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2ª feira da 5ª Semana da Quaresma

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Memória Facultativa

São Turíbio de Mogrovejo, Bispo

Antífona de entrada

Tende pena e compaixão de mim, o Deus, pois há tantos que me calcam sob os pés, e agressores me oprimem todo o dia! (Cf. Sl 55, 2)
Gradual Romano:
Miserere mihi Domine, quoniam conculcavit me homo: tota die bellans tribulavit me. Ps. Conculcaverunt me inimici mei tota die: quoniam multi bellantes adversum me. (Ps. 55, 2. 3)

Vernáculo:
Tende pena e compaixão de mim, o Deus, pois há tantos que me calcam sob os pés, e agressores me oprimem todo o dia! (Cf. MR: Sl 55, 2) Sl. Meus inimigos de contínuo me espezinham, são numerosos os que lutam contra mim! (Cf. LH: Sl 55, 3)

Coleta

Ó Deus, que pela vossa graça inefável nos enriqueceis de todos os bens, concedei-nos passar da antiga à nova vida, a fim de que estejamos preparados para a glória do vosso reino. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Dn 13, 1-9. 15-17. 19-30. 33-62


Leitura da Profecia de Daniel


Naqueles dias, 1na Babilônia vivia um homem chamado Joaquim. 2Estava casado com uma mulher chamada Susana, filha de Helcias, que era muito bonita e temente a Deus. 3Também os pais dela eram pessoas justase tinham educado a filhade acordo com a lei de Moisés. 4Joaquim era muito ricoe possuía um pomar junto à sua casa.Muitos judeus costumavam visitá-lo,pois era o mais respeitado de todos.

5Ora, naquele ano,tinham sido nomeados juízes dois anciãos do povo,a respeito dos quais o Senhor havia dito:“Da Babilônia brotou a maldade de anciãos-juízes,que passavam por condutores do povo”. 6Eles frequentavam a casa de Joaquim,e todos os que tinham alguma questãose dirigiam a eles. 7Ora, pelo meio-dia, quando o povo se dispersava,Susana costumava entrare passear no pomar de seu marido. 8Os dois anciãos viam-na todos os diasentrar e passear,e acabaram por se apaixonar por ela. 9Ficaram desnorteados,a ponto de desviarem os olhospara não olharem para o céu,e se esqueceram dos seus justos julgamentos.

15Assim, enquanto os doisestavam à espera de uma ocasião favorável,certo dia, Susana entrou no pomar como de costume,acompanhada apenas por duas empregadas.E sentiu vontade de tomar banho,por causa do calor. 16Não havia ali ninguém, exceto os dois velhosque estavam escondidos,e a espreitavam. 17Então ela disse às empregadas:“Por favor, ide buscar-me óleo e perfumese trancai as portas do pomar,para que eu possa tomar banho”.

19Apenas as empregadas tinham saído,os dois velhos levantaram-see correram para Susana, dizendo: 20“Olha, as portas do pomar estão trancadase ninguém nos está vendo.Estamos apaixonados por ti:concorda conosco e entrega-te a nós! 21Caso contrário, deporemos contra ti,que um moço esteve aqui,e que foi por isso que mandaste embora as empregadas”.

22Gemeu Susana, dizendo:“Estou cercada de todos os lados!Se eu fizer isto, espera-me a morte;e, se não o fizer,também não escaparei das vossas mãos; 23mas é melhor para mim, não o fazendo,cair nas vossas mãos do que pecar diante do Senhor!” 24Então ela pôs-se a gritar em alta voz,mas também os dois velhos gritaram contra ela. 25Um deles correu para as portas do pomar e as abriu.

26As pessoas da casa ouviram a gritaria no pomare precipitaram-se pela porta do fundo,para ver o que estava acontecendo. 27Quando os velhos apresentaram sua versão dos fatos,os empregados ficaram muito constrangidos,porque jamais se dissera coisa semelhantea respeito de Susana.

28No dia seguinte,o povo veio reunir-se em casa de Joaquim, seu marido.Os dois anciãos vieram também,com a intenção criminosade conseguir sua condenação à morte.Por isso, assim falaram ao povo reunido: 29“Mandai chamar Susana,filha de Helcias, mulher de Joaquim!”E foram chamá-la. 30Ela compareceu em companhia dos pais,dos filhos e de todos os seus parentes. 33Os que estavam com elae todos os que a viam, choravam.

34Os dois velhos levantaram-se no meio do povoe puseram as mãos sobre a cabeça de Susana. 35Ela, entre lágrimas, olhou para o céu,pois seu coração tinha confiança no Senhor. 36Entretanto, os dois anciãos deram este depoimento:“Enquanto estávamos passeando a sós no pomar,esta mulher entrou com duas empregadas.Depois, fechou as portas do pomare mandou as servas embora. 37Então, veio ter com ela um moçoque estava escondido,e com ela se deitou. 38Nós, que estávamos num canto do pomar,vimos esta infâmia.Corremos para eles e os surpreendemos juntos. 39Quanto ao jovem, não conseguimos agarrá-lo,porque era mais forte do que nóse, abrindo as portas, fugiu. 40A ela, porém, agarramos,e perguntamos quem era aquele moço.Ela, porém, não quis dizer.Disto nós somos testemunhas.

41A assembleia acreditou neles,pois eram anciãos do povo e juízes.E condenaram Susana à morte. 42Susana, porém, chorando, disse em voz alta:“Ó Deus eterno, que conheces as coisas escondidase sabes tudo de antemão,antes que aconteça! 43Tu sabes que é falso o testemunhoque levantaram contra mim!Estou condenada a morrer,quando nada fiz do que estes maldosamente inventarama meu respeito!“

44O Senhor escutou sua voz. 45Enquanto a levavam para a execução,Deus excitou o santo espírito de um adolescente,de nome Daniel. 46E ele clamou em alta voz:“Sou inocente do sangue desta mulher!” 47Todo o povo então voltou-se para ele e perguntou:“Que palavra é esta, que acabas de dizer?” 48De pé, no meio deles, Daniel respondeu:“Sois tão insensatos, filhos de Israel?Sem julgamentoe sem conhecimento da causa verdadeira,vós condenais uma filha de Israel? 49Voltai a repetir o julgamento,pois é falso o testemunhoque levantaram contra ela!”

50Todo o povo voltou apressadamente,e outros anciãos disseram ao jovem:“Senta-te no meio de nóse dá-nos o teu parecer,pois Deus te deu a honra da velhice”. 51Falou então Daniel:“Mantende os dois separados,longe um do outro,e eu os julgarei”. 52Tendo sido separados,Daniel chamou um deles e lhe disse:“Velho encarquilhado no mal!Agora aparecem os pecadosque estavas habituado a praticar. 53Fazias julgamentos injustos,condenando inocentes e absolvendo culpados,quando o Senhor ordena:ʽTu não farás morrer o inocente e o justo!ʼ 54Pois bem,se é que viste, dize-meà sombra de que árvore os viste abraçados?”Ele respondeu:“À sombra de uma aroeira”. 55Daniel replicou“Mentiste com perfeição,contra a tua própria cabeça.Por isso o anjo de Deus,tendo recebido já a sentença divina,vai rachar-te pelo meio!”

56Mandando sair este,ordenou que trouxessem o outro:“Raça de Canaã, e não de Judá,a beleza fascinou-tee a paixão perverteu o teu coração. 57Era assim que procedíeis com as filhas de Israel,e elas por medo sujeitavam-se a vós.Mas uma filha de Judánão se submeteu a essa iniquidade. 58Agora, pois, dize-medebaixo de que árvore os surpreendeste juntos?”Ele respondeu:“Debaixo de uma azinheira.” 59Daniel retrucou:“Também tu mentiste com perfeição,contra a tua própria cabeça.Por isso o anjo de Deus já está à espera,com a espada na mão, para cortar-te ao meioe para te exterminar!”

60Toda a assistência pôs-se a gritar com força,bendizendo a Deus, que salva os que nele esperam. 61E voltaram-se contra os dois velhos,pois Daniel os tinha convencido,por suas próprias palavras,de que eram falsas testemunhas.E, agindo segundo a lei de Moisés,fizeram com elesaquilo que haviam tramado perversamentecontra o próximo. 62E assim os mataram,enquanto, naquele dia, era salva uma vida inocente.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 22(23), 1-3a. 3b-4. 5. 6 (R. 4a)


℟. Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei, estais comigo.


— O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças. ℟.

— Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome. Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança! ℟.

— Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e o meu cálice transborda. ℟.

— Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos. ℟.


https://youtu.be/vL21OcaWow0
℟. Glória a vós, Senhor Jesus, Primogênito dentre os mortos!
℣. Não quero a morte do pecador, diz o Senhor, mas que ele volte, se converta e tenha vida. (Ez 33, 11) ℟.

Evangelho — Jo 8, 1-11


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 1Jesus foi para o monte das Oliveiras. 2De madrugada, voltou de novo ao Templo. Todo o povo se reuniu em volta dele. Sentando-se, começou a ensiná-los.

3Entretanto, os mestres da Lei e os fariseus trouxeram uma mulher surpreendida em adultério. Levando-a para o meio deles, 4disseram a Jesus: “Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério. 5Moisés, na Lei, mandou apedrejar tais mulheres. Que dizes tu?” 6Perguntavam isso para experimentar Jesus e para terem motivo de o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, começou a escrever com o dedo no chão. 7Como persistissem em interrogá-lo, Jesus ergueu-se e disse: “Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra”. 8E tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão.

9E eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos; e Jesus ficou sozinho, com a mulher que estava lá, no meio, em pé. 10Então Jesus se levantou e disse: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?” 11Ela respondeu: “Ninguém, Senhor”. Então Jesus lhe disse: “Eu, também, não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Gressus meos dirige Domine secundum eloquium tuum: ut non dominetur omnis iniustitia, Domine. (Ps. 118, 133)

Vernáculo:
Conforme a vossa lei firmai meus passos, para que não domine em mim a iniquidade! (Cf. LH: Sl 118, 133)

Sobre as Oferendas

Concedei-nos, Senhor, que, ao celebrarmos os santos mistérios, apresentemos como fruto da penitência corporal a alegria e a pureza do espírito. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Mulher, ninguém te condenou? Ninguém, Senhor. Eu também não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais. (Jo 8, 10-11)
Gradual Romano:
Nemo te condemnavit, mulier?Nemo, Domine. Nec ego te condemnabo: iam amplius noli peccare. (Io. 8, 10. 11; ℣. Ps. 31)

Vernáculo:
Mulher, ninguém te condenou? Ninguém, Senhor. Eu também não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais. (Cf. MR: Jo 8, 10. 11)

Depois da Comunhão

Revigorados, Senhor, pelos benefícios deste sacramento, nós vos pedimos que ele nos purifique sempre dos vícios, para que, seguindo a Cristo, corramos ao vosso encontro. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 23/03/2026


Sabendo ou não, traímos a Cristo!


“Os mestres da Lei e os fariseus trouxeram uma mulher surpreendida em adultério. Levando-a para o meio deles, disseram a Jesus: ‘Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério’.” Era adúltera a mulher que hoje lançam aos pés de Cristo, porque fora realmente infiel, deitando-se com outro homem. Mas eram adúlteros também os acusadores, porque traziam no coração uma infidelidade até mais grave, que foi a de rejeitarem como a um estranho o Esposo de nossas almas.

No Evangelho de hoje, neste tempo da Paixão, narra o perdão dado por Jesus à mulher adúltera. Trata-se de uma cena presente no capítulo oitavo do Evangelho de São João, em que uma mulher, pega em flagrante adultério, é arrastada até os pés de Jesus.Essa cena, mesmo sendo real, possui uma rica simbologia, pois os acontecimentos do Evangelho nunca são despropositais. As revelações de Jesus acontecem não somente por meio de suas palavras, mas também por seus gestos e ações. Isso ocorre também no caso do perdão da adúltera. No Antigo Testamento, Deus é comparado como o “Esposo”, e o povo de Israel como a esposa infiel. O Profeta Oséias encarna essa realidade ouvindo uma ordem de Deus, para que desposasse uma prostituta e fosse fiel a ela. Desse modo, ele estava sendo chamado a ser aquilo que Deus é conosco: o marido fiel de uma mulher adúltera. Jesus está mostrando isso aos fariseus quando Ele se inclina para escrever no chão do Templo, a fim de colocar no coração de cada um daqueles judeus um exame de consciência, pelo qual deveriam compreender que também eles são adúlteros. A mulher do Evangelho de hoje é simplesmente a concretização do povo para o qual Jesus veio, que tem frequentemente cometido adultério contra Deus: “Ele veio para os seus, mas os seus não o receberam” (Jo 1, 11). Vemos no gesto de Jesus um chamado a examinarmos nossa consciência. Também nós não somos adúlteros? Não estamos trocando o verdadeiro Esposo, o Deus verdadeiro, por outros deuses? Eis aqui as perguntas que precisamos fazer enquanto membros da Igreja. A Igreja é Santa e Imaculada, mas nós, membros dela, individualmente podemos fazer com que a nossa pertença ao Corpo místico de Cristo fique prejudicada por nossos pecados, pelos quais perdemos a comunhão com Deus.Portanto, agora que iniciamos este Tempo da Paixão, façamos um exame de consciência, arrependendo-nos de termos nos comportado como esposa adúltera. Nós, que mereceríamos a morte, fomos misericordiosamente perdoados por Cristo. Logo, façamos penitência e busquemos a confissão, pois agora é o tempo oportuno para, como a mulher do Evangelho, colocarmo-nos aos pés d’Aquele que pode nos perdoar verdadeiramente, lavar nossas vestes tingidas pelo pecado, alvejá-las e dizer: “Vai e não peques mais”.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Santo do dia 23/03/2026

São Turíbio de Mogrovejo (Memória Facultativa)
Local: Saña, Peru
Data: 23 de Março † 1606


Turíbio nasceu na Espanha pelo ano de 1538 e morreu em Santa, no Peru, como arcebispo de Lima, aos 23 de março de 1606.

Lima pode com razão ser chamada a cidade dos santos na América Latina. No prazo de um século aí morreram Santa Rosa de Lima, São Francisco Solano, São Martinho de Porres ou de Lima e São Turíbio, que aí exerceu o pastoreio durante 25 anos. Por vocação, dedicou-se ao Direito.

Turíbio, que não pensava em tornar-se sacerdote, atraiu as atenções do rei Filipe II que, mesmo como leigo, o nomeou presidente do tribunal da Inquisição de Granada. Procurando dar uma resposta adequada aos problemas que agitavam o Peru, o rei apresentou sua candidatura a arcebispo de Lima, mesmo a contragosto de Turíbio. Aceita a indicação por parte da autoridade eclesiástica, Turíbio recebe a ordem do episcopado e rumou para a colônia espanhola, chegando a Lima em 1581. Lá ele iria ser por vinte e cinco anos o pastor incansável de seus fiéis, o defensor dos humildes, sobretudo dos indígenas, e reformador dos costumes e das instituições eclesiásticas, o enérgico opositor aos desmandos do poder civil e dos colonizadores espanhóis. Visitou várias vezes sua enorme diocese, nas condições mais precárias. Por toda parte organizou paróquias, reuniu sínodos para tratar dos ingentes problemas eclesiásticos, segundo as normas recentemente emanadas pelo Concilio de Trento. Fundou o primeiro Seminário eclesiástico das Américas. No campo social atribulava-o, sobretudo, a condição espiritual e econômica dos indígenas, explorados e maltratados por muitos colonizadores. Defendeu energicamente os oprimidos contra a crueldade e falta de escrúpulos dos brancos. A tamanho trabalho São Turíbio juntava uma profunda piedade e espírito de penitência. Morreu no campo de luta durante uma visita pastoral, a 440km distantes de Lima.

A Igreja está, pois, diante de um grande pastor missionário. Nele se comemora a Igreja toda missionária, exercendo a missão de Cristo Jesus, o Bom Pastor. Pregou incansavelmente a reforma dos costumes através de uma sincera conversão à verdade do Evangelho. A Oração coleta realça sua solicitude pastoral e o zelo pela verdade. Por sua intercessão podemos esperar um contínuo aumento de fé e de santidade.

Referência:
BECKHÄUSER, Frei Alberto. Os Santos na Liturgia: testemunhas de Cristo. Petrópolis: Vozes, 2013. 391 p. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

São Turíbio de Mogrovejo, rogai por nós!


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