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2ª feira da 4ª Semana da Quaresma

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Memória Facultativa

São Cirilo de Jerusalém, Bispo e Doutor da Igreja

Antífona de entrada

Confio em vós, Senhor. Exultarei e me alegrarei em vossa misericórdia, pois olhastes a minha pequenez. (Cf. Sl 30, 7-8)
Gradual Romano:
Ego autem in Domino speravi: exsultabo, et laetabor in tua misericordia: quia respexisti humilitatem meam. Ps. In te, Domine, speravi, non confundar in aeternum: in iustitia tua libera me. (Ps. 30, 7. 8 et 2)

Vernáculo:
Confio em vós, Senhor. Exultarei e me alegrarei em vossa misericórdia, pois olhastes a minha pequenez. (Cf. MR: Sl 30, 7. 8) Sl. Senhor, eu ponho em vós minha esperança; que eu não fique envergonhado eternamente! Porque sois justo, defendei-me e libertai-me. (Cf. LH: Sl 30, 2)

Coleta

Ó Deus, que renovais o mundo com admiráveis sacramentos, concedei à vossa Igreja caminhar segundo a vossa vontade sem que jamais lhe faltem neste mundo, os auxílios de que necessita. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Is 65, 17-21


Leitura do Livro do Profeta Isaías


Assim fala o Senhor: 17“Eis que eu criarei novos céus e nova terra, coisas passadas serão esquecidas, não voltarão mais à memória. 18Ao contrário, haverá alegria e exultação sem fim em razão das coisas que eu vou criar; farei de Jerusalém a cidade da exultação e um povo cheio de alegria.

19Eu também exulto com Jerusalém e alegro-me com o meu povo; ali nunca mais se ouvirá a voz do pranto e o grito de dor. 20Ali não haverá crianças condenadas a poucos dias de vida nem anciãos que não completem seus dias. Será considerado jovem quem morrer aos cem anos; e quem não alcançar cem anos, passará por maldito. 21Construirão casas para nelas morar, plantarão vinhas para comer seus frutos”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 29(30), 2 e 4. 5-6. 11-12a e 13b (R. 2a)

 

℟. Eu vos exalto, ó Senhor, pois me livrastes!


— Eu vos exalto, ó Senhor, pois me livrastes, e não deixastes rir de mim meus inimigos! Vós tirastes minha alma dos abismos e me salvastes, quando estava já morrendo! ℟.

— Cantai salmos ao Senhor, povo fiel, dai-lhe graças e invocai seu santo nome! Pois sua ira dura apenas um momento, mas sua bondade permanece a vida inteira; se à tarde vem o pranto visitar-nos, de manhã vem saudar-nos a alegria. ℟.

— Escutai-me, Senhor Deus, tende piedade! Sede, Senhor, o meu abrigo protetor! Transformastes o meu pranto em uma festa, Senhor meu Deus, eternamente hei de louvar-vos! ℟.


https://youtu.be/zZCDhhyYrmc
℟. Honra, glória, poder e louvor a Jesus, nosso Deus e Senhor!
℣. Buscai o bem, não o mal, pois assim vivereis; então, o Senhor, nosso Deus, convosco estará! (Cf. Am 5, 14) ℟.

Evangelho — Jo 4, 43-54


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo João 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 43Jesus partiu da Samaria para a Galileia. 44O próprio Jesus tinha declarado, que um profeta não é honrado na sua própria terra. 45Quando então chegou à Galileia, os galileus receberam-no bem, porque tinham visto tudo o que Jesus havia feito em Jerusalém, durante a festa. Pois também eles tinham ido à festa. 46Assim, Jesus voltou para Caná da Galileia, onde havia transformado a água em vinho.

Havia em Cafarnaum um funcionário do rei que tinha um filho doente. 47Ouviu dizer que Jesus tinha vindo da Judeia para a Galileia. Ele saiu ao seu encontro e pediu-lhe que fosse a Cafarnaum curar seu filho, que estava morrendo. 48Jesus disse-lhe: “Se não virdes sinais e prodígios, não acreditais”. 49O funcionário do rei disse: “Senhor, desce, antes que meu filho morra!” 50Jesus lhe disse: “Podes ir, teu filho está vivo”. O homem acreditou na palavra de Jesus e foi embora.

51Enquanto descia para Cafarnaum, seus empregados foram ao seu encontro, dizendo que o seu filho estava vivo. 52O funcionário perguntou a que horas o menino tinha melhorado. Eles responderam: “A febre desapareceu, ontem, pela uma da tarde”. 53O pai verificou que tinha sido exatamente na mesma hora em que Jesus lhe havia dito: “Teu filho está vivo”. Então, ele abraçou a fé, juntamente com toda a sua família. 54Esse foi o segundo sinal de Jesus. Realizou-o quando voltou da Judeia para a Galileia.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Iubilate Deo omnis terra: iubilate Deo omnis terra, servite Domino in laetitia intrate in conspectu eius in exsultatione quia Dominus ipse est Deus. (Ps. 99, 1. 2)

Vernáculo:
Aclamai o Senhor, ó terra inteira, servi ao Senhor com alegria, ide a ele cantando jubilosos! Sabei que o Senhor, só ele, é Deus. (Cf. LH: Sl 99, 2, 3a)

Sobre as Oferendas

Possamos, Senhor, colher os frutos do sacrifício que vamos oferecer, para que, purificados da antiga condição de pecado, cresçamos numa vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Assim diz o Senhor: Porei o meu espírito dentro de vós e farei com que sigais a minha lei e cuideis de observar os meus mandamentos. (Cf. Ez 36, 27)
Gradual Romano:
Ab occultis meis munda me Domine: et ab alienis parce servo tuo. (Ps. 18, 13. 14; ℣. Ps. 18, 2. 3. 4. 5. 8. 15ab)

Vernáculo:
Mas quem pode perceber suas faltas? Perdoai as que não vejo! E preservai o vosso servo do orgulho: não domine sobre mim!  (Cf. LH: Sl 18, 13. 14ab)

Depois da Comunhão

Nós vos pedimos, Senhor, que vossos santos dons nos renovem e santifiquem, conduzindo-nos à vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 16/03/2026


O maior bem que se pode dar aos filhos


De nada adianta aos pais virar-se do avesso para garantir aos filhos as comodidades de uma vida que, cedo ou tarde, será sepultada, se não lhes procurarem também a única vida que não termina e cujo princípio não é senão o ato de fé.

No Evangelho de hoje, vemos que Jesus realiza um milagre, curando o filho do funcionário do rei.É interessante olharmos para o contexto deste Evangelho. No capítulo dois do Evangelho de São João, é mostrado o primeiro sinal de Jesus nas bodas de Caná, onde Ele transforma água em vinho. As pessoas, então, começam a espalhar notícias sobre os milagres que Cristo realizava — certamente houve outros sinais mais famosos que São João não relata, pois ele tenta apresentar os fatos de forma resumida, profunda e teológica — e, assim, Jesus foi se tornando conhecido. Um dia, o funcionário do rei vai ao encontro de Jesus e pede-lhe para curar seu filho, que está doente. No começo, Cristo faz uma reclamação: “Se não virdes sinais e prodígios, não acreditais” (Jo 4,48), ou seja, se as pessoas não veem milagres, elas não acreditam. O pai, contudo, insiste, porque ama o filho e não quer que ele morra. Então, Nosso Senhor realiza um prodígio, dizendo que ele poderia partir, pois seu filho já estava curado. O homem, crendo na palavra de Jesus, foi embora, e ao chegar em casa recebeu a notícia de que seu filho havia melhorado. Entretanto, o verdadeiro prodígio desta história é que o homem creu na Palavra, ou seja, ele teve fé. O Prólogo de São João nos recorda: “A todos os que o receberam e creram em seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. Eles não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (Jo 1, 12-13).Depois que o funcionário chegou em casa, ele apenas confirmou sua fé ao constatar a cura do filho, porque ele creu às cegas, sem precisar ver nenhum sinal. Não significa que ele foi para casa, viu o filho e creu; ele primeiro creu sem ver nada. Esse é o fato mais importante deste Evangelho. Ao perguntar quando acontecera a cura do filho e perceber que ela ocorrera na mesma hora em que Jesus lhe havia dito: “Teu filho está vivo” (Jo 4, 50), o funcionário não apenas confirmou sua fé, como também a abraçou, juntamente com toda a sua família. Como um verdadeiro pai cristão, ele levou consigo a família inteira ao caminho que importa, e essa é a missão dos pais cristãos: transmitir a fé para seus filhos, percebendo que esta vida carnal irá perecer O funcionário transmitiu para o seu filho a vida carnal que este, enfermo, estava perdendo, mas a vida que Jesus transmitiu através da fé é eterna, não perece. Portanto, por mais estranho que pareça, o mais importante não é os pais transmitirem a vida biológica para os filhos — algo que, de fato, é precioso —, mas transmitir a vida eterna para eles, pois de nada adianta dedicarem seu tempo por dinheiro para “manter” uma vida que vai ser enterrada no túmulo, e não reservar um tempo para a vida que brotará para a eternidade.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Santo do dia 16/03/2026

Santos João de Brébeuf, Isac Jogues e companheiros (Memória Facultativa)
Local: Ossernenon, Canadá
Data: 16 de Março † 1649


Nestes últimos tempos mudou-se a atitude para com os índios de pele vermelha. Tomou-se consciência de que a prepotência dos brancos colonizadores tem destruído a vida de populações, cujos valores próprios e autênticos já tarde demais os “civilizados” quiseram salvar. O cristianismo e, de modo especial, os missionários procuram preservar os valores genuínos de cada povo.

Por isso oito jesuítas, entre eles João de Brébeuf, morreram no Canadá na metade do século XVII. Nasceu em 593 de família normanda que acompanhou Guilherme, o Conquistador, e são Luís IX. Tornou-se jesuíta ordenando-se padre no dia em que completou 29 anos. Três anos após partiu para o Canadá em companhia de Massé, Lalemant e José Roche d’Aillon. Foi direto trabalhar entre os índios algonquinos. Logo aprendeu a língua deles chegando a escrever nela gramática e catecismo. Passou depois para a tribo dos urões. Também nessa língua redigiu um catecismo. Batizou cerca de 7.000 índios.

Sua vida inteira foi um martírio. Morava em choupanas de extrema pobreza, pequena imagem do inferno. No dia 16 de março de 1649 a tribo dos iroqueses, adversários dos urões, invadiram a missão, amarraram João de Brébeuf num pau, arrancaram-lhe as unhas, bateram nele de mil maneiras, torturando-o de todos os modos e, por fim, admirados pela sua coragem, partiram-lhe o peito e comeram-lhe o coração para herdarem a força da sua alma.

Com sete outros companheiros mártires: Antônio Daniel, Carlos Garnier, Gabriel Lalemant, João de la Lande, Isac Jogues, Natal Chabanel e Renato Goupil, foi canonizado no dia 29 de junho de 1931. A festa deles cai no dia dezenove de outubro. Muito querido dos índios que o chamavam de “o homem que carrega os fardos”.

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santos João de Brébeuf, Isac Jogues e companheiros, rogai por nós!


Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil