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Sábado da 3ª Semana da Quaresma

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Antífona de entrada

Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores! Pois ele te perdoa toda culpa. (Cf. Sl 102, 2-3)
Gradual Romano:
Exsurge Domine, adiuva nos et libera nos, propter nomen tuum. Ps. Deus, auribus nostris audivimus: patres nostri annuntiaverunt nobis opus, quod operatus es in diebus eorum, et in diebus antiquis. Ant. Tu es rex meus et Deus meus, qui mandas salutes Iacob. Ant. In Deo gloriábimur tota die, et in nómine tuo confitébimur in saeculum. Ant. (Ps. 43, 26 et 2. 5. 9)

Vernáculo:
Levantai-vos, vinde logo em nosso auxílio, libertai-nos pela vossa compaixão! Sl. Ó Deus, nossos ouvidos escutaram, e contaram para nós, os nossos pais, as obras que operastes em seus dias, em seus dias e nos tempos de outrora. Ant. Sois vós, o meu Senhor e o meu Rei, que destes as vitórias a Jacó. Ant. Em vós, ó Deus, nos gloriamos todo dia, celebrando o vosso nome sem cessar. Ant. (Cf. LH: Sl 43, 26 e 2. 5. 9)

Coleta

Alegrando-nos com a celebração anual da Quaresma, nós vos pedimos, Senhor, que participando com fervor dos sacramentos pascais possamos participar com fervor dos sacramentos pascais, possamos colher com alegria todos os seus frutos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Os 6, 1-6


Leitura da Profecia de Oséias


1“Vinde, voltemos para o Senhor, ele nos feriu e há de tratar-nos, ele nos machucou e há de curar-nos. 2Em dois dias, nos dará vida, e, ao terceiro dia, há de restaurar-nos, e viveremos em sua presença. 3É preciso saber segui-lo para reconhecer o Senhor. Certa como a aurora é a sua vinda, ele virá até nós como as primeiras chuvas, como as chuvas tardias que regam o solo”.

4Como vou tratar-te, Efraim? Como vou tratar-te, Judá? O vosso amor é como nuvem pela manhã, como orvalho que cedo se desfaz. 5Eu os desbastei por meio dos profetas, arrasei-os com as palavras de minha boca, mas, como luz, expandem-se meus juízos; 6quero amor, e não sacrifícios, conhecimento de Deus, mais do que holocaustos.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 50(51), 3-4. 18-19. 20-21ab (R. cf. Os 6, 6)


℟. Eu quis misericórdia e não o sacrifício!


— Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia! Na imensidão de vosso amor, purificai-me! Lavai-me todo inteiro do pecado, e apagai completamente a minha culpa! ℟.

— Pois não são de vosso agrado os sacrifícios, e, se oferto um holocausto, o rejeitais. Meu sacrifício é minha alma penitente, não desprezeis um coração arrependido! ℟.

— Sede benigno com Sião, por vossa graça, reconstruí Jerusalém e os seus muros! E aceitareis o verdadeiro sacrifício, os holocaustos e oblações em vosso altar! ℟.


https://youtu.be/7PI-iEgfZOw
℟. Honra, glória, poder e louvor a Jesus, nosso Deus e Senhor!
℣. Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: não fecheis os corações como em Meriba! (Cf. Sl 94, 8ab) ℟.

Evangelho — Lc 18, 9-14


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Lucas 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 9Jesus contou esta parábola para alguns que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros: 10“Dois homens subiram ao Templo para rezar: um era fariseu, o outro cobrador de impostos. 11O fariseu, de pé, rezava assim em seu íntimo: ‘Ó Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens, ladrões, desonestos, adúlteros, nem como este cobrador de impostos. 12Eu jejuo duas vezes por semana, e dou o dízimo de toda a minha renda’. 13O cobrador de impostos, porém, ficou à distância, e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu; mas batia no peito, dizendo: ‘Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador!’ 14Eu vos digo: este último voltou para casa justificado, o outro não. Pois quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Domine convertere, et eripe animam meam: salvum me fac propter misericordiam tuam. (Ps. 6, 5)

Vernáculo:
Oh! voltai-vos a mim e poupai-me, e salvai-me por vossa bondade! (Cf. LH: Sl 6, 5)

Sobre as Oferendas

Ó Deus, por vossa graça podemos nos aproximar dos santos mistérios de coração purificado. Concedei, nós vos pedimos, que vos rendamos o devido louvor aos celebrarmos solenemente a sagrada liturgia. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

O cobrador de impostos, porém, ficou à distância e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu; mas batia no peito dizendo: Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador! (Cf. Lc 18, 13)
Gradual Romano:
Dominus virtutum ipse est rex gloriae. (Ps. 23, 10; ℣. Ps. 23, 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7)

Vernáculo:
O Rei da glória é o Senhor onipotente, o Rei da glória é o Senhor Deus do universo! (Cf. LH: Sl 23, 10)

Depois da Comunhão

Ó Deus de misericórdia, sustentados pela eucaristia, dai-nos celebrar dignamente vossos sacramentos e recebê-los sempre com fé. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 14/03/2026


Quem se eleva será humilhado!


Deus resiste a um coração soberbo, mas não a um humilde: ao primeiro, ainda que muito cumpridor da Lei, nega a sua graça; mas ao segundo, ainda que coberto de faltas, Ele justifica, agracia e torna capaz de amar.

No Evangelho de hoje, Jesus conta a parábola do publicano e do fariseu. Somente um deles voltou para casa justificado, o publicano que foi humilde, e o fariseu não. O fariseu, na sua soberba, está praticando uma religião que, na verdade, o está afastando de Deus. Vamos ver o que isso significa. Veja, em primeiríssimo lugar, nós, para estar diante de Deus, precisamos ser humildes. Como recorda Santa Teresa d’Ávila: “A humildade é andar na verdade” (VI Moradas 10, 8). Ou seja, diante de Deus, quem somos nós? Então, é evidente que, se Deus é Deus, esta verdade que Deus é nos põe no nosso lugar e — vamos dizer com clareza — nos humilha.Você vai dizer assim: “Mas, padre! Deus é amor, Deus não humilha ninguém”. Sim, Deus é amor; mas diante de sua grandeza e majestade, todo ser humano, de alguma forma, é tomado de vertigem. Se a pessoa não sente vertigem diante da grandeza de Deus, é porque ela não tem noção de quem seja Deus. Agora, Deus, na sua santidade, no seu amor infinito, comparado com a nossa miséria, egoísmo e pecado — é evidente —, a verdade de Deus coloca-nos com os pés no chão, cientes da realidade da nossa miséria e, dessa forma, torna-nos mais humildes.Essa é a primeira atitude da vida de oração, ou seja, um ato de fé na grandeza de Deus e na sua majestade, e um ato de humildade diante da miséria humana. É daí que pode surgir a adoração, é daí que pode surgir um pedido, uma súplica filial, confiante e piedosa, de quem sabe que, na verdade, mesmo sem merecer, é infinitamente amado por Deus. Mas o que faz o fariseu? Ele esquece essa primeira parte e já se apresenta diante de Deus olhando para si mesmo. Olha para si mesmo de forma deformada e distorcida. Ele diz: “Ó Deus, eu te agradeço”. Mas será que agradece mesmo? Continuemos: “Porque não sou como os outros seres humanos”.Quanta soberba! A marca fundamental da soberba é eu me achar melhor do que os outros. Assim ele, considerando-se superior e melhor do que os outros, perde o chão da realidade. Por quê? Porque se apresenta diante de Deus sem enxergar a sua miséria. É o delírio do soberbo. É esse o mesmo delírio no qual caiu Satanás, e no qual caíram os seus anjos, os demônios. É nesse mesmo delírio que caem todos os condenados e réprobos que estão no inferno. A soberba, como nos recorda o Papa São Gregório Magno, é a raiz de todos os outros pecados, é nela que são gerados todos os outros pecados.Então, o Evangelho nos ensina com toda a clareza a atitude de humildade diante de Deus. Essa é a primeira atitude porque, claro, a verdade é dolorosa. Dói vermos a nossa miséria. Isso fica evidente na atitude do pobre publicano. Ele diz: “Meu Deus, tem piedade de mim, que sou pecador”, e ele nem sequer se atrevia a levantar os olhos para o céu. E no entanto essa atitude humilde diante de Deus faz com que ele se atreva — sim, grande atrevimento — a pedir o amor de Deus e a sua misericórdia. Sim, na parábola do publicano vemos o grande encontro da miséria com a misericórdia; mas, se nós não nos dermos conta de nossa miséria, jamais iremos encontrar a misericórdia divina.Então, muitas vezes o que falta mesmo nas pessoas é uma atitude de humildade, de se humilhar diante da presença de Deus: “Humilhai-vos debaixo da poderosa mão de Deus” (1Pd 5, 6s), pois “Deus resiste aos soberbos, e dá a sua graça aos humildes” (Tg 4, 6). Que o Senhor nos ensine essa atitude fundamental e arraigada de verdadeira humildade para podermos nos apresentar diante dele — a miséria pedindo por misericórdia.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Santo do dia 14/03/2026

Santa Matilde (Memória Facultativa)
Local: Quedlinburg, Alemanha
Data: 14 de Março † 968


A idade dos Oton que começou com a sucessão ao trono de Henrique I, esposo de santa Matilde, em 919, assinala o ponto alto da história medieval alemã. Salvando a Europa da invasão dos húngaros, regularizando a situação italiana e exercendo um predomínio sobre a França, a Alemanha achou-se na posição de nação líder da Europa. Antes de morrer, em 936, Henrique designou para o trono seu filho Oton. A rainha, que sustentava a candidatura de outro filho de nome Henrique, foi obrigada a retirar-se num convento e foram-lhe congelados os bens com a desculpa de que ela fazia muitas doações aos pobres.

Santa Matilde é representada com uma igreja na mão e uma carteira de dinheiro; da carteira correm pequenos rios de moedas que dava aos pobres. Empregou seu rico patrimônio para aliviar os sofrimentos alheios, socorrendo os indigentes e fundando vários mosteiros com escolas anexas. Ela, que no começo, não sabia ler, como Carlos Magno, foi a primeira a sentar nos bancos escolares para aprender.

Matilde nasceu em 895. Sua avó, também chamada Matilde, foi abadessa no convento de Herford. Matilde tinha 14 anos quando se casou com o duque de Saxônia, Henrique. Mostrou-se inteligente e conseguiu muitas coisas também para o marido e depois para os filhos. Reconciliou-os numa contenda sobre domínios. No ano de 962 Oton foi coroado imperador em Roma e Matilde, depois de se ter despedido do filho rei e do outro, Bruno, chamado o santo, que foi depois arcebispo de Colônia, foi fechar-se no convento de Nordhausen, depois em Quedlinburg, onde morreu no dia 14 de março de 968 e foi sepultada ao lado do marido.

Desde os escritos da época ela vem sendo chamada de santa. Mulher de admirável piedade, exemplo e ideal de rainha cristã.

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santa Matilde, rogai por nós!


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