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6º Domingo do Tempo Comum

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Antífona de entrada

Sede para mim um Deus protetor e um lugar de refúgio, para me salvar. Porque sois minha força e meu refúgio e, por causa do vosso nome, me guiais e sustentais. (Cf. Sl 30, 3-4)
Gradual Romano:
Esto mihi in Deum protectórem, et in locum refúgii, ut salvum me fácias: quóniam firmaméntum meum, et refúgium meum es tu: et propter nomen tuum dux mihi eris, et enútries me. Ps. In te Dómine sperávi, non confúndar in aetérnum: in iustítia tua líbera me. (Ps. 30, 3. 4 et 2)

Vernáculo:
Sede para mim um Deus protetor e um lugar de refúgio, para me salvar. Porque sois minha força e meu refúgio e, por causa do vosso nome, me guiais e sustentais. (Cf. MR: Sl 30, 3-4) Sl. Senhor, eu ponho em vós minha esperança; que eu não fique envergonhado eternamente! (Cf. LH: Sl 30, 2)

Glória

Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai todo-poderoso.
Nós vos louvamos,
nós vos bendizemos,
nós vos adoramos,
nós vos glorificamos,
nós vos damos graças
por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo,
só vós, o Senhor,
só vós, o Altíssimo,
Jesus Cristo,
com o Espírito Santo,
na glória de Deus Pai.
Amém.

Coleta

Ó Deus, que prometeis permanecer nos corações retos e sinceros, concedei-nos por vossa graça viver de tal maneira que possais habitar em nós. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Eclo 15, 16-21


Leitura do Livro do Eclesiástico


Se quiseres observar os mandamentos, eles te guardarão; se confias em Deus, tu também viverás. 17Diante de ti, Ele colocou o fogo e a água; para o que quiseres, tu podes estender a mão. 18Diante do homem estão a vida e a morte, o bem e o mal; ele receberá aquilo que preferir. 19A sabedoria do Senhor é imensa, ele é forte e poderoso e tudo vê continuamente. 20Os olhos do Senhor estão voltados para os que o temem. Ele conhece todas as obras do homem. 21Não mandou a ninguém agir como ímpio e a ninguém deu licença de pecar.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 118(119), 1-2. 4-5. 17-18. 33-34 (R. 1)


℟. Feliz o homem sem pecado em seu caminho, que na lei do Senhor Deus vai progredindo!


— Feliz o homem sem pecado em seu caminho, que na lei do Senhor Deus vai progredindo. Feliz o homem que observa seus preceitos, e de todo o coração procura a Deus! ℟.

— Os vossos mandamentos vós nos destes, para serem fielmente observados. Oxalá seja bem firme a minha vida em cumprir vossa vontade e vossa lei! ℟.

— Sede bom com vosso servo, e viverei, e guardarei vossa palavra, ó Senhor. Abri meus olhos, e então contemplarei as maravilhas que encerra a vossa lei! ℟.

— Ensinai-me a viver vossos preceitos; quero guardá-los fielmente até o fim! Dai-me o saber, e cumprirei a vossa lei, e de todo o coração a guardarei. ℟.


https://youtu.be/n_D0B0pK8ms

Segunda Leitura — 1Cor 2, 6-10


Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios


Irmãos: 6Entre os perfeitos nós falamos de sabedoria, não da sabedoria deste mundo nem da sabedoria dos poderosos deste mundo, que, afinal, estão votados à destruição. 7Falamos, sim, da misteriosa sabedoria de Deus, sabedoria escondida, que desde a eternidade Deus destinou para nossa glória. 8Nenhum dos poderosos deste mundo conheceu essa sabedoria. Pois, se a tivessem conhecido, não teriam crucificado o Senhor da glória.

9Mas, como está escrito, “o que Deus preparou para os que o amam é algo que os olhos jamais viram nem os ouvidos ouviram nem coração algum jamais pressentiu”. 10A nós Deus revelou esse mistério através do Espírito. Pois o Espírito esquadrinha tudo, mesmo as profundezas de Deus.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Eu te louvo, ó Pai santo, Deus do céu, Senhor da terra: os mistérios do teu Reino aos pequenos, Pai, revelas. (cf. Mt 11, 25) ℟.

Evangelho — Mt 5, 17-37 ou mais breve Mt 5, 20-22a. 27-28. 33-34a. 37


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 17“Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. 18Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra. 19Portanto, quem desobedecer a um só destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus.

[20Porque eu vos digo: Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da Lei e dos fariseus, vós não entrareis no Reino dos Céus. 21Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: ʽNão matarás! Quem matar será condenado pelo tribunalʼ. 22Eu, porém, vos digo: todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo;] quem disser ao seu irmão: ʽpatife!ʼ será condenado pelo tribunal; quem chamar o irmão de ʽtoloʼ será condenado ao fogo do inferno. 23Portanto, quando tu estiveres levando a tua oferta para o altar, e aí te lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti, 24deixa a tua oferta aí diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão. Só então vai apresentar a tua oferta. 25Procura reconciliar-te com teu adversário, enquanto caminha contigo para o tribunal. Senão o adversário te entregará ao juiz, o juiz te entregará ao oficial de justiça, e tu serás jogado na prisão. 26Em verdade eu te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo.

[27Ouvistes o que foi dito: ʽNão cometerás adultérioʼ. 28Eu, porém, vos digo: Todo aquele que olhar para uma mulher, com o desejo de possuí-la, já cometeu adultério com ela no seu coração.] 29Se o teu olho direito é para ti ocasião de pecado, arranca-o e joga-o para longe de ti! De fato, é melhor perder um de teus membros, do que todo o teu corpo ser jogado no inferno. 30Se a tua mão direita é para ti ocasião de pecado, corta-a e joga-a para longe de ti! De fato, é melhor perder um dos teus membros, do que todo o teu corpo ir para o inferno. 31Foi dito também: ʽQuem se divorciar de sua mulher, dê-lhe uma certidão de divórcioʼ. 32Eu, porém, vos digo: Todo aquele que se divorcia de sua mulher, a não ser por motivo de união irregular, faz com que ela se torne adúltera; e quem se casa com a mulher divorciada comete adultério.

[33Vós ouvistes também o que foi dito aos antigos: ʽNão jurarás falsoʼ, mas ʽcumprirás os teus juramentos feitos ao Senhorʼ. 34Eu, porém, vos digo: Não jureis de modo algum]: nem pelo céu, porque é o trono de Deus; 35nem pela terra, porque é o suporte onde apoia os seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do Grande Rei. 36Não jures tampouco pela tua cabeça, porque tu não podes tornar branco ou preto um só fio de cabelo.

[37Seja o vosso ʽsimʼ: ʽSimʼ, e o vosso ʽnãoʼ: ʽNãoʼ. Tudo o que for além disso vem do Maligno”.]

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Creio

Creio em Deus Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra.
E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo,
nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado, morto e sepultado,
desceu à mansão dos mortos,
ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus,
está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso,
donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo,
na santa Igreja Católica,
na comunhão dos santos,
na remissão dos pecados,
na ressurreição da carne
e na vida eterna. Amém.

Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Benedíctus es Dómine, doce me iustificatiónes tuas: benedíctus es Dómine, doce me iustificatiónes tuas: in lábiis meis pronuntiávi ómnia iudícia oris tui. (Ps. 118, 12. 13)

Vernáculo:
Ó Senhor, vós sois bendito para sempre; os vossos mandamentos ensinai-me! Com meus lábios, ó Senhor, eu enumero os decretos que ditou a vossa boca. (Cf. LH: Sl 118, 12. 13)

Sobre as Oferendas

Este sacrifício, Senhor, nos purifique e renove e seja causa de recompensa eterna para os que fazem a vossa vontade. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Eles comeram e beberam à vontade. O Senhor satisfizera os seus desejos. (Cf. Sl 77, 29-30)

Ou:


Pois Deus amou tanto o mundo que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. (Jo 3, 16)
Gradual Romano:
Manducavérunt, et saturáti sunt nimis, et desidérium eórum áttulit eis Dóminus: non sunt fraudáti a desidério suo. (Ps. 77, 29. 30; ℣. Ps. 77, 1. 3-4a. 4bcd. 23. 24. 25. 27. 28)

Vernáculo:
Eles comeram e beberam à vontade. O Senhor satisfizera os seus desejos. (Cf. MR: Sl 77, 29-30)

Depois da Comunhão

Senhor, que nos fizestes provar as alegrias do céu, dai-nos desejar sempre o alimento que nos traz a verdadeira vida. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 15/02/2026


Ser e não apenas parecer cristão


“Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra.” (Mt 5, 17-18)

Queridos irmãos e irmãs, no Evangelho deste VI domingo do Tempo comum, Jesus afirma que não veio abolir a Lei de Moisés e os Profetas, mas dar-lhes o "pleno cumprimento", elevando a justiça ao nível interior do coração, não apenas da obediência externa. Ele radicaliza mandamentos antigos, focando na intenção interior (ira, desejo) em vez de apenas no ato final (homicídio, adultério), ensinando que a verdadeira observância exige reconciliação, pureza e sinceridade radical.


Jesus não elimina os mandamentos, mas traz o seu sentido pleno, baseado no amor a Deus e ao próximo. A "justiça maior" exigida dos discípulos não é o legalismo dos fariseus, mas uma conduta sincera que parte do amor.


Tambem nos ensina a combater a Raiz do Pecado (v. 21-30):


Mais do que não matar, Jesus proíbe a raiva e o desprezo pelo irmão. A reconciliação é urgente e superior ao ritual de culto.


Ele ensina que o adultério começa no coração (olhar com cobiça). As metáforas sobre "arrancar o olho" ou "cortar a mão" significam tomar medidas drásticas para evitar o pecado, não mutilação física literal.


Por fim, condena o divórcio (contrário à vontade original de Deus) e proíbe os juramentos falsos ou fáceis. O cristão deve ter uma conduta tão íntegra que seu "sim" seja "sim" e seu "não" seja "não", sem precisar jurar (v. 31-37).


O Senhor Jesus subiu a um pequeno monte na Galileia para entregar a sua lei aos homens. Os judeus sabiam que a lei que possuíam também lhes fora dada em outro monte, o Monte Sinai. E, portanto, compreenderam facilmente que Jesus lhes dizia ser o novo Moisés; aliás, o verdadeiro Moisés. Deus havia prometido ao seu povo no deserto: "Darei a vós outro profeta semelhante ao meu servo Moisés". Com isso, Jesus diz: "Aquele que foi prometido sou eu".


Até mesmo no rosto de Cristo, assim como no rosto de Moisés, havia aquela luz que atraía os homens a Ele. Cristo também possuía aquela majestade que cativava por meio de Sua autoridade; de fato, os próprios judeus disseram: "Ninguém jamais nos falou assim; Ele fala como quem tem autoridade."


Mas, acima de tudo, Jesus, como Moisés, veio para nos dar a lei, mas, diferentemente de Moisés, Jesus nos trouxe a Sua lei.


E qual é a mensagem central da pregação do Senhor no monte? "Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir."


O que significa que Jesus "cumpre" a Lei? Significa chamar a si mesmo de Messias. Porque, com isso, Jesus nos diz que tudo o que Deus havia prometido por meio dos Profetas, e todos os ritos que Deus havia ordenado que fossem realizados na Antiga Aliança... tudo isso se cumpre nEle, em Jesus Cristo.


Todas as promessas de Moisés, Davi, Jeremias, Isaías, etc., se referiam a Ele.


E todos aqueles ritos e feitos que Deus realizou com o Seu povo também se referiam a Ele: Jesus é, portanto, o verdadeiro cordeiro pascal, o verdadeiro maná do deserto, o verdadeiro templo de Deus, o verdadeiro Moisés que conduzirá o Seu povo através do Mar Vermelho.


Assim, com a vinda de Cristo ao mundo, a lei de Moisés não foi abolida, mas cumprida. Essa lei, aperfeiçoada por Jesus, pode fazer o que não fazia antes dEle: perdoar pecados.


A antiga lei nos dava conhecimento dos pecados. Os mandamentos nos diziam o que não fazer. Mas, como diz o apóstolo Paulo, ela não nos dava força para evitar os pecados. E por essa razão, o próprio apóstolo se sente escravizado pelo pecado, porque o conhece, mas o pecado é mais forte do que ele.


A nova lei, a lei de Cristo, por sua vez, nos dá o conhecimento e a força para evitar os pecados e também pode perdoar os pecados do coração do homem.


Por quê? Porque não se trata apenas de uma lei externa, mas de uma lei interna: Cristo nos traz uma nova vida. E esta é a característica mais marcante desta nova lei: ela nos dá algo em nossa alma que a transforma verdadeiramente, tornando-a a morada da Trindade, o lugar onde o Pai, o Filho e o Espírito Santo habitam. E o que torna essa realidade possível é o que chamamos, com razão, de GRAÇA SANTIFICANTE.


Quando uma criança recebe a água do Batismo, ou um homem se aproxima da Confissão: o que acontece? Primeiro, seus pecados são perdoados; e então sua alma recebe algo que a transforma, assim como o ferro, quando colocado no fogo, se transforma, ficando também vermelho vivo.


Hoje, raramente se fala da graça. E muitos cristãos nem sequer sabem que ela existe, ou o que é! Mas nos esqueçamos desse mistério, pois seria como se Jesus nunca tivesse vindo. Ainda estaríamos na época de Moisés.


Quando um "ser" muda, seu comportamento também muda. Uma criança age como criança. Mas um jovem que deixa de ser criança, não pode mais agir como criança. E da mesma forma, quando um jovem se torna um homem maduro, não pode continuar agindo como menino: deve agir como homem.


O mesmo acontece com a graça. Quando recebemos a graça e nossa alma é transformada em filho de Deus, ela deve começar a agir como filho de Deus e não continuar agindo como filho do pecado.


Por isso, Jesus, que nos traz a nova vida da graça, também nos ensina como devemos agir como cristãos: como nos diz no Evangelho de hoje, agir com caridade sem ira, buscando a paz, vivendo a castidade e a fidelidade conjugal, guardando a mente contra pensamentos impuros e a vontade contra desejos impuros, e finalmente sendo sinceros em nossas palavras: "sim, sim, não, não", não homens de discurso dúbio ou de duas palavras.


Em resumo, Jesus veio para transformar nossos corações e elevá-los acima da terra.


Quem vive segundo a lei de Cristo conhece a verdadeira liberdade da alma, compreende a escravidão do pecado e experimenta a verdadeira alegria que Deus dá aos seus filhos.


Que Deus, pela intercessão da Virgem Maria, nos conceda essa alegria incrível que pulsa nos corações dos santos. Amém.

Deus abençoe você!

Pe. Fábio Vanderlei, IVE

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Homilia Dominical | O combate aos pecados contra a benevolência (6º Dom. Tempo Comum (A) - 15/02/26)

Existem duas formas de pecar contra o próximo: usando e odiando. É sobre isso que Nosso Senhor fala no Evangelho deste domingo, quando ensina, por exemplo, que a traição e a impureza sexual começam no coração, e que todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo. Mas será realmente possível guardar a castidade até nos olhares e pensamentos? E em que circunstâncias a impaciência é de fato um pecado grave?Ouça a homilia dominical do Padre Paulo Ricardo e entenda como combater os pecados contra o próximo.


https://youtu.be/W0PHuthndzg

Santo do dia 15/02/2026

Santos Faustino e Jovita (Memória Facultativa)
Local: Bréscia, Itália
Data: 15 de Fevereiro


Faustino e Jovita eram irmãos, nascidos de família nobre, e zelosos professores da religião cristã, que pregavam abertamente sem medo na cidade de Bréscia (Itália), enquanto o bispo do lugar se escondia durante a perseguição. Seu notável zelo excitava a fúria pagã, e lhes conquistou uma gloriosa morte pela fé, sob o Imperador Adriano. Um chefe pagão chamado Juliano os aprisionou: e o próprio imperador, passando por Bréscia, quando nem ameaças nem tormentos podiam abalar a firmeza daqueles cristãos, ordenou que fossem decapitados.

Tudo indica que encontraram esse destino ao fim do ano de 120. A cidade de Bréscia os honra como padroeiros, guarda suas relíquias e contém uma igreja muito antiga que ostenta seus nomes.

REFLEXÃO

O espírito de Cristo é um espírito de martírio - no mínimo, de mortificação e penitência. É sempre o espírito da Cruz. Quanto mais compartilhamos da vida sofrida de Cristo, mais herdamos do Seu espírito e do fruto de Sua morte. Às almas mortificadas nos sentidos e desligadas das coisas terrenas, Deus concede um frequente antegasto da doçura da vida eterna, e os mais ardentes desejos de possuí-lo em sua glória. Este é o espirito do martírio, que habilita o cristão a uma feliz ressurreição e à bem-aventurança da vida futura.

BUTLER, Alban. Vida dos Santos: para todos os dias do ano. Dois Irmãos, RS: Minha Biblioteca Católica, 2021. 560 p. Tradução de: Emílio Costaguá. Adaptação: Equipe Pocket Terço.

Santos Faustino e Jovita, rogai por nós!


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