São José, Esposo da Bem-aventurada Virgem Maria, Padroeiro da Igreja Universal, Solenidade
Antífona de entrada
Iustus ut palma florébit: sicut cedrus Líbani multiplicábitur: plantátus in domo Dómini, in átriis domus Dei nostri. Ps. Bonum est confitéri Dómino: et psállere nómini tuo, Altíssime. (Ps. 91, 13. 14 et 2)
Vernáculo:
O justo crescerá como a palmeira, florirá igual ao cedro que há no Libano; na casa do Senhor estão plantados, nos átrios de meu Deus florescerão. Sl. Como é bom agradecermos ao Senhor e cantar salmos de louvor ao Deus Altíssimo! (Cf. LH: Sl 91, 13-14 e 2)
Glória
Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai todo-poderoso.
Nós vos louvamos,
nós vos bendizemos,
nós vos adoramos,
nós vos glorificamos,
nós vos damos graças
por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo,
só vós, o Senhor,
só vós, o Altíssimo,
Jesus Cristo,
com o Espírito Santo,
na glória de Deus Pai.
Amém.
Coleta
Deus todo-poderoso, na aurora dos novos tempos, confiastes a São José, o cuidado dos mistérios da salvação humana; por sua intercessão, concedei à vossa Igreja conservá-los fielmente e levá-los à plenitude. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Primeira Leitura — 2Sm 7, 4-5a. 12-14a. 16
Leitura do Segundo Livro de Samuel
Naqueles dias, 4a Palavra do Senhor foi dirigida a Natã nestes termos: 5a“Vai dizer ao meu servo Davi: ‘Assim fala o Senhor: 12Quando chegar o fim dos teus dias e repousares com teus pais, então, suscitarei, depois de ti, um filho teu, e confirmarei a sua realeza. 13Será ele que construirá uma casa para o meu nome, e eu firmarei para sempre o seu trono real. 14aEu serei para ele um pai e ele será para mim um filho. 16Tua casa e teu reino serão estáveis para sempre diante de mim, e teu trono será firme para sempre’”.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
Salmo Responsorial — Sl 88(89), 2-3. 4-5. 27 e 29 (R. 37)
℟. Eis que a sua descendência durará eternamente.
— Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor, de geração em geração eu cantarei vossa verdade! Porque dissestes: “O amor é garantido para sempre!” E a vossa lealdade é tão firme como os céus. ℟.
— “Eu firmei uma Aliança com meu servo, meu eleito, e eu fiz um juramento a Davi, meu servidor. Para sempre, no teu trono, firmarei tua linhagem, de geração em geração garantirei o teu reinado!” ℟.
— Ele, então, me invocará: “Ó Senhor, vós sois meu Pai, sois meu Deus, sois meu Rochedo onde encontro a salvação!” Guardarei eternamente para ele a minha graça e com ele firmarei minha Aliança indissolúvel. ℟.
Segunda Leitura — Rm 4, 13. 16-18. 22
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos
Irmãos, 13não foi por causa da Lei, mas por causa da justiça que vem da fé, que Deus prometeu o mundo como herança a Abraão ou à sua descendência.
16É em virtude da fé que alguém se torna herdeiro. Logo, a condição de herdeiro é uma graça, um dom gratuito, e a promessa de Deus continua valendo para toda a descendência de Abraão, tanto para a descendência que se apega à Lei, quanto para a que se apoia somente na fé de Abraão, que é o pai de todos nós. 17Pois está escrito: “Eu fiz de ti pai de muitos povos”. Ele é pai diante de Deus, porque creu em Deus que vivifica os mortos e faz existir o que antes não existia. 18Contra toda a humana esperança, ele firmou-se na esperança e na fé. Assim, tornou-se pai de muitos povos, conforme lhe fora dito: “Assim será a tua posteridade”. 22Esta sua atitude de fé lhe foi creditada como justiça.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
℣. Felizes os que habitam vossa casa, para sempre eles hão de vos louvar! ℟.
Evangelho — Mt 1, 16. 18-21. 24a
℣. O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.
℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus
℟. Glória a vós, Senhor.
Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. 18A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. 19José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria, em segredo. 20Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo.
21Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. 24aQuando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Ou:
Evangelho — Lc 2, 41-51a
℣. O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.
℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Lucas
℟. Glória a vós, Senhor.
Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. 42Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. 43Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. 44Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. 45Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. 46Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. 47Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. 48Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”.
49Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” 50Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera. 51aJesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Creio
Creio em Deus Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra.
E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo,
nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado, morto e sepultado,
desceu à mansão dos mortos,
ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus,
está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso,
donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo,
na santa Igreja Católica,
na comunhão dos santos,
na remissão dos pecados,
na ressurreição da carne
e na vida eterna. Amém.
Antífona do Ofertório
Gradual Romano:
Veritas mea et misericordia mea cum ipso: et in nomine meo exaltabitur cornu eius. (Ps. 88, 25)
Vernáculo:
Minha verdade e meu amor estarão sempre com ele, sua força e seu poder por meu nome crescerão. (Cf. LH: Sl 88, 25)
Sobre as Oferendas
Senhor, assim como são José se dedicou com amor e fidelidade ao serviço do vosso Filho unigênito, nascido da Virgem Maria, fazei que também nós sirvamos de coração puro aos mistérios do vosso altar. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da Comunhão
Ioseph fili David noli timere accipere Mariam coniugem tuam: quod enim in ea natum est de Spiritu Sancto est. (Mt. 1, 20; ℣. Ps. 111, 1. 2. 3. 4. 5-6a. 6b-7a. 7b-8. 9)
Quando legitur Evangelium Ibant parentes Iesu:
Fili, quid fecisti nobis sic? Ego et pater tuus dolentes quaerebamus te. Et quid est quod me quaerebatis? Nesciebatis quia in his quae Patris mei sunt oportet me esse? (Lc. 2, 48. 49; ℣. Ps. 111, 1. 2. 3. 4. 5-6a. 6b-7a. 7b-8. 9)
Vernáculo:
José, Filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo. (Cf. Bíblia CNBB: Mt 1, 20)
Quando lemos o Evangelho, os pais de Jesus:
Filho, por que agiste assim conosco? Olha, teu pai e eu andávamos, angustiados, à tua procura! Por que me procuráveis? Não sabíeis que eu devo estar naquilo que é de meu Pai? (Cf. Bíblia CNBB: Lc 2, 48. 49)
Depois da Comunhão
Senhor, que na solenidade de São José alimentastes neste altar a vossa família, defendei-a sempre com a vossa proteção e conservai nela os vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.
Homilia do dia 19/03/2026
Do escondimento para a mais alta glória no Céu
É com imensa alegria que a Igreja celebra hoje, rompendo a austeridade da Quaresma, a solenidade de seu santo Patrono e Protetor: São José, castíssimo esposo da Virgem Maria e pai virginal do Filho de Deus. Este humilde carpinteiro, que viveu em silêncio e servindo discretamente a Sagrada Família, atravessou os séculos sem despertar muito a devoção dos fiéis, até que o Pai, enfim, quis “tirá-lo” do seu silêncio e proclamar, nestes tempos, a dignidade e a glória daquele a quem confiara a guarda de seu Filho muito amado.
Com grande alegria, celebramos hoje a Solenidade de São José, considerado o padroeiro da Igreja do mundo inteiro, uma vez que foi a ele que Deus confiou a guarda da Igreja nascente, Jesus Cristo, mas também da Virgem Maria, Mãe da Igreja.
Ele é o maior de todos os santos da Igreja Católica depois de Maria e, evidentemente, de Jesus, que é o próprio Deus que se fez homem. Portanto, se formos traçar uma ordem de importância, primeiro nós temos Cristo, com sua santidade infinita, e depois a Virgem Santíssima, cuja santidade é maior do que a de todos os santos e anjos juntos.
Em seguida, na ordem dos santos, o primeiro deles é São José. Nós sabemos disso com base no seguinte princípio teológico sobre a santificação: o que torna uma pessoa santa é o contato com Jesus. São José conviveu com Cristo, crendo e amando, em contato presencial e físico. Por isso, como não seria ele santificado?
Muitos se perguntam como é possível que São José seja o maior de todos os santos se a devoção a ele começou a se propagar nos últimos 500 anos. Bom, São José, na Providência Divina, precisava “sair de cena”, tanto que faleceu antes de Jesus iniciar a sua vida pública. Morreu silenciosamente, assistido por Jesus e Maria no seu leito de morte.
Fala-se muito do silêncio de Maria, mas, no fundo, o silencioso é São José. Na Bíblia, nós temos algumas palavras que saíram da boca da Virgem Santíssima, como “Eis aqui a serva do Senhor” (Lc 1, 38) ou “A minha alma engrandece o Senhor” (Lc 1, 46). Já São José vive e precisa estar no silêncio, para que apareça a verdadeira paternidade de Cristo, que é de Deus Pai. Assim, quando é estabelecida essa verdade da origem divina de Jesus, quando não há mais dúvida, a Igreja, inspirada pelo Espírito Santo, vê germinar e florir essa fé maravilhosa que nós temos na santidade de São José. Chega, então, o momento de este grande santo ser notado e venerado.
Por isso, observemos o amor e a fé que ele tinha para com Jesus e sejamos devotos de São José, o maior de todos os santos, nosso protetor e um modelo para nossas vidas.
Deus abençoe você!
Santo do dia 19/03/2026
São José (Solenidade)
Data: 19 de Março
São José, denominado Esposo da Virgem Maria, foi proclamado Patrono da Igreja Universal. Em si nem precisava ser declarado como tal, pois ele o é pela própria missão que desempenhou.
São José é um desses santos que fazem parte da piedade cristã. Ele encontra-se no caminho para se chegar a Jesus Cristo. Sua figura é de uma riqueza extraordinária no plano de Deus da salvação. É o último dos Patriarcas que recebe as comunicações do Senhor através da humilde via dos sonhos. Assim como o antigo José, é o homem justo e fiel que Deus pôs como guarda de sua casa.
José aparece nos Evangelhos como um homem que viveu da fé. Ele liga Jesus, rei messiânico, à descendência de Davi. Esposo de Maria e pai oficial de Jesus Cristo, ele guia a Sagrada Família na fuga e no retorno do Egito, refazendo o caminho do Êxodo.
É chamado pelo Evangelho de "justo" (Mt 1, 19). Nele realizou-se o novo Êxodo do Egito (cf. Mt 2, 19-23). Nele cumpriram-se as promessas divinas. Deus o fez chefe de sua casa e despenseiro de todos os seus bens: seu próprio Filho.
José foi aquela pessoa eleita por Deus com a missão de acolher seu Filho feito homem no seio da Virgem Maria, quando habitou entre nós. Além de acolhê-lo, ele o protegeu, defendeu-o contra os inimigos na fuga para o Egito e seu retorno para Nazaré, acompanhou-o em sua vida oculta de Nazaré propiciando-lhe o alimento pelo seu trabalho de carpinteiro. E, por que não dizê-lo, ajudou-o a dar os primeiros passos.
São José é chamado muitas vezes de pai nutrício do Filho de Deus, pai putativo, pai adotivo. Fala-se também em pai legal ou pai oficial. Prefiro dizer que José foi o pai de Jesus Cristo na fé e pela fé. São Leão Magno afirma que "uma virgem da descendência real de Davi foi escolhida para a sagrada maternidade; iria conceber um filho, Deus e homem, primeiro em seu espirito, e depois em seu corpo" (cf. Sermão I na Natividade do Senhor). De modo semelhante, também José gerou o Filho de Deus no espirito pela fé. Sem esta fé do noivo de Maria e depois seu esposo, o filho de Maria, obra do Espírito Santo, não poderia existir na sociedade, pois Maria seria irremediavelmente apedrejada. Assim, José pôde dar o nome a Jesus e, com o nome, a existência na sociedade humana.
Para todos os efeitos Jesus é o filho de José. Se consultarmos os Evangelhos, constatamos algumas passagens que confirmam esta condição de José como pai de Jesus Cristo. José é considerado o descendente de Davi, de quem devia nascer o Messias. Maria era prometida em casamento a um homem, chamado José, da casa de Davi (cf. Lc 1, 27: cf. Mt 1, 16; Mt 1, 20; Lc 1, 69; Lc 2, 4). José é chamado, simplesmente, o pai do Menino (cf. Lc 2, 33). Maria diz ao Menino quando o acharam no Templo: "Olha, teu pai e eu, aflitos, te procurávamos" (Lc 2, 48). Jesus é conhecido como o filho de José (cf. Lc 4, 22) ou o carpinteiro (cf. Mc 6, 3).
Ora, se José esteve tão próximo a Jesus quando entrou neste mundo e foi crescendo e fortalecendo-se, cheio de sabedoria, estando a graça de Deus com ele (cf. Lc 2, 40), logicamente está presente também onde o Corpo místico de Cristo, a Igreja, nasce, dá seus primeiros passos, precisando de acolhida, de proteção e de ser alimentada e guiada. Se São José foi o Protetor, o pai nutrício de Jesus Cristo quando neste mundo, ele é também o Protetor do Cristo presente hoje na história através de sua Igreja.
São José está presente com sua solicitude onde a Igreja nasce, onde ela cresce, onde dá os seus primeiros passos, onde a vida divina vai desabrochando em cada cristão. É comemorando o que ele foi para Jesus Cristo que ele também se torna presente hoje na Igreja. Em vista disso, São José costuma ser o Patrono de muitas casas de noviciado.
Conforme os Evangelhos, São José se distinguiu por duas coisas. Primeiro: o silêncio. Os Evangelhos não nos transmitiram nenhuma palavra de São José. No silêncio ele ouve a palavra de Deus, crê, confia e age de acordo com ela. O que seria do mundo sem a profunda fé do Esposo da Mãe de Deus? Segundo: a ação. São José ouve no silêncio os desígnios de Deus, interpreta-os à luz da fé e age de acordo. José se apresenta como o homem que age no silêncio. Dedica toda a sua existência a Maria, sua Esposa, e ao filho de Maria, Nosso Senhor Jesus Cristo. Tudo isso, como servo fiel e prudente que Deus escolheu para reger a sua casa. Que maravilhoso exemplo! Nem todos são chamados a pregar pela palavra, mas todos os cristãos podem anunciar Jesus Cristo no silêncio da realização do plano de Deus e através da ação concreta em favor de Jesus Cristo e de Maria.
Gostaria de realçar mais um ponto. Jesus Cristo tinha São José por pai. Quando Jesus se dirigia a Deus costumava chamá-lo de Pai. Com que ternura ele se dirige a Deus, chamando-o de pai em sua oração sacerdotal (cf. Jo 17). Pede que os seus discipulos se dirijam a Deus em oração chamando-o de pai: Pai nosso. Onde é que Jesus aprendeu esta prática de comunicação intima com Deus como seu Pai? Foi certamente com José, seu pai na fé.
A Liturgia de sua solenidade lança fundo no mistério da vocação e da missão de São José, Esposo da Virgem Maria.
São José é invocado como Padroeiro da boa morte. Supõe-se, com razão, que ele tenha sido assistido, na hora da passagem para o Pai, por Jesus e Maria. O papa Pio IX declarou-o Padroeiro da Igreja e Leão XIII propunha-o como advogado dos lares cristãos. Em 1955 foi proposto como modelo dos operários, inclusive, com a festa de São José Operário, no dia 1º de maio, dia do trabalho. João XXIII incluiu o nome de São José no Canon romano da Missa.
Que São José nos conceda a graça de vivermos totalmente com Cristo e para Cristo em íntima comunhão com Maria.
Referência:
BECKHÄUSER, Frei Alberto. Os Santos na Liturgia: testemunhas de Cristo. Petrópolis: Vozes, 2013. 391 p. Adaptações: Equipe Pocket Terço.
São José, rogai por nós!


