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Memória Facultativa

Santos Protomártires da Igreja de Roma

Antífona de entrada

Povos todos, aplaudi e aclamai a Deus com brados de alegria. (Sl 46, 2)
Omnes gentes pláudite mánibus: iubiláte Deo in voce exsultatiónis. Ps. Quóniam Dóminus excélsus, terríbilis: Rex magnus super omnem terram. (Ps. 46, 2. 3)
Vernáculo:
Povos todos, aplaudi e aclamai a Deus com brados de alegria. (Cf. MR: Sl 46, 2) Sl. Porque sublime é o Senhor, o Deus Altíssimo, o soberano que domina toda a terra. (Cf. LH: Sl 46, 3)

Oração do dia

Ó Deus, pela vossa graça, nos fizestes filhos da luz. Concedei que não sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas brilhe em nossas vidas a luz da vossa verdade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura (Am 7, 10-17)


Leitura da Profecia de Amós


Naqueles dias, 10Amasias, sacerdote de Betel, mandou dizer a Jeroboão, rei de Israel: “Amós conspira contra ti, dentro da própria casa de Israel; o país não consegue evitar que se espalhem todas as suas palavras. 11Ele anda dizendo: ‘Jeroboão morrerá pela espada, e Israel será deportado de sua pátria, como escravo’”.

12Disse depois Amasias a Amós: “Vidente, sai e procura refúgio em Judá, onde possas ganhar teu pão e exercer a profecia; 13mas em Betel não deverás insistir em profetizar, porque aí fica o santuário do rei e a corte do reino”.

14Respondeu Amós a Amasias, dizendo: “Não sou profeta nem sou filho de profeta; sou pastor de gado e cultivo sicômoros. 15O Senhor chamou-me, quando eu tangia o rebanho, e o Senhor me disse: ‘Vai profetizar para Israel, meu povo’”.

16E agora ouve a Palavra do Senhor. “Tu dizes: ‘Não profetizes contra Israel e não insinues palavras contra a casa de Isaac’. 17Pois bem, isto diz o Senhor: ‘Tua mulher se prostituirá na cidade, teus filhos e filhas morrerão pela espada, tuas terras serão tomadas e loteadas; tu mesmo morrerás em terra poluída, e Israel será levado em cativeiro para longe de seu país’”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial (Sl 18)


℟. Os julgamentos do Senhor são corretos e justos igualmente.


— A lei do Senhor Deus é perfeita, conforto para a alma! O testemunho do Senhor é fiel, sabedoria dos humildes. ℟.

— Os preceitos do Senhor são precisos, alegria ao coração. O mandamento do Senhor é brilhante, para os olhos é uma luz. ℟.

— É puro o temor do Senhor, imutável para sempre. Os julgamentos do Senhor são corretos e justos igualmente. ℟.

— Mais desejáveis do que o ouro são eles, do que o ouro refinado. Suas palavras são mais doces que o mel, que o mel que sai dos favos. ℟.


https://youtu.be/NR6H6y_slFk
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Em Cristo, Deus reconciliou consigo mesmo a humanidade; e a nós ele entregou esta reconciliação. (2Cor 5, 19) ℟.

Evangelho (Mt 9, 1-8)


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Mateus 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 1entrando em um barco, Jesus atravessou para a outra margem do lago e foi para a sua cidade. 2Apresentaram-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!”

3Então alguns mestres da Lei pensaram: “Esse homem está blasfemando!” 4Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse: “Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações? 5O que é mais fácil, dizer: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te e anda?’ 6Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder para perdoar pecados, — disse, então, ao paralítico — “Levanta-te, pega a tua cama e vai para a tua casa”. 7O paralítico então se levantou e foi para a sua casa. 8Vendo isso, a multidão ficou com medo e glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Sicut in holocáusto aríetum et taurórum, et sicut in míllibus agnórum pínguium: sic fiat sacrifícium nostrum in conspéctu tuo hódie, ut pláceat tibi: quia non est confúsio confidéntibus in te Dómine. (Dan. 3, 40)


Vernáculo:
Como em holocaustos de carneiros e de touros, como milhares de gordos cordeiros. Seja este o sacrifício na tua presença, hoje, pois para os que confiam em ti não há desilusão. (Cf. Bíblia CNBB: Dn 3, 39. 40)

Sobre as Oferendas

Ó Deus, que nos assegurais os frutos dos vossos sacramentos, concedei que o povo reunido para vos servir corresponda à santidade dos vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão

Bendize, ó minha alma, ao Senhor e todo meu ser, seu santo nome! (Sl 102, 1)

Ou:


Pai, eu vos rogo por eles, para que sejam um em nós, a fim de que o mundo creia que me enviastes, diz o Senhor. (Jo 17, 20-21)
Inclína aurem tuam, accélera, ut éruas nos. (Ps. 30, 3ab; ℣. Ps. 30, 2. 3cd. 6. 7. 8ab. 8c-9. 20ab. 20cd. 21ab. 21cd. 24. 25)
Vernáculo:
Inclinai o vosso ouvido para mim; apressai-vos, ó Senhor, em socorrer-me! (Cf. LH. 30, 3ab)

Depois da Comunhão

Ó Deus, o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, que oferecemos em sacrifício e recebemos em comunhão, nos transmitam uma vida nova, para que, unidos a vós pela caridade que não passa, possamos produzir frutos que permaneçam. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 30/06/2022
Só a graça nos leva a Cristo

Apresentaram-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!”

1. Explicação do texto. — O Evangelho de hoje nos apresenta a cura de um paralítico. Segundo o evangelista S. Marcos, o episódio teve lugar em Cafarnaum: “Jesus entrou novamente em Cafarnaum”, cidade em que vivia, “e souberam que ele estava em casa” (Mt 2, 1), não sabemos se na sua própria ou se, possivelmente, na de Simão Pedro. “Reuniu-se uma tal multidão”, acrescenta S. Marcos, “que não podiam encontrar lugar nem mesmo junto à porta” (Mc 2, 2), isto é, a casa estava tão abarrotada que era preciso ficar do lado de fora para poder ver e ouvir Jesus. Este os instruía, e o poder de Deus o fazia realizar várias curas (cf. Lc 5, 17). Ora, como não pudessem entrar na casa devido à multidão, quatro amigos que traziam consigo um paralítico treparam ao teto e, arrancadas as telhas, desceram o doente pela abertura, deitado num leito, e o puseram diante de Jesus (cf. Lc 5, 18s; Mc 2, 4). Vendo-lhes a fé e a confiança em seu poder, o Senhor disse ao paralítico: “Filho, perdoados te são os pecados” (Mc 2, 5; cf. Lc 5, 20).

Ora, alguns escribas e fariseus que assistiam à cena escandalizaram-se diante da aparente blasfêmia, já que só Deus — murmuravam entre si — tem o poder de perdoar pecados, pois só Ele pode desculpar das injúrias que lhe são feitas. Jesus porém, penetrando-lhes os pensamentos, repreendeu-os com dureza: “Por que murmurais em vossos corações?” (Lc 5, 22) ou, como lemos em S. Marcos: “Por que pensais isto em vossos corações” (Mc 2, 8), isto é, por que pensais mal de mim, atribuindo-me más intenções? “O que é mais fácil dizer: ‘Teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te e anda’?” (Lc 5, 23). Cristo lhes pergunta aqui não o que é mais fácil fazer, mas saber: de fato, parecia-lhes mais fácil dizer “Os teus pecados te são perdoados”, porque ninguém poderia estar seguro de que os pecados haviam sido perdoados; o que era realmente difícil era dizer: “Levanta e anda”, porque, se Jesus não possuísse de fato autoridade divina, ficaria claro diante de todos que se tratava de mais um falso profeta. Por isso, “para que saibais que o Filho do homem” tem esse poder, ou seja, “de perdoar pecados”, vede o que posso fazer (disse ao paralítico): “Levanta-te, pega o leito e vai para casa” (Lc 5, 24). O doente levantou-se no mesmo instante, o que encheu a todos de profunda admiração, a ponto de dizerem: “Nunca vimos coisa semelhante” (Mc 2, 12) e “Hoje vimos coisas maravilhosas!” (Lc 5, 26).

2. Pontos de meditação. — a) Sentido simbólico da cura. “A cura deste paralítico indica a salvação da alma que, inerte após passar muito tempo atada aos pecados da carne, clama por fim a Cristo. Esta alma, antes de tudo, precisa de ministros que a elevem e apresentem diante de Cristo, ou seja, de bons mestres que lhe infundam a esperança de ser curada e que lhe sirvam de intercessores” (S. Beda, In Luc.) — b) Os quatro amigos. “Todo doente deve ter quem reze por sua salvação, intercessores pelos quais os nossos excessos e desvios possam ser remediados pela palavra celeste. É preciso pois que haja quem aconselhe e advirta, que eleve o coração dos homens às coisas superiores, ainda que eles estejam debilitados no corpo. É assim, com a ajuda de homens como esses, que podemos nos apresentar e humilhar facilmente diante de Jesus e comparecer com menos indignidade ante os seus olhos” (S. Ambrósio). — c) Devem-se curar primeiro as doenças do espírito. “O olhar de Jesus, ao ver neles tanta fé, perdoou primeiro os pecados ao doente, e depois lhe restituiu a saúde ao corpo; entrementes, ensinava Ele que muitas doenças têm origem no pecado e que convém, portanto, curá-las diretamente em sua causa […] e mostrava, assim, que era Deus. Pois curar enfermidades corporais, também os santos o podem fazer; perdoar pecados, no entanto, só está ao alcance de Deus” (Eutímio, In Mat.). — d) Toma o teu leito e vai. “Pelo leito, no qual repousa a carne, significa-se a própria carne, ao passo que a casa, por sua vez, representa a consciência […]. ‘Toma o teu leito’, isto é, toma o catre em que foste carregado, pois é preciso que, uma vez curado, o homem suporte os ataques da carne na qual antes jazia enfermo. Com efeito, o que significa dizer: ‘Toma o teu leito e vai para tua casa’ senão: ‘Resiste às tentações da carne, sob as quais até agora estivestes prostrado, e volta à tua consciência, para que vejas assim o que fizeste’?” (S. Gregório, Hom. in Ez.). — e) Subiram ao telhado e desceram com o leito. O teto aberto pelo qual descem o doente é símbolo do céu aberto pelo qual, na Encarnação, desceu o nosso Médico, unido a uma carne como a nossa, mas dotada do poder de curar todas as doenças, espirituais e corporais, graças à virtude divina do Verbo. Renovemos pois a nossa fé na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e no seu poder de perdoar-nos qualquer pecado, por intermédio dos ministros que instituiu para nos conceder tamanha graça: “Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!”

Deus abençoe você!

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Homilia Diária | O maior milagre que Jesus quer realizar (Quinta-feira da 13ª Semana do Tempo Comum)

As curas milagrosas de Nosso Senhor são sinais de sua vitória sobre o pior de todos os males: o pecado. No entanto, embora continue a ser um mal, o sofrimento humano foi elevado na cruz ao nível da Redenção: em Jesus, nossas dores e tribulações se tornam um meio precioso de nos associarmos ao seu sofrimento redentor e, assim, alcançarmos o maior de todos os milagres: a santidade.Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quinta-feira, dia 30 de junho, e descubra o valor e o significado das curas realizadas por Jesus!


https://youtu.be/21sCKOgjS_A

Santo do dia 30/06/2022


Santos Protomártires da Igreja de Roma (Memória Facultativa)
Local: Roma, Itália
Data: 30 de Junho † s. I


Seu número não foi sequer contado. De seus nomes, a História registra apenas os dos Apóstolos Pedro e Paulo. Todos os outros luzem no firmamento da Igreja como uma constelação de astros anônimos, celebrados na Liturgia de 30 de junho.

O primeiro ato do drama de seu martírio teve início na noite de 19 de julho do ano 64, com os repetidos toques de trombetas dos vigias postados em pontos-chave da Capital do mundo. Toques de alerta, bem conhecidos e temidos, logo seguidos dos primeiros gritos: “Fogo!… Fogo!… Fogo!”

Nessa cidade superpovoada, com bairros pobres nos quais se amontoavam casas de madeira, um incêndio não passava de um acidente corriqueiro. Este, porém, logo revelou ser dotado de grande poder destruidor. Em poucos minutos os brados de “Fogo!”, cada vez mais apavorados, se espalharam pelas ruas do bairro popular do Grande Circo e logo depois por outros bairros.

As chamas pareciam ter-se estendido por várias regiões ao mesmo tempo, devorando implacavelmente lojas comerciais e residências. Encontrando em seu caminho alguns depósitos de óleo e outros materiais combustíveis, alastraram-se por toda a região em torno dos montes Palatino e Célio. Quando por fim elas se apagaram, seis dias depois, haviam destruído dez dos quatorze bairros da grande Metrópole imperial. Tão pavorosa fora a catástrofe que se tornou impossível calcular o número de mortos.

Durante esses terríveis dias, grandes grupos de homens impediam, por meio de ameaças, a ação de todos quantos queriam apagar o incêndio. Mais ainda, todos os historiadores antigos concordam em que foram vistos homens atiçando o fogo.

Os habitantes de Roma imediatamente acusaram Nero de ter provocado o incêndio, ou pelo menos de o ter favorecido. Os antigos historiadores abonam essa acusação, enquanto alguns modernos a rejeitam.

Deixando de lado a controvérsia histórica, o fato inegável é que o monstruoso Imperador, para se livrar da imensa onda de indignação levantada contra ele, lançou a culpa sobre os cristãos. Para o homem que havia mandado matar sua própria mãe, a invenção de uma tal calúnia pesava muito pouco na consciência.

Agindo em consequência, Nero mandou prender, de início, todos quantos se proclamavam cristãos. Delatores movidos pelos mais espúrios interesses logo possibilitaram a prisão de muitos outros. Quantos concretamente? Não se sabe. Um historiador afirma ter sido “uma grande multidão”. Todos foram sumariamente condenados à morte.

Em breve espalhou-se por todo o Império uma palavra de ordem: “Non licet esse christianus — Não é permitido ser cristão”.

O ódio bimilenar de Satanás e de seus asseclas humanos contra a Santa Igreja Católica está bem retratado nas cenas brutais e escabrosas dessa primeira perseguição.

Não se limitaram os algozes a torturar e depois decapitar ou crucificar as inocentes vítimas, em espetáculos no Circo de Calígula e Nero, localizado na Colina do Vaticano. “Tudo quanto se pode conceber na imaginação de um sádico a quem se concedesse plena liberdade para praticar o mal, foi posto em prática numa atmosfera de pesadelo”, afirma o historiador Daniel Rops, em sua monumental obra História da Igreja de Cristo.

O Imperador mandou franquear à populaça o jardim do parque imperial. Aí se organizaram “caçadas” nas quais os alvos eram cristãos revestidos de peles de animais ferozes para, assim, serem perseguidos e por fim dilacerados pelos cães. Mulheres eram arremessadas ao ar por brutais chifradas de touros, numa alegoria a episódios de uma fábula pagã. Não faltaram sequer ignominiosos ultrajes e atentados à virgindade das donzelas.

Caindo a noite, os carrascos ergueram numerosos postes ao longo das alamedas do parque, nos quais amarraram corpos de cristãos besuntados de resina e pez, e lhes atearam fogo, a fim de servirem de iluminação para a “festa”. Vestido de cocheiro, Nero passeava com seu carro puxado a cavalos pelas alamedas abarrotadas de embasbacados espectadores e iluminadas por essas tochas humanas.

São Clemente Romano, o terceiro sucessor de São Pedro, relata as horrorosas cenas dessa noite, das quais foi testemunha ocular. E o historiador latino Tácito, homem claramente hostil ao Cristianismo, escreveu que um tal excesso de atrocidade acabou por levantar em algumas parcelas da opinião pública um movimento de pena em relação aos cristãos.

Estes são os Protomártires da Igreja de Roma. Seus nomes são desconhecidos nesta terra, mas no Céu eles brilham como sóis por toda a eternidade, e lá intercedem por nós que aqui celebramos sua gloriosa memória.

A esta primeira perseguição sucederam-se nove outras, ao longo dos 250 anos subsequentes, até a proclamação do Edito de Milão, em 313. Calcula-se que nessa primeira fase da Igreja 6 milhões de mártires selaram com a morte sua fé em Nosso Senhor Jesus Cristo. Ou seja, em média, 24 mil por ano, 66 por dia.

“O sangue dos mártires é semente de novos cristãos”. Esse sangue bendito que regou a terra nos primeiros séculos do Cristianismo continua a produzir seus frutos até hoje, e assim será até o dia em que a humanidade inteira for convocada para o derradeiro ato da História, quando Cristo Glorioso ditará a última sentença: “Vinde, benditos de meu Pai” … “Afastai-vos de mim, malditos” (Mt 25, 34 e 41)

Referência:
RAMOS, Padre Felipe de Azevedo. Os Santos Protomártires da Igreja de Roma. 2005. Disponível em: revistacatolica.com.br. Acesso em: 28 jun. 2021.