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6ª feira da 4ª Semana da Quaresma

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Antífona de entrada

Por vosso nome, salvai-me, Senhor; e dai-me a vossa justiça! Ó meu Deus, atendei a minha prece e escutai as palavras que digo! (Cf. Sl 53, 3-4)
Gradual Romano:
Deus in nomine tuo salvum me fac, et in virtute tua iudica me. Deus exaudi orationem meam. Ps. Quoniam alieni insurrexerunt adversum me: et fortes quaesierunt animam meam. (Ps. 53, 3. 4. 5)

Vernáculo:
Por vosso nome, salvai-me, Senhor; e dai-me a vossa justiça! Ó meu Deus, atendei a minha prece e escutai as palavras que eu digo! (Cf. MR: Sl 53, 3-4) Sl. Pois contra mim orgulhosos se insurgem, e violentos perseguem-me a vida. (Cf. LH: Sl 53, 5)

Coleta

Ó Deus, que preparastes para a nossa fraqueza os auxílios necessários à nossa renovação, dai-nos recebê-los com alegria e vê-los frutificar em nossa vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Sb 2, 1a. 12-22


Leitura do Livro da Sabedoria


1aDizem entre si, os ímpios, em seus falsos raciocínios: 12“Armemos ciladas ao justo, porque sua presença nos incomoda: ele se opõe ao nosso modo de agir, repreende em nós as transgressões da lei e nos reprova as faltas contra a nossa disciplina. 13Ele declara possuir o conhecimento de Deus e chama-se ‘filho de Deus’. 14Tornou-se uma censura aos nossos pensamentos e só o vê-lo nos é insuportável; 15sua vida é muito diferente da dos outros, e seus caminhos são imutáveis. 16Somos comparados por ele à moeda falsa e foge de nossos caminhos como de impurezas; proclama feliz a sorte final dos justos e gloria-se de ter a Deus por pai. 17Vejamos, pois, se é verdade o que ele diz, e comprovemos o que vai acontecer com ele. 18Se, de fato, o justo é ‘filho de Deus’, Deus o defenderá e o livrará das mãos dos seus inimigos. 19Vamos pô-lo à prova com ofensas e torturas, para ver a sua serenidade e provar a sua paciência; 20vamos condená-lo à morte vergonhosa, porque, de acordo com suas palavras, virá alguém em seu socorro”.

21Tais são os pensamentos dos ímpios, mas enganam-se; pois a malícia os torna cegos, 22não conhecem os segredos de Deus, não esperam recompensa para a santidade e não dão valor ao prêmio reservado às vidas puras.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 33(34), 17-18. 19-20. 21 e 23 (R. 19a)


℟. Do coração atribulado está perto o Senhor.


— O Senhor volta a sua face contra os maus, para da terra apagar sua lembrança. Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta e de todas as angústias os liberta. ℟.

— Do coração atribulado ele está perto e conforta os de espírito abatido. Muitos males se abatem sobre os justos, mas o Senhor de todos eles os liberta. ℟.

— Mesmo os seus ossos ele os guarda e os protege, e nenhum deles haverá de se quebrar. Mas o Senhor liberta a vida dos seus servos, e castigado não será quem nele espera. ℟.


https://youtu.be/DQSIVPzSmkM
℟. Glória a Cristo, Imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai!
℣. O homem não vive somente de pão, mas de toda palavra da boca de Deus. (Mt 4, 4b) ℟.

Evangelho — Jo 7, 1-2. 10. 25-30


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo João 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 1Jesus andava percorrendo a Galileia. Evitava andar pela Judeia, porque os judeus procuravam matá-lo. 2Entretanto, aproximava-se a festa judaica das Tendas. 10Quando seus irmãos já tinham subido, então também ele subiu para a festa, não publicamente mas sim, como que às escondidas. 25Alguns habitantes de Jerusalém disseram então: “Não é este a quem procuram matar? 26Eis que fala em público e nada lhe dizem. Será que, na verdade, as autoridades reconheceram que ele é o Messias? 27Mas este, nós sabemos donde é. O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde ele é”.

28Em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo: “Vós me conheceis e sabeis de onde sou; eu não vim por mim mesmo, mas o que me enviou é fidedigno. A esse, não o conheceis, 29mas eu o conheço, porque venho da parte dele, e ele foi quem me enviou”. 30Então, queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele, porque ainda não tinha chegado a sua hora.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Populum humilem salvum facies, Domine, et oculos superborum humiliabis: quoniam quis Deus praeter te, Domine? (Ps. 17, 28. 32)

Vernáculo:
Pois salvais, ó Senhor Deus, o povo humilde, mas os olhos dos soberbos humilhais. Quem é deus além de Deus nosso Senhor? (Cf. LH: Sl 17, 28. 32a)

Sobre as Oferendas

Ó Deus todo poderoso, fazei que este sacrifício nos santifique com o seu admirável poder e nos faça chegar de coração purificado, às festas pascais, fonte da nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Em Cristo, pelo seu sangue, nós somos libertados. Nele, as nossas faltas são perdoadas, segundo a riqueza da sua graça. (Ef 1, 7)
Gradual Romano:
Dico vobis: Gaudium est angelis Dei super uno peccatore paenitentiam agente. (Lc. 15, 10; ℣. Ps. 31, 1. 2. 3. 4. 5ab. 7. 8. 10. 11)

Vernáculo:
Haverá alegria entre os Anjos de Deus por um só pecador que se converte. (Cf. MR: Lc 15, 10)

Depois da Comunhão

Senhor, que nos fizestes passar da antiga para a nova aliança, fazei que este sacramento celeste nos liberte da velha condição do pecado e nos renove com uma vida santa. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 20/03/2026


Será que conhecemos mesmo a Deus?


Precisamos dar o braço a torcer e reconhecer que não conhecemos a Deus, porque a ideia que dele nos formamos, na maioria das vezes, não passa de um ídolo, uma falsificação grosseira com que pretendemos limitá-lo às nossas expectativas e desejos mais chãos.

No Evangelho de hoje, Jesus entra em controvérsia com alguns judeus, entre os quais havia parentes seus de Nazaré, a respeito de sua identidade messiânica, pois muitos afirmavam conhecê-lo, por saberem de onde Ele era; e se sabem a sua origem — concluem entre si —, segue-se que Ele não pode ser o Messias, pois “o Cristo, quando vier, ninguém saberá donde ele é”. Portanto, Jesus dá todos os sinais de não corresponder à imagem de Messias que muitos em Israel se haviam formado: esperavam um Cristo forte, e Jesus se apresenta fraco; queriam um Cristo rico, e o Senhor não passa de um carpinteiro pobre; aspiravam a Cristo político, e Jesus insiste em que o seu Reino não é deste mundo. Mas que não reconheçam em Jesus o Cristo enviado por Deus se deve não apenas aos preconceitos que se tinham imposto, por interpretarem mal e parcialmente as Escrituras, mas também a uma falta de fé que se mascara de “conhecimento” e “piedade”: “O que me enviou é fidedigno. A esse, não o conheceis; mas eu, sim, o conheço”. Porque, com efeito, são muitos que dizem crer em Deus, mas o que têm na verdade é um ídolo, modelado à imagem e semelhança de cada qual: para um, que faz pouco caso do pecado, é um Senhor que perdoa sempre e a ninguém jamais castiga; para outro, que se compraz em remoer os próprios escrúpulos, é um Rei implacável que a ninguém salva e a todos condena; para este, é espécie de gênio mágico cuja razão de ser é fazer nossas vontades; para aquele, enfim, é uma simples ideia, que não tem outro interesse além de ser objeto de estudo e especulação. No entanto, “vós não conheceis a Deus”, diz Jesus, “mas eu, sim, o conheço, porque venho da parte dele, e Ele foi quem me enviou”. E, por não o conhecermos, pretendemos limitá-lo aos nossos conceitos e esperamos que Ele atue segundo a nossa medida, sem admitir que Ele tem todo o direito de nos desconcertar, fazendo a sua, e não a nossa vontade; visitando-nos, não pela fortuna e a saúde, mas pela penúria e a doença; mostrando-nos que o que lhe agrada não são os triunfos e glórias humanas, mas a humildade e a simplicidade de coração. Que este tempo de Quaresma seja para nós um tempo de verdadeira conversão. Abandonemos de uma vez para sempre os falsos ídolos que nos formamos e aos que temos servido como se fôram o Deus verdadeiro, e deixemos que este, que se quis revelar em e por meio de Jesus Cristo, ocupe o reinado que lhe é devido por direito em nossa vida: “Vós não conheceis a Deus; mas eu, sim, o conheço, porque venho da parte dele, e Ele foi quem me enviou”.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Santo do dia 20/03/2026

São José Bilczewski (Memória Facultativa)
Local: Lviv, Ucrânia
Data: 20 de Março † 1923


José (Józef) Bilczewski nasceu em 26 de abril de 1860 em Wilamowice, perto de Kęty, na atual diocese de BielskoŻywiec, antiga diocese de Cracóvia.

Depois de completar a escola primária em Wilamowice e Kęty, frequentou o ginásio em Wadowice, onde em 1880 obteve seu bacharelado. Em 6 de julho de 1884 foi ordenado sacerdote em Cracóvia pelo Cardeal Albino Dunajewski. Em 1886 ele recebeu seu doutorado em teologia pela Universidade de Viena. Depois de mais estudos em Roma e Paris, em 1890 ele fez o exame de qualificação na Universidade Jagellonica em Cracóvia.

Um ano depois tornou-se professor de teologia dogmática na Universidade John Casimir de Leopoli, ocupando também, por um certo período, o cargo de reitor da faculdade teológica e mais tarde como reitor da própria universidade. Como professor, era muito apreciado pelos alunos e, ao mesmo tempo, gozava da estima e amizade de seus colegas professores universitários. Ele se dedicou ao trabalho científico e, apesar de sua idade relativamente jovem, adquiriu a reputação de um cientista autoritário.

Suas extraordinárias capacidades de intelecto e coração foram notadas pelo imperador da Áustria, Franz Joseph, que apresentou o bispo Giuseppe Bilczewski ao Santo Padre como candidato à vaga sé metropolitana de Lviv. O Santo Padre Leão XIII acolheu positivamente a proposta do Imperador e em 17 de dezembro de 1900 nomeou Dom Giuseppe Bilczewski, de 40 anos, Arcebispo de Lviv de rito latino.

A complexa situação social, econômica, étnica e religiosa fez com que o cuidado da grande diocese exigisse do Pastor grande força moral, grande confiança em Deus, uma fé revigorada pelo contato contínuo com Deus.

Dom Giuseppe Bilczewski distinguiu-se por sua grande bondade de coração, compreensão, humildade, piedade, diligência e zelo pastoral que brotaram de seu imenso amor a Deus e ao próximo.

Tomando posse da Arquidiocese de Lviv, indicou, com muita clareza, seu programa pastoral que continha nas palavras "sacrificar-se totalmente pela santa Igreja". Indicou, entre outras coisas, a necessidade do desenvolvimento do culto ao Santíssimo Sacramento e a frequente aproximação à Sagrada Comunhão.

Durante os 23 anos de seu serviço pastoral, mudou o rosto da Arquidiocese de Lviv. Somente sua morte, ocorrida em 20 de março de 1923, pôs fim à sua vasta e perspicaz ação pastoral.
Ele havia se preparado para a morte, e a recebeu com paz e submissão, como sinal da vontade de Deus, sempre considerada por ele como santa.

Ele deixou este mundo desfrutando de uma reputação universal de santidade. De acordo com o seu testamento foi sepultado no cemitério de Janów, chamado cemitério dos pobres, em Lviv, desejando repousar entre aqueles de quem sempre foi pai e protetor.

Fonte: causesanti.va (adaptado)

São José Bilczewski, rogai por nós!


Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil