peixes, deu graças, partiu-os e os dava aos discípulos e os discípulos às multidões”. A linguagem, não à toa, é calcada naquilo que estamos acostumados a ouvir na oração eucarística: “Tomou o pão, deu graças e o partiu, e deu a seus discípulos”. A presença de Jesus na Eucaristia é uma realidade que devemos notar no tempo do Advento: sim, também durante o resto do ano, mas temos de dar “uma caprichada” no tempo do Advento. Por quê? Porque Jesus quer vir à nossa alma. Em primeiríssimo lugar, por estarmos num tempo de penitência, é importante que nos preparemos para uma boa confissão, a fim de celebrar o Natal. A gente, às vezes, vê toda uma agitação para a Páscoa — graças a Deus! —, com os mutirões de confissões etc. etc., porque é necessário fazer a comunhão pascal. Mas também o Natal é um tempo forte, também o Natal é um tempo em que somos chamados a reservar um espaço para a penitência e, portanto, para fazer uma boa confissão, uma confissão verdadeiramente consciente, contrita, arrependida. É uma forma de você “preparar a casa” para a visita de Nosso Senhor, para que no Natal — e, se Deus quiser, bem antes do Natal! — você possa acolher Nosso Senhor na sua casa, no seu coração, através da Eucaristia.


Advento: tempo de penitência. Para bem comungar, bem se confessar.

É importante, no entanto, dar-se conta de uma coisa: a Eucaristia, a presença de Cristo, é um remédio? Sim, mas é também o pão dos fortes. Em que sentido? Ora, por acaso daríamos de comer a alguém internado na UTI uma feijoada? O sujeito não tem condições de receber tal alimento. Assim também uma pessoa que não está em estado de graça traz a alma debilitada espiritualmente e, por isso, não deve comungar. Há uma espécie de movimento (digamos assim, “tácito”) em certas comunidades onde é comum ouvir: “Não, Deus é misericórdia. Demos comunhão para todos!”, e as pessoas não se dão conta do mal que é comungar sem estar preparado, do mal que se abate sobre quem come e bebe o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo nessas condições — pois come e bebe a própria condenação, diz-nos São Paulo (cf. 1Cor 11, 29). Tenhamos consciência, portanto, de que somente em estado de graça, ou seja, sem pecados mortais, é que podemos aproximar-nos desta presença, desta parousia de Cristo na Eucaristia. É Ele, pão vivo e verdadeiro, descido do céu para nos alimentar! E como a Eucaristia é o sacramento da caridade e do amor, Ele só pode ser recebido por quem tem a caridade viva em seu coração, ou seja, por quem está em estado de graça, de amizade com Deus. Peçamos perdão de nossos pecados, pois, e confessemo-nos. Só assim receberemos verdadeiramente a presença de Cristo, na Eucaristia e em nossas vidas.

Deus abençoe você!


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Homilia Diária | Você comunga de qualquer jeito? (Quarta-feira da 1.ª Semana do Advento)

Para receber mais plenamente os frutos da Eucaristia, convém preparar-se antes de recebê-la. Essa preparação consiste em evitar, tanto quanto possível, os pecados veniais deliberados e em realizar atos de verdadeira devoção. Após a Missa, por sua vez, é de grande importância saber aproveitar o tempo em que Jesus sacramentado permanece em nós e fruir da presença de tão ilustre hóspede. De fato, não pode haver tempo mais oportuno para tratar dos assuntos de nossa salvação do que aquele em que temos em nosso coração o autor mesmo dela. Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quarta-feira, dia 1.º de dezembro, e aprenda a comungar de maneira mais frutuosa!


https://youtu.be/v6Gh1-QjuSw

Santo do dia 01/12/2021


Beato Charles de Foucauld (Memória Facultativa)
Local: Tamanrasset, Argélia
Data: 01 de Dezembro † 1916


Charles de Foucauld nasceu em 15 de setembro de 1858 em Estrasburgo (França) em uma família muito cristã. Foi batizado dois dias após seu nascimento e, em 28 de abril de 1872, recebeu sua primeira comunhão e confirmação. Ele perdeu os pais quando tinha apenas 6 anos. Carlo e sua irmã Maria são confiados ao avô materno. Aos 12 anos, depois que a Alemanha anexou a Alsácia, a família mudou-se para Nancy.

Extremamente inteligente, dotado de um espírito curioso, desenvolveu desde muito cedo a paixão pela leitura. Ele se deixa dominar pelo ceticismo religioso e pelo positivismo que marcam seu tempo. Logo, de acordo com suas próprias palavras, ele perde a fé e mergulha em uma vida mundana de prazer e desordem que, no entanto, o deixa insatisfeito.

Em 1876, Charles ingressou na Saint-Cyr por dois anos. Policial aos 20 anos, foi mandado para a Argélia. Três anos depois, não encontrando o que procurava, renunciou a empreender, com risco de vida, uma viagem de exploração no Marrocos, então fechado aos europeus; exploração científica, que ele descreverá no livro Reconnaissance au Maroc, 1883-1884, e que lhe dará a glória reservada aos exploradores do século XIX.

A descoberta da fé muçulmana, a busca interior da verdade, a bondade e a amizade discreta de seu primo, a ajuda de Abbé Huvelin o farão redescobrir a fé cristã. No final de outubro de 1886 foi ao Abbé Huvelin na Igreja de Sant Agostino em Paris: ele se confessou e recebeu a comunhão. Essa conversão, sem dúvida latente há algum tempo, torna-se total e definitiva.

Completamente renovado por esta conversão, alimentada pela Eucaristia e pela Sagrada Escritura, Charles de Foucauld compreendeu então que «não poderia deixar de viver para Deus» a quem deseja consagrar toda a sua vida e assim «exalar na pura perda de si mesmo na cara de Deus ”. Durante três anos, auxiliado pelo Abade Huvelin, tentará compreender como realizar concretamente a sua vocação de consagração total a Deus. Aquele que conheceu a riqueza e uma vida confortável e que foi possuído por uma grande vontade de poder, quer imitar Jesus. - Pobre que tomou "o último lugar".

Depois de uma peregrinação à Terra Santa (1888-1889), onde, «caminhando pelas ruas de Nazaré em que repousavam os pés de Jesus, pobre artesão», descobre o mistério de Nazaré, que será doravante o coração da sua espiritualidade, entra na armadilha de Nossa Senhora das Neves, na diocese de Viviers na França e, depois de alguns meses, será enviado à Síria, na armadilha de Nossa Senhora do Sagrado Coração, uma pobre Trappa, perto de Akbès.

Ele vai morar lá por 7 anos, se permitindo formar na escola monástica e buscando a mais perfeita imitação de Jesus que vive em Nazaré. Mas não encontrando a radicalidade que desejava, mesmo que "todos o venerassem como um santo", pediu para deixar a Trappa. Em janeiro de 1897, o Padre Abade Geral o liberta de seus compromissos trapistas temporários e o deixa livre para seguir sua vocação pessoal.

Carlos partiu para a Terra Santa e foi viver em Nazaré como servo das Clarissas (1897-1900). No serviço, no trabalho mais humilde, na meditação do Evangelho aos pés do Tabernáculo, ele tentará viver "a existência humilde e sombria do divino operário de Nazaré", como irmãozinho de Jesus na casa sagrada de Nazaré entre Maria e José. Meditando sobre o mistério da Visitação, quem recebeu «a vocação à vida oculta e silenciosa e não a do homem das palavras» descobre que também ele pode participar na obra da salvação imitando «a Virgem Santíssima no mistério da Visitação, levando, no silêncio, Jesus e a prática das virtudes evangélicas [...] entre os povos infiéis, para santificar estes infelizes filhos de Deus com a presença da Sagrada Eucaristia e com o exemplo das virtudes cristãs ”.

Consolado pela certeza de que "nada glorifica tanto a Deus aqui embaixo como a presença e a oferta da Eucaristia", recebeu a ordenação sacerdotal em 9 de junho de 1901 em Viviers, após ter passado um ano de preparação no mosteiro de Nossa Senhora do Nevas, ele acolheu no início de sua vida consagrada.

«Os meus retiros de diaconato e sacerdócio mostraram-me que esta vida de Nazaré, que me parecia ser a minha vocação, devia ser vivida não na Terra Santa, tão amada, mas entre as almas mais doentes, as ovelhas mais abandonadas».

Em 1901 Charles de Foucauld foi assim para a fronteira com Marrocos, na Argélia, e colocou-se ao serviço do Prefeito Apostólico do Sahara, Mons.Guérin, residente no oásis de Beni-Abbès (1901-1904). Lá ele tentará trazer a Cristo todos os homens que encontrar “não com palavras, mas com a presença do Santo dos Santos. Sacramento, a oferta do sacrifício divino, a oração, a penitência, a prática das virtudes evangélicas, a caridade, uma caridade fraterna e universal, compartilhando até a última mordida no pão com cada pobre, cada hóspede, cada estrangeiro que se apresenta e recebendo cada homem como irmão amado ”.

Ele constrói um eremitério e se dá um regulamento detalhado, como um monge. Mas seu desejo de receber todos que batem em sua porta logo transforma o eremitério em uma colmeia de manhã à noite. Ele escreve: “Quero acostumar todos os habitantes, cristãos, muçulmanos, judeus, a me olharem como seu irmão, o irmão universal. Começam a chamar a casa de “fraternidade” e gosto muito disso ”.

Devido ao fechamento das fronteiras com o Marrocos, e ao receber um convite para o Hoggar - nenhum padre poderia ser autorizado a residir lá, devido à política anticlerical do governo francês - ele se volta para os tuaregues. Por isso, em 1905, Charles foi morar no coração do Saara, em Tamanrasset. Pobre entre os pobres por fidelidade à sua vocação de imitar a vida oculta de Jesus em Nazaré que se fez pequeno para dar um rosto humano a Deus, Carlos se faz pequeno entre os pobres para revelar o rosto de um Deus que é Amor: ” Amar uns aos outros, como Jesus nos amou, é fazer da salvação de todas as almas a obra da nossa vida, dando, em caso de necessidade, o nosso sangue por ele, como Jesus fez ”.

O amor o leva a dar a vida em 1 de dezembro de 1916, assassinado por invasores, em uma expropriação extrema.

Na morte, ele cumpriu perfeitamente a sua vocação: "Silenciosamente, secretamente como Jesus em Nazaré, obscuramente como Ele, passando desconhecido na terra como um viajante na noite [...] pobremente, laboriosamente, desarmado e mudo diante da injustiça como Ele, deixando-me como o Cordeiro divino para tosquiar e sacrificar sem resistir nem falar, imitando Jesus em tudo em Nazaré e Jesus na Cruz ”.

Assim se realizou um dos desejos mais tenazes: o desejo de imitar Jesus na sua morte dolorosa e violenta, de lhe dar o sinal do amor maior e assim completar a união, a fusão daquele que ama naquele que é amado.

O Irmãozinho Charles de Foucauld não é um fundador no sentido estrito da palavra, mas um iniciador, um irmão mais velho que abriu o caminho a muitos outros que querem caminhar como ele, seguindo Jesus de Nazaré.

Fonte: causesanti.va (adaptado)