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3ª feira da 5ª Semana da Quaresma

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Antífona de entrada

Espera no Senhor e tem coragem, espera no Senhor! (Cf. Sl 26, 14)
Gradual Romano:
Exspecta Dominum, viriliter age: et confortetur cor tuum, et sustine Dominum. Ps. Dominus illuminatio mea et salus mea: quem timebo? (Ps. 26, 14 et 1)

Vernáculo:
Espera no Senhor e tem coragem, espera no Senhor! (Cf. MR: Sl 26, 14) Sl. O Senhor é minha luz e salvação; de quem eu terei medo? (Cf. LH: Sl 26, 1)

Coleta

Concedei-nos, Senhor, perseverar na vossa vontade, para que, em nossos dias, cresça em número e santidade o povo que vos serve. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Nm 21, 4-9


Leitura do Livro dos Números


Naqueles dias, 4os filhos de Israel partiram do monte Hor, pelo caminho que leva ao mar Vermelho, para contornarem o país de Edom.

Durante a viagem, o povo começou a impacientar-se, 5e se pôs a falar contra Deus e contra Moisés, dizendo: “Por que nos fizestes sair do Egito para morrermos no deserto? Não há pão, falta água, e já estamos com nojo desse alimento miserável”.

6Então o Senhor mandou contra o povo serpentes venenosas, que os mordiam; e morreu muita gente em Israel. 7O povo foi ter com Moisés e disse: “Pecamos, falando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós as serpentes”.

Moisés intercedeu pelo povo, 8e o Senhor respondeu: “Faze uma serpente abrasadora e coloca-a como sinal sobre uma haste; aquele que for mordido e olhar para ela viverá”. 9Moisés fez, pois, uma serpente de bronze e colocou-a como sinal sobre uma haste. Quando alguém era mordido por uma serpente, e olhava para a serpente de bronze, ficava curado.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 101(102), 2-3. 16-18. 19-21 (R. 2)


℟. Ouvi, Senhor, e escutai minha oração e chegue até vós o meu clamor.


— Ouvi, Senhor, e escutai minha oração, e chegue até vós o meu clamor! De mim não oculteis a vossa face no dia em que estou angustiado! Inclinai o vosso ouvido para mim, ao invocar-vos atendei-me sem demora! ℟.

— As nações respeitarão o vosso nome, e os reis de toda a terra, a vossa glória; quando o Senhor reconstruir Jerusalém e aparecer com gloriosa majestade, ele ouvirá a oração dos oprimidos e não desprezará a sua prece. ℟.

— Para as futuras gerações se escreva isto, e um povo novo a ser criado louve a Deus. Ele inclinou-se de seu templo nas alturas, e o Senhor olhou a terra do alto céu, para os gemidos dos cativos escutar e da morte libertar os condenados. ℟.


https://youtu.be/HKWdRA1Lt8o
℟. Glória a Cristo, Palavra eterna do Pai, que é amor!
℣. Semente é de Deus a Palavra, o Cristo é o semeador; todo aquele que o encontra, vida eterna encontrou. ℟.

Evangelho — Jo 8, 21-30


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo João 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: 21“Eu parto e vós me procurareis, mas morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou, vós não podeis ir”. 22Os judeus comentavam: “Por acaso, vai-se matar? Pois ele diz: ‘Para onde eu vou, vós não podeis ir?’”

23Jesus continuou: “Vós sois daqui de baixo, eu sou do alto. Vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. 24Disse-vos que morrereis nos vossos pecados, porque, se não acreditais que eu sou, morrereis nos vossos pecados”.

25Perguntaram-lhe pois: “Quem és tu, então?” Jesus respondeu: “O que vos digo, desde o começo. 26Tenho muitas coisas a dizer a vosso respeito, e a julgar também. Mas aquele que me enviou é fidedigno, e o que ouvi da parte dele é o que falo para o mundo”. 27Eles não compreenderam que lhes estava falando do Pai. 28Por isso, Jesus continuou: “Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que eu sou, e que nada faço por mim mesmo, mas apenas falo aquilo que o Pai me ensinou. 29Aquele que me enviou está comigo. Ele não me deixou sozinho, porque sempre faço o que é de seu agrado”. 30Enquanto Jesus assim falava, muitos acreditaram nele.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Sperent in te omnes, qui noverunt nomen tuum, Domine: quoniam non derelinquis quaerentes te: psallite Domino, qui habitat in Sion: quoniam non est oblitus orationem pauperum. (Ps. 9, 11. 12. 13)

Vernáculo:
Esperem, Senhor em Vós, os que conhecem o vosso nome, porque Vós não abandonais os que Vos procuram: Cantai ao Senhor, que mora em Sião, porque Ele não se esquece da súplica do necessitado. (Cf. MRQ)

Sobre as Oferendas

Nós vos oferecemos, Senhor, o sacrifício que nos reconcilia convosco, para que perdoeis, em vossa misericórdia, os nossos pecados e orienteis os corações vacilantes. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Quando eu for elevado da terra, diz o Senhor, atrairei todos a mim. (Jo 12, 32)
Gradual Romano:
Redime me, Deus Israel, ex omnibus angustiis meis. (Ps. 24, 22; ℣. Ps. 24, 1-2a. 2b-3a. 7. 17. 18. 19. 20. 21)

Vernáculo:
Libertai, ó Senhor Deus, a Israel de toda sua angústia e aflição! (Cf. LH: Sl 24, 22)

Depois da Comunhão

Concedei-nos, ó Deus todo-poderoso, que, participando assiduamente dos vossos mistérios, nos aproximemos sempre mais dos bens celestes. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 24/03/2026


O esvaziamento do sacrifício de Cristo


“Vós sois daqui debaixo, eu sou do alto. Vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. Disse-vos que morrereis nos vossos pecados, porque, se não acreditais que eu sou, morrereis nos vossos pecados”.

No Evangelho de hoje, Jesus, em seu confronto com os fariseus, declara que, se eles não crerem em Jesus, morrerão nos seus pecados. Assim acontece conosco. Nós queremos a salvação, nós queremos estar junto de Deus, mas não existe outro caminho: é necessário crer em Jesus. O evangelho de São João o apresenta dessa maneira: “Se não crerdes que eu sou, morrereis nos vossos pecados”. Esta palavra: “Eu sou”, aqui, Jesus a está tomando de uma frase, de uma forma de falar que, no Antigo Testamento, é do próprio Deus que se apresenta na sarça ardente. Deus diz o seu nome a Moisés: “Eu sou aquele que sou” (Ex 3, 14).Eis aqui, então, o nome de Jesus, ἐγώ εἰμι, “eu sou”, e para que fique claro quando é este momento de sarça srdente, quando Jesus se apresenta para ser crido, Ele então diz da sua cruz: “Quando tiverdes elevado o Filho de Homem, então sabereis que eu sou”. A cruz de Jesus é a nova sarça ardente, a cruz Jesus é, sim, um arbusto, uma madeira, a madeira da cruz, que arde em chamas, e chamas de amor, mas não se consome. Sim, porque é este um mistério de morte e ressurreição, a realidade da Páscoa que já se apresenta diante dos nossos olhos. Jesus, na cruz, é Deus no auge da sua revelação, mostrando todo o seu amor, mostrando a vida que está no amor, um amor que se entrega até a morte, e morte de cruz, um amor vitorioso que vence a morte.E no entanto, aqui neste mesmo Evangelho, se apresenta a morte de uma outra forma, a morte eterna: “Se não crerdes que eu sou”, se não tiverdes fé nessa revelação de amor, nesse Deus encarnado que é Jesus Cristo, “morrereis em vossos pecados”, e esse morrer em seu próprio pecado é exatamente isso, a morte eterna, ou seja, o inferno. Meus queridos, aqui está uma das coisas mais inquietantes dos tempos atuais: o Evangelho parece esvaziado. Jesus é a boa-nova de Deus, Ele é Salvador. O próprio nome de Jesus já o diz: “Deus salva”. Ele é o Salvador que veio para morrer por nós na cruz, numa prova de amor extraordinária: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos”.Mas todo esse sacrifício redentor de Cristo é esvaziado por quê? Porque, claro, afinal de contas, “o inferno não existe”. Mas se o inferno não existe, por que Deus se deu tanto trabalho? Por que Deus desceu dos céus? Por que Deus veio aqui viver a nossa miséria e a nossa pobreza, sofrer as nossas dores, suar nossos suores, morrer a nossa morte? Por que Deus, inocente, se fez condenado senão para livrar-nos da condenação a que nós, muito justa e merecidamente, estamos fadados por nossas próprias desgraças, pecados e infidelidades? Por que Deus teria feito tudo isso, se o inferno, afinal, “não existe”? Se os teólogos modernos, com uma canetada, “aboliram” o inferno? Era tão simples assim! Por que Deus fez tanta coisa? Para que Deus sofreu tanto se, afinal, “bastava” escrever um artigo teológico, e estava tudo resolvido?Não é assim. Deus é verdadeiro e não mente, Deus é aquele que é, Deus é o que é o Ser. A verdade é isso, a verdade existe; ela é, a verdade tem consistência. A mentira, o engano, as adaptações, as ideologias, tudo isso não passa de fumacinha, de nuvem evanescente, de bobagem que passa. Jesus é levado à cruz, eis aí a verdade de Deus manifesta: “Eu sou”. Jesus é, porque esta morte redentora, este amor infinito, este derramamento de sangue por nós homens e pela nossa salvação é uma verdade em que tudo o mais, todo o resto está fundado. Se nós não crermos nesta verdade, é porque estamos abraçados com o pai da mentira, e então morreremos em nossos pecados.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Santo do dia 24/03/2026

Santa Catarina da Suécia (Memória Facultativa)
Local: Valdstena, Suécia
Data: 24 de Março † 1381


Catarina era a segunda filha de santa Brígida, a grande mística sueca que teve grande influência na vida, na história e na literatura do seu país. Catarina nasceu em 1331.

Ainda muito jovem casou-se com Edgar von Kyren, de nobre descendência e de mais nobres sentimentos, pois consentiu que a esposa observasse o voto de castidade que ele mesmo acabou fazendo e observando. Catarina acompanhou sua mãe a Roma por ocasião do ano santo. Lá recebeu a notícia da morte do marido. Desde então as vidas das duas santas correm sobre os mesmos trilhos. A filha participa com total dedicação na intensa atividade de santa Brígida. Esta havia criado na Suécia uma comunidade de tipo cenobítico na cidade de Wadstena, para acolher em separado homens e mulheres em conventos de clausura, cujas regras eram inspiradas no modelo do místico são Bernardo de Claraval.

Durante o período romano que durou até a morte de santa Brígida, 1373, Catarina esteve sempre ao lado da mãe, nas longas peregrinações, às vezes entre perigos de que só mesmo Deus as poderia livrar. Santa Catarina é representada junto com um cervo que, segundo a lenda, muitas vezes apareceu para salvá-la. Depois que trouxeram o corpo da mãe de volta à pátria, Catarina entrou no mosteiro de Wadstena, do qual foi eleita abadessa em 1380.

Chegara de Roma, após uma estada de cinco anos. Em Roma conta-se que Catarina salvou a cidade de uma cheia do Tibre. O episódio é representado numa pintura da igreja a ela consagrada na praça Farnese. O papa Inocêncio VIII permitiu a trasladação das relíquias. Uma multidão imensa a proclamou santa antes mesmo das autoridades eclesiásticas, fixando sua festa no dia da morte, 24 de março de 1381.

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santa Catarina da Suécia, rogai por nós!


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