5ª feira da Ceia do Senhor - Missa Vespertina
Antífona de entrada
Nos autem gloriári opórtet, in cruce Dómini nostri Iesu Christi: in quo est salus, vita, et resurréctio nostra: per quem salváti, et liberáti sumus. Ps. 1. Deus misereátur nostri, et benedícat nobis: illúminet vultum suum super nos, et misereátur nostri. 2. Ut cognoscámus in terra viam tuam: in ómnibus géntibus salutáre tuum. 3. Confiteántur tibi pópuli, Deus: confiteántur tibi pópuli omnes. (Cf. Gal. 6, 14; Ps. 66)
Vernáculo:
Nós, porém, devemos gloriar-nos na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo; nele está a salvação, nossa vida e ressurreição; por ele somos salvos e libertos. (Cf. MR: Gl 6, 14) Sl. 1. Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção, e sua face resplandeça sobre nós! Ant. 2. Que na terra se conheça o seu caminho e a sua salvação por entre os povos. Ant. 3. Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, que todas as nações vos glorifiquem! (Cf. LH: Sl 66, 2. 3. 4)
Glória
Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai todo-poderoso.
Nós vos louvamos,
nós vos bendizemos,
nós vos adoramos,
nós vos glorificamos,
nós vos damos graças
por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo,
só vós, o Senhor,
só vós, o Altíssimo,
Jesus Cristo,
com o Espírito Santo,
na glória de Deus Pai.
Amém.
Coleta
Ó Pai, estamos reunidos para a santa Ceia, na qual o vosso Filho Unigênito, ao entregar-se à morte, deu à sua Igreja um novo e eterno sacrifício, como banquete do seu amor. Concedei-nos, por mistério tão excelso, chegar à plenitude da caridade e da vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Primeira Leitura — Ex 12, 1-8. 11-14
Leitura do Livro do Êxodo
Naqueles dias, 1o Senhor disse a Moisés e a Aarão no Egito: 2“Este mês será para vós o começo dos meses; será o primeiro mês do ano. 3Falai a toda a comunidade dos filhos de Israel, dizendo: ‘No décimo dia deste mês, cada um tome um cordeiro por família, um cordeiro para cada casa.
4Se a família não for bastante numerosa para comer um cordeiro, convidará também o vizinho mais próximo, de acordo com o número de pessoas. Deveis calcular o número de comensais, conforme o tamanho do cordeiro. 5O cordeiro será sem defeito, macho, de um ano. Podereis escolher tanto um cordeiro, como um cabrito: 6e devereis guardá-lo preso até ao dia catorze deste mês. Então toda a comunidade de Israel reunida o imolará ao cair da tarde. 7Tomareis um pouco do seu sangue e untareis os marcos e a travessa da porta, nas casas em que o comerdes. 8Comereis a carne nessa mesma noite, assada ao fogo, com pães ázimos e ervas amargas. 11Assim devereis comê-lo: com os rins cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão. E comereis às pressas, pois é a Páscoa, isto é, a ‘Passagem’ do Senhor!
12E naquela noite passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até os animais; e infligirei castigos contra todos os deuses do Egito, eu, o Senhor. 13O sangue servirá de sinal nas casas onde estiverdes. Ao ver o sangue, passarei adiante, e não vos atingirá a praga exterminadora, quando eu ferir a terra do Egito. 14Este dia será para vós uma festa memorável em honra do Senhor, que haveis de celebrar por todas as gerações, como instituição perpétua’”.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
Salmo Responsorial — Sl 115(116B), 12-13. 15-16bc. 17-18 (R. cf. 1Cor 10, 16)
℟. O cálice por nós abençoado é a nossa comunhão com o sangue do Senhor.
— Que poderei retribuir ao Senhor Deus por tudo aquilo que ele fez em meu favor? Elevo o cálice da minha salvação, invocando o nome santo do Senhor. ℟.
— É sentida por demais pelo Senhor a morte de seus santos, seus amigos. Eis que sou o vosso servo, ó Senhor, mas me quebrastes os grilhões da escravidão! ℟.
— Por isso oferto um sacrifício de louvor, invocando o nome santo do Senhor. Vou cumprir minhas promessas ao Senhor na presença de seu povo reunido. ℟.
Segunda Leitura — 1Cor 11, 23-26
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios
Irmãos: 23O que eu recebi do Senhor, foi isso que eu vos transmiti: Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão 24e, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória”.
25Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória”. 26Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
℣. Eu vos dou este novo Mandamento, nova ordem agora vos dou, que, também, vos ameis uns aos outros, como eu vos amei, diz o Senhor. (Jo 13, 34) ℟.
Evangelho — Jo 13, 1-15
℣. O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.
℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo João
℟. Glória a vós, Senhor.
Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.
2Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus. 3Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, 4levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. 5Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido. 6Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” 7Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”.
8Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”. 9Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça”.
10Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos”.
11Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos”.
12Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? 13Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. 14Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. 15Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Antífona do Ofertório
Gradual Romano:
Ubi cáritas est vera, Deus ibi est.℣. Congregávit nos in unum Christi amor. ℣. Exsultémus et in ipso iucundémur. ℣. Timeámus et amémus Deum vivum. ℣. Et ex corde diligámus nos sincéro. Ant. ℣. Simul ergo cum in unum congregámur: ℣. Ne nos mente dividámur, caveámus. ℣. Cessent iúrgia malígna, cessent lites. ℣. Et in médio nostri sit Christus Deus. Ant. ℣. Simul quoque cum beátis videámus ℣. Gloriánter vultum tuum, Christe Deus: ℣. Gáudium, quod est imménsum, atque probum, ℣. Saécula per infiníta saeculórum. Ant. (Auctor ignotus in Italia, saec. IX-X?)
Vernáculo:
Onde o amor e a caridade, Deus aí está.1. Congregou-nos num só corpo o amor de Cristo; exultemos, pois, e nele jubilemos. Ao Deus vivo nós temamos, mas amemos; e, sinceros, uns aos outros, nos queiramos. Ant. 2. Todos juntos num só corpo congregados, pela mente não sejamos separados. Cessem lutas, cessem rixas, dissensões, mas esteja em nosso meio Cristo Deus! Ant. 3. Junto um dia com os eleitos nós vejamos tua face gloriosa, Cristo Deus: gáudio puro, que é imenso e que ainda vem, pelos séculos dos séculos. Amém. (Cf. MR)
Sobre as Oferendas
Concedei-nos, Senhor, a graça de participar dignamente destes santos mistérios, pois todas as vezes que celebramos o memorial do sacrifício do vosso Filho, realiza-se em nós a obra da redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da Comunhão
Hoc corpus, quod pro vobis tradétur: hic calix novi testaménti est in meo sánguine, dicit Dóminus: hoc fácite, quotiescúmque súmitis, in meam commemoratiónem. (1 Cor. 11, 24. 25; Ps. 22, 1-2a. 2b-3a. 3b. 4ab. 4cd. 5ab. 5cd. 6ab vel Ps. 115, 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16ab. 16c - 17. 18. 19)
Vernáculo:
Isto é o meu Corpo entregue por vós. Este cálice é a nova aliança no meu sangue, diz o Senhor. Todas as vezes que dele beberdes fazei-o em memória de mim. (Cf. MR: 1Cor 11, 24. 25)
Depois da Comunhão
Ó Deus todo-poderoso, assim como hoje nos renovastes pela Ceia do vosso Filho, dai-nos ser eternamente saciados no banquete do seu reino. Por Cristo, nosso Senhor.
Homilia do dia 02/04/2026
Os mistérios celebrados na Quinta-feira Santa
“Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz”.
Hoje, encerramos a Quaresma para, finalmente, darmos início ao Tríduo Pascal. Com a noite da Quinta-feira Santa, nós entramos nos três dias que são o centro do ano litúrgico: a noite de Quinta à Sexta-feira Santa, primeiro dia; a noite de Sexta ao Sábado de Aleluia, o segundo dia e, no domingo, o terceiro dia: a Páscoa.
Na Quinta-feira Santa, presenciamos uma Missa diferente das outras: celebramos, como em todas as Missas, a Ceia do Senhor, mas fazemos isso com um gesto de Jesus que é narrado somente pelo Evangelho de São João: o Lava-Pés. O Evangelho desta Missa, portanto, começa com uma solenidade — já que, de fato, a hora é grave e solene —, e São João nos diz: “Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai” (Jo 13, 1).
No capítulo 2 do Evangelho de São João, Maria tinha pedido a Jesus um sinal, indicando a Ele que o vinho tinha acabado, mas Cristo disse: “Ainda não chegou a minha hora” (Jo 2, 4). No entanto, agora é chegado o momento da Páscoa, de passar deste mundo para o Pai. Mas como Ele fará isso? Cristo não fará como em Canaã, pedindo para enchermos as talhas para Ele transformar a água em vinho: Ele mesmo irá pegar uma jarra e, em vez de enchê-la, irá esvaziá-la sobre nossos pés, simbolizando o derramamento do seu Sangue sobre aquilo que nós temos de mais sujo e pecaminoso.
Muitas pessoas gostam de ler este Evangelho observando a diaconia de Cristo, e, de fato, devemos recordar o que é o serviço de Jesus. Ele disse: “Eu vim a este mundo não para ser servido, mas para servir e dar a vida” (cf. Mc 10, 45), e é exatamente esse o seu serviço: dar a vida por amor a nós. Esse amor é manifesto desde a primeira frase do Evangelho de hoje, quando é dito: “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13, 1), e ele se torna ainda mais evidente com a presença daquele amigo que se fez inimigo de Jesus, Judas Iscariotes.
Assim diz o Evangelho: “Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus” (Jo 13, 2). Neste momento, num ato supremo de humildade, Jesus irá lavar os pés de Judas, o inimigo, e São João faz uma profissão de fé clara e bela: “Jesus, sabendo que o Pai tinha posto tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura” (Jo 13, 3). Então, Ele toma uma atitude de servo, e vemos diante dos nossos olhos a realização do segundo capítulo da Carta aos Filipenses: Cristo se esvazia, tomando a forma de servo e fazendo-se semelhante aos homens para nos servir.
Eis o motivo de vivermos o Tríduo Pascal: para que o Senhor possa lavar os nossos pecados e verdadeiramente seja para nós o Salvador, Aquele que desce e vem ao encontro da nossa pequenez miserável. Então, compreendendo tudo isso, percebemos a grandeza da humildade que todo cristão deve viver, humilhando-se diante de Cristo ao reconhecer sua maldade e, confiando nele, deixando que Ele lave os nossos pecados. Desse modo, uma vez que a água simbolizada no Lava-Pés é derramada sobre nós no Batismo, adquirimos uma dignidade sublime e o próprio Deus se faz presente em nossos corações.
No entanto, não podemos nos envaidecer e nos encher de soberba. Sim, temos a graça de professar a fé em Cristo, mas exatamente por isso devemos, como Ele, rebaixar-nos e servir. E qual é o grande serviço que podemos realizar? É o que celebramos na missa In Coena Domini: a instituição da Eucaristia e do sacerdócio cristão. Na Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, o Papa Paulo VI põe fim a um debate polêmico sobre a missão da Igreja. As pessoas se perguntavam para que existia a Igreja e a evangelização. Paulo VI, então, responde: “A evangelização é para instaurar a Igreja, e a Igreja se instaura levando as pessoas à Eucaristia”. Por isso, precisamos transformar a Missa em missão. Nós, lavados por Cristo no Batismo — simbolizado pelo Lava-Pés —, recebendo a Eucaristia — seu Corpo e seu Sangue — e estando tão intimamente unidos a Ele, precisamos ser como Ele, tornando-nos missionários, como Jesus é o missionário do Pai, e indo às pessoas para trazê-las à Eucaristia. Essa é a finalidade da Igreja, e a instituição da Eucaristia que nós hoje celebramos é a razão de ser da Igreja, de Cristo ter vindo a este mundo, da Virgem Maria, dos anjos, de todo o mistério de salvação.
Que alegria celebrarmos hoje a Missa da Ceia do Senhor, ouvindo o toque dos sinos e a música sublime do Glória! Que alegria vermos o Santíssimo Sacramento rodeado de toda a adoração, de todo o louvor e de reconhecermos que Deus está ali, presente! Se quisermos bem celebrar esta Ceia do Senhor ao recebermos a Comunhão nesta noite, vamos com os discípulos para o Getsêmani e façamos como São João: reclinemo-nos no peito de Jesus.
“Quam modo tale amore no redamare” – “Como não vou amar de volta um amor assim?”, disse Santo Agostinho. Compreendendo isso, a gratidão que sentiremos em nossos corações ao recebermos a comunhão será imensa, pois saberemos: Cristo, em sua infinita misericórdia, morreu por nós numa Cruz, e nós podemos retribuí-lo, amando-o verdadeiramente e, como João, reclinando nossas cabeças no peito d’Aquele que nos amou até o fim.
Deus abençoe você!
Santo do dia 02/04/2026
São Francisco de Paula (Memória Facultativa)
Local: Plessis, França
Data: 02 de Abril † 1507
Quem já atravessou o estreito de Messina terá perguntado por que um dos ferry-boat traz o nome na proa: são Francisco de Paula. Há cinco séculos um frade muito magro pelos jejuns e longa viagem pediu em vão a todos os barqueiros o favor de o transportarem do outro lado. Como todos se recusassem ele estendeu o seu velho manto sobre a água e velejou para o outro lado até o porto de Messina. O prodígio valeu ao frade a fama de milagroso e no futuro o título de santo padroeiro dos marinheiros.
A vida toda deste grande santo está repleta de milagres. Viveu num ambiente de honrarias e ambições, mas não se corrompeu. Sua fama ultrapassou os Alpes e o próprio rei da França, Luís XI, exigiu que o papa lhe mandasse o santo calabrês para curá-lo de uma grave doença. O humilde frade, avisado por um mensageiro do papa, saiu com destino a Paris. O soberano não queria morrer, mas o santo conseguiu reconciliá-lo com Deus e fazê-lo aceitar a morte. Antes de morrer, Luís o nomeou diretor espiritual do seu filho e sucessor, Carlos VIII.
Francisco nasceu na Calábria em 1416. Foi o mais jovem fundador de Ordem religiosa. Aos 13 anos vestiu o hábito franciscano, mas depois de dois anos já havia desaparecido. Após alguns anos um caçador o descobriu. A fama da santidade e dos milagres atraiu numerosos jovens desejosos de seguir seu exemplo. Fundou o mosteiro de Cosenza de são Francisco de Assis, os Mínimos. Aos três votos de pobreza, castidade e obediência acrescentou um quarto, o do jejum quaresmal, da quarta-feira de cinzas até sábado santo: pão, peixe, verdura e água.
As duras penitências não lhe abreviaram a vida: 91 anos. Morreu na sexta-feira santa, 2 de abril de 1507. Foi canonizado em 1519, apenas a doze anos da morte.
Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.
São Francisco de Paula, rogai por nós!


