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5º Domingo do Tempo Comum

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Antífona de entrada

Vinde, adoremos e prostremo-nos por terra, e ajoelhemo-nos ante o Deus que nos criou! Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor. (Cf. Sl 94, 6-7)
Gradual Romano:
Veníte, adorémus Deum, et procidámus ante Dóminum: plorémus ante eum, qui fecit nos: quia ipse est Dóminus Deus noster. Ps. Veníte, exsultémus Dómino: iubilémus Deo salutári nostro. (Ps. 94, 6. 7 et 1)

Vernáculo:
Vinde, adoremos e prostremo-nos por terra, e ajoelhemo-nos ante o Deus que nos criou! Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor.(Cf. MR: Sl 94, 6-7) Sl. Vinde, exultemos de alegria no Senhor, aclamemos o Rochedo que nos salva! (Cf. LH: Sl 94, 1)

Glória

Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai todo-poderoso.
Nós vos louvamos,
nós vos bendizemos,
nós vos adoramos,
nós vos glorificamos,
nós vos damos graças
por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo,
só vós, o Senhor,
só vós, o Altíssimo,
Jesus Cristo,
com o Espírito Santo,
na glória de Deus Pai.
Amém.

Coleta

Velai, Senhor, nós vos pedimos, com incansável amor sobre vossa família; e porque só em vós coloca a sua esperança, defendei-a sempre com vossa proteção. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Is 58, 7-10


Leitura do Livro do profeta Isaías


Assim diz o Senhor: 7Reparte o pão com o faminto, acolhe em casa os pobres e peregrinos. Quando encontrares um nu, cobre-o, e não desprezes a tua carne. 8Então, brilhará tua luz como a aurora e tua saúde há de recuperar-se mais depressa; à frente caminhará tua justiça e a glória do Senhor te seguirá. 9Então invocarás o Senhor e ele te atenderá, pedirás socorro, e ele dirá: “Eis-me aqui”. Se destruíres teus instrumentos de opressão, e deixares os hábitos autoritários e a linguagem maldosa;10se acolheres de coração aberto o indigente e prestares todo o socorro ao necessitado, nascerá nas trevas a tua luz e tua vida obscura será como o meio-dia.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 111(112), 4-5. 6-7. 8a. 9 (R. 4a. 3b)


℟. Uma luz brilha nas trevas para o justo, permanece para sempre o bem que fez.


— Ele é correto, generoso e compassivo, como luz brilha nas trevas para os justos. Feliz o homem caridoso e prestativo, que resolve seus negócios com justiça. ℟.

— Porque jamais vacilará o homem reto, sua lembrança permanece eternamente! Ele não teme receber notícias más: confiando em Deus, seu coração está seguro. ℟.

— Seu coração está tranquilo e nada teme. Ele reparte com os pobres os seus bens, permanece para sempre o bem que fez e crescerão a sua glória e seu poder. ℟.

Segunda Leitura — 1Cor 2, 1-5


Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios


Irmãos, quando fui à vossa cidade anunciar-vos o mistério de Deus, não recorri a uma linguagem elevada ou ao prestígio da sabedoria humana. 2Pois, entre vós, não julguei saber coisa alguma, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado. 3Aliás, eu estive junto de vós, com fraqueza e receio, e muito tremor. 4Também a minha palavra e a minha pregação não tinham nada dos discursos persuasivos da sabedoria, mas eram uma demonstração do poder do Espírito,5para que a vossa fé se baseasse no poder de Deus, e não na sabedoria dos homens.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Pois eu sou a Luz do mundo, quem nos diz nos diz é o Senhor; e vai ter a Luz da Vida quem se faz meu seguidor. (Jo 8, 12) ℟.

Evangelho — Mt 5, 13-16


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:13“Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens.

14Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte.15Ninguém acende uma lâmpada e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim, num candeeiro, onde brilha para todos, que estão na casa. 16Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Creio

Creio em Deus Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra.
E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo,
nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado, morto e sepultado,
desceu à mansão dos mortos,
ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus,
está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso,
donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo,
na santa Igreja Católica,
na comunhão dos santos,
na remissão dos pecados,
na ressurreição da carne
e na vida eterna. Amém.

Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Perfice gressus meos in sémitis tuis, ut non moveántur vestígia mea: inclína aurem tuam, et exáudi verba mea: mirífica misericórdias tuas, qui salvos facis sperántes in te, Dómine. (Ps. 16, 5. 6. 7)

Vernáculo:
Os meus passos eu firmei na vossa estrada, e por isso os meus pés não vacilaram. Inclinai o vosso ouvido e escutai-me! Mostrai-me vosso amor maravilhoso, vós que salvais e libertais do inimigo quem procura a proteção junto de vós. (Cf. LH: Sl 16, 5. 6b. 7)

Sobre as Oferendas

Senhor nosso Deus, que criastes o pão e o vinho para alimentar nossa fraqueza, concedei, nós vos pedimos, que se tornem para nós sacramento de vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Agradeçam ao Senhor por seu amor e por suas maravilhas entre os homens! Deu de beber aos que sofriam tanta sede e os famintos saciou com muitos bens. (Cf. Sl 106, 8-9)

Ou:


Bem-aventurados os aflitos porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede da justiça, porque serão saciados. (Mt 5, 4. 6)
Gradual Romano:
Introíbo ad altáre Dei, ad Deum qui laetíficat iuventútem meam. (Ps. 42, 4; ℣. Ps. 42, 1. 2. 3. 5a. 5bc)

Vernáculo:
Então irei aos altares do Senhor, Deus da minha alegria. (Cf. LH: Sl 42, 4ab)

Depois da Comunhão

Ó Deus, quisestes que participássemos do mesmo pão e do mesmo cálice; fazei-nos viver de tal modo unidos em Cristo, que possamos com alegria produzir fruto para a salvação do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 08/02/2026


Seja sal


Hoje é domingo, dia do Senhor.
Dia de nós colocarmos a nossa melhor roupa, irmos para a Santa Missa e ir ao encontro do Senhor. Ele nos espera, espera para consolar o nosso coração, para curar o nosso coração.
O Evangelho de São Mateus, capítulo 5, versículo 3 ao 16, diz para nós: Vós sois o sal da terra, mas se o sal perder o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Não serve mais para nada, senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo, não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte. Nem se acende uma lâmpada para colocá-la debaixo do alqueire, mas sobre o candeeiro, onde brilha para todos os que estão em casa. Mateus 5,13-16
Seja luz
Ser sal e ser luz, testemunhas que transformam o mundo.
Quando Jesus traz essas simples comparações daquilo que é a criação de Deus, o sal e a luz têm poder para transformar, seja um alimento, ou seja, onde há escuridão, trazer ali a luz.
O sal, no tempo de Jesus não era apenas um tempero, ele servia para conservar os alimentos, dar sabor, e purificar.
Quando Jesus diz: “vós sois o sal da terra”, ele nos chama a dar sabor ao mundo.
Mas uma pessoa que se diz cristão, não se alimenta da vida de oração, da eucaristia, da adoração, como é que nós vamos fazer aquilo que Jesus pede? Dar sabor ao mundo.
Nós não podemos dar de nós mesmos, nós precisamos dar daquilo que nós buscamos, ou seja, dar sabor ao mundo com o amor de Deus, a impedir que a vida humana se corrompa pela indiferença, pelo egoísmo e pela injustiça.
É ou não é verdade que a indiferença, o egoísmo e a injustiça é falta do quê? De tempero, ou seja, falta do sal, é falta deste sabor.
Mas se nós nos alimentarmos do amor de Deus, nós vamos fazer com que a humanidade não se corrompa por essas realidades.
O cristão que perde o sabor, ou seja, que perde a alegria do evangelho, deixa de ser testemunha viva.
O sal, só se cumpre seu papel quando se mistura, quando se entrega. Assim também o cristão só se cumpre a sua missão quando se doa, quando está no meio dos outros, levando esperança e levando a justiça de Deus.
Isso é ser sal, isso é ser luz.
Que Deus nos ajude, que o Senhor nos dê essa graça de não perdermos o sabor e de não perder a alegria e o entusiasmo pelo evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Padre Ricardo Rodolfo

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Santo do dia 08/02/2026

Santa Josefina Bakhita (Memória Facultativa)
Local: Schio, Itália
Data: 08 de Fevereiro † 1947


Nascida na região de Darfur, no Sudão (África) por volta de 1869, Bakhita, cujo nome em árabe (bakhit), significa Afortunada ou Fortunata, foi a primeira santa sudanesa. Educada em sua família no respeito pelo ser humano e pela natureza, compreendeu mais tarde, quando se tornou cristã e religiosa canossiana, que Deus sempre a havia amado e conduzido pelos caminhos da vida, mesmo quando ela nem sequer sabia de sua existência.

Ainda menina, com seus 7 anos de idade, foi feita escrava, capturada e vendida diversas vezes, considerada como objeto ou animal, sem direito algum, devendo apenas servir a seu patrão e ser obediente a ele, em meio a atrozes e humilhantes sofrimentos. O nome da pequena negra e desafortunada no momento, que misteriosa, mas providencialmente lhe foi dado pelos seus raptores, a fez "Afortunada", "Felizarda", "Amada de Deus e do povo", espalhando-se pelo mundo inteiro como uma santa cristã, conhecida em todos os continentes, símbolo de resgate para muitos africanos ainda hoje escravizados e comercializados.

Providência divina, Bakhita foi finalmente vendida e resgatada por um cônsul italiano e cedida a Calisto Legnani, em 1885. Ele a encaminhou para a família Michieli, que a levou para Veneza, onde se tornou babá de sua filhinha, que muito se afeiçoou a Bakhita. Na família, nossa então jovem Bakhita conheceu Illuminato Checchini, administrador dos bens do casal Michieli, e que marcou profundamente sua vida, sobretudo pela educação cristã que lhe deu. Foi ele quem a presenteou com o primeiro crucifixo, que ela nunca mais abandonou, adquirindo singular e extraordinária importância em sua vida. Foi ele quem a apoiou para tornar-se religiosa. Foram ele e seus filhos que acompanharam seu catecumenato e sua formação religiosa, do batismo, da crisma e da primeira comunhão à Consagração Religiosa, como Irmã Canossiana. Diz ela: "Eu me lembrava que, na minha aldeia na África, ao ver o sol, a lua e as estrelas, as belezas da natureza, eu me dizia: Quem é o dono destas lindas coisas? E sentia uma grande vontade de vê-lo, de conhecê-lo, de lhe prestar homenagem. E agora o conheço. Obrigada, obrigada, meu Deus!"

Aos poucos a tímida menina transformou-se em jovem decidida, e em 1889, libertada da escravidão, sentiu que devia ficar na Itália, onde poderia viver sua consagração "na casa do Senhor" e doar-se inteira a Deus, o divino Parón, o único e bom Patrão a quem passaria a obedecer com alegria: "Eu dou tudo ao Parón e ele cuida de mim..." E ainda, lembrando as tantas chicotadas que levou e que lhe deixaram mais de 100 marcas pelo corpo todo, assim se expressa: "Não morri, graças a um milagre do Senhor, que me destinava a coisas melhores... Estive no meio da lama, mas nunca me sujei".

Como negra e pobre, ela mesma não se achava digna de abraçar a Vida Religiosa. Mas vencidas as dificuldades, bem acolhida pelas Irmãs da Caridade, ingressou no noviciado de Veneza, em 1893, professando seus primeiros votos em Verona, em 1896. A intimidade com o Crucificado, a apaixonada devoção à Santa Eucaristia, o amor a Nossa Senhora, sua vida de oração, humildade e simplicidade, em extrema pobreza e total despojamento, sua inteira confiança em Deus e obediência à Vontade do Pai, fizeram de Bakhita já em vida a santa do povo. Passou seus últimos anos em Schio, com sérios problemas de saúde, mas sem uma queixa sequer. Quando voltou ao Paraíso de que tanto falava, no dia 8 de fevereiro de 1947, em seu quarto foram encontrados apenas o pequeno crucifixo, um livro de orações e o terço.

João Paulo II, que lhe tinha um amor especial, a proclamou "irmã universal" no dia de sua beatificação, em 1992, por ter ela vivido a suprema e verdadeira felicidade das bem-aventuranças. Seu testemunho de perdão evangélico, vivido no mais alto grau, bem o revela. Perguntada o que faria se encontrasse seus algozes, respondeu: "Se eu encontrasse os negreiros que me sequestraram e torturaram, me ajoelharia a seus pés e lhes beijaria as mãos, porque através deles eu conheci Jesus e me tornei cristã".

Canonizada pelo mesmo papa João Paulo II, em Roma, o dia 1º de outubro de 2000, festa de Santa Teresinha e ano do Grande Jubileu, uniu para sempre as duas santas missionárias, que iluminaram o mundo com seu ideal de salvar almas e derramar chuva de rosas do céu sobre a terra: "Se o Senhor permitir... do paraíso mandarei muitas graças para a salvação das almas".

Eis uma tradução provisória da Oração coleta que aparecerá na próxima edição do Missal romano: Ó Deus, que tendo conduzido Santa Josefina da vil escravidão à dignidade de vossa filha e esposa de Cristo, concedei-nos, a seu exemplo, seguir com amor constante o Senhor Jesus Crucificado e perseverar na caridade, sempre voltados à prática da misericórdia.

Referência:
BECKHÄUSER, Frei Alberto. Os Santos na Liturgia: testemunhas de Cristo. Petrópolis: Vozes, 2013. 391 p. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santa Josefina Bakhita, rogai por nós!



São Jerônimo Emiliani (Memória Facultativa)
Local: Somasca, Italiana
Data: 08 de Fevereiro † 1537


Parece mais exato chamá-lo com o sobrenome de Emiliani do que Emiliano. Jerônimo nasceu em Veneza, na Itália, em 1486, e morreu em Somasca, Bérgamo, a 8 de fevereiro de 1537. Pertencia à nobreza abastada de Veneza. Seguiu a carreira de armas, levando uma vida um tanto dissoluta. Tornou-se comandante da fortaleza de Castelnuovo, na luta dos Estados da Europa contra a prepotência da república de Veneza. Foi preso e lançado numa tétrica prisão. A solidão e os sofrimentos do calabouço levaram-no a Deus. Tomou o propósito de se dedicar totalmente à religião.

Ordenado sacerdote com 37 anos, voltou de Castelnuovo a Veneza, onde encontrou o verdadeiro campo para exercer a caridade: a carestia, a fome, as epidemias que faziam estragos dolorosos. Devido à guerra, por toda parte havia órfãos, crianças abandonadas, moças entregues à prostituição. Foi neste campo dos pobres e abandonados que Jerônimo exerceu seu apostolado. Todos os seus bens não bastavam para aliviar tanta miséria. Surgiram então amigos que o ajudaram em sua obra caritativa. Recolheu os órfãos e as crianças abandonadas, abriu escolas e orfanatos e casas de abrigo para acolher jovens decaídas, não só em Veneza, mas em várias cidades do norte da Itália, como Verona, Bréscia e Bérgamo e, por último, em Milão.

Em torno de Jerônimo formou-se um grupo de auxiliares que deu origem à Sociedade, Congregação ou Ordem dos Clérigos Regulares de Somasca (os somascos), destinada a socorrer as crianças órfãs, os pobres e as prostitutas em sua reabilitação moral. Morreu do mal contraído no serviço dos empesteados.

Jerônimo Emiliani destaca-se como um herói da caridade cristã à semelhança de São Camilo de Lellis e São Vicente de Paulo. Para este serviço de caridade na Igreja, mais tarde surgiram inúmeras congregações tanto masculinas como femininas.

A oração litúrgica apresenta São Jerônimo Emiliani como pai e protetor dos órfãos, símbolos de todo desamparado.

São Jerônimo Emiliani deixou uma mensagem muito rica do Evangelho: o amor aos pobres, desamparados, doentes de todo tipo, mas, sobretudo, pelas crianças e jovens abandonados. Estamos diante das obras de misericórdia do Evangelho de Cristo. Nele aparece a atitude de Cristo em relação à mulher marginalizada. Tratou-as com misericórdia procurando recuperá-las para a vida digna e a fé.

Quando a Igreja o celebra, está celebrando a própria vocação da prática das obras de misericórdia na partilha solidária dos bens de cada um. Nos pobres, nos doentes, nos marginalizados de toda sorte Cristo se faz presente de modo sacramental. Neles somos chamados a servir e amar o próprio Senhor Jesus. Trata-se de uma exigência do Evangelho para todos.

Referência:
BECKHÄUSER, Frei Alberto. Os Santos na Liturgia: testemunhas de Cristo. Petrópolis: Vozes, 2013. 391 p. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

São Jerônimo Emiliani, rogai por nós!


Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil