15 Qui
Jan
16 Sex
Jan
17 Sáb
Jan
18 Dom
Jan
19 Seg
Jan
20 Ter
Jan
21 Qua
Jan
22 Qui
Jan
23 Sex
Jan
24 Sáb
Jan
25 Dom
Jan

2º Domingo do Tempo Comum

Apoiadores do Pocket Terço
Terço com imagens no Youtube
Reze os Mistérios Gloriosos com imagens

Antífona de entrada

Toda a terra vos adore com respeito, e proclame o louvor do vosso nome, ó Altíssimo. (Cf. Sl 65, 4)
Gradual Romano:
Omnis terra adóret te, Deus, et psallat tibi: psalmum dicat nómini tuo, Altíssime. Ps. Iubiláte Deo omnis terra, psalmum dícite nómini eius: date glóriam laudi eius. (Ps. 65, 4 et 1-2)

Vernáculo:
Toda a terra vos adore com respeito, e proclame o louvor do vosso nome, ó Altíssimo. (Cf. MR: Sl 65, 4) Sl. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, cantai salmos a seu nome glorioso, dai a Deus a mais sublime louvação! (Cf. LH: Sl 65, 1-2)

Glória

Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai todo-poderoso.
Nós vos louvamos,
nós vos bendizemos,
nós vos adoramos,
nós vos glorificamos,
nós vos damos graças
por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo,
só vós, o Senhor,
só vós, o Altíssimo,
Jesus Cristo,
com o Espírito Santo,
na glória de Deus Pai.
Amém.

Coleta

Deus eterno e todo-poderoso, que governais o céu e a terra, escutai clemente as súplicas do vosso povo e dai ao nosso tempo a vossa paz. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Is 49, 3. 5-6


Leitura do Livro do profeta Isaías


O Senhor me disse: “Tu és o meu Servo, Israel, em quem serei glorificado”. 5E agora diz-me o Senhor — ele que me preparou desde o nascimento para ser seu Servo — que eu recupere Jacó para ele e faça Israel unir-se a ele; aos olhos do Senhor esta é a minha glória. 6Disse ele: “Não basta seres meu Servo para restaurar as tribos de Jacó e reconduzir os remanescentes de Israel: eu te farei luz das nações, para que minha salvação chegue até aos confins da terra”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 39(40), 2. 4ab. 7-8a. 8b-9. 10 (R. 8a. 9a)


℟. Eu disse: Eis que venho, Senhor, com prazer faço a vossa vontade!


— Esperando, esperei no Senhor, e inclinando-se, ouviu meu clamor. Canto novo ele pôs em meus lábios, um poema em louvor ao Senhor. ℟.

— Sacrifício e oblação não quisestes, mas abristes, Senhor, meus ouvidos; não pedistes ofertas nem vítimas, holocaustos por nossos pecados. ℟.

— E então eu vos disse: “Eis que venho!” Sobre mim está escrito no livro: “Com prazer faço a vossa vontade, guardo em meu coração vossa lei!” ℟.

— Boas-novas de vossa justiça anunciei numa grande assembleia; vós sabeis: não fechei os meus lábios! ℟.


https://youtu.be/UlHoqC7Ynjo

Segunda Leitura — 1Cor 1, 1-3


Início da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios


Paulo, chamado a ser apóstolo de Jesus Cristo, por vontade de Deus, e o irmão Sóstenes,2à Igreja de Deus que está em Corinto: aos que foram santificados em Cristo Jesus, chamados a ser santos junto com todos os que, em qualquer lugar, invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso. 3Para vós, graça e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. A Palavra se fez carne, entre nós ela acampou; todo aquele que a acolheu, de Deus filho se tornou. (Jo 1, 14a. 12a) ℟.

Evangelho — Jo 1, 29-34


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 29João viu Jesus aproximar-se dele e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.30Dele é que eu disse: ‘Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim’.31Também eu não o conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel”.

32E João deu testemunho, dizendo: “Eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele.33Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo’.34Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Creio

Creio em Deus Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra.
E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo,
nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado, morto e sepultado,
desceu à mansão dos mortos,
ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus,
está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso,
donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo,
na santa Igreja Católica,
na comunhão dos santos,
na remissão dos pecados,
na ressurreição da carne
e na vida eterna. Amém.

Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Iubiláte Deo univérsa terra: iubiláte Deo univérsa terra: psalmum dícite nómini eius: veníte, et audíte, et narrábo vobis, omnes qui timétis Deum, quanta fecit Dóminus ánimae meae, allelúia. (Ps. 65, 1. 2. 16)

Vernáculo:
Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, cantai salmos a seu nome glorioso, dai a Deus a mais sublime louvação! Todos vós que a Deus temeis, vinde escutar: vou contar-vos todo bem que ele me fez, aleluia. (Cf. LH: Sl 65, 1. 2. 16)

Sobre as Oferendas

Concedei-nos, Senhor, a graça de participar dignamente destes mistérios, pois todas as vezes que celebramos o memorial do sacrifício do vosso Filho, realiza-se em nós a obra da redenção. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Preparastes à minha frente uma mesa, o meu cálice transborda! (Cf. Sl 22, 5)

Ou:


Nós conhecemos o amor que Deus tem para conosco e acreditamos nele. (1Jo 4, 16)
Gradual Romano:
Laetábimur in salutári tuo: et in nómine Dómini Dei nostri magnificábimur. (Ps. 19, 6; ℣. Ps. 19, 2. 3. 4. 5. 7. 8)

Vernáculo:
Com a vossa vitória então exultaremos, levantando as bandeiras em nome do Senhor. Que o Senhor te escute e atenda os teus pedidos! (Cf. LH: Sl 19, 6)

Depois da Comunhão

Infundi em nós, Senhor, o Espírito do vosso amor, e fazei que vivam sempre unidos os que saciastes com o único pão do céu. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 18/01/2026


Cristo, o Cordeiro de Deus


João viu Jesus aproximar-se dele e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!” (Jo 1, 29.34)


Queridos irmãos, celebramos o 2º Domingo do Tempo Comum. No Evangelho de hoje, o Evangelista João descreve o testemunho de João Batista sobre Jesus. A passagem ocorre logo após o batismo de Jesus. João Batista estava batizando no rio Jordão e pregando o arrependimento, preparando o caminho para a vinda do Messias. Quando Jesus se aproxima, João o reconhece e dá um testemunho público e solene sobre a identidade e a missão de Jesus.


“Este é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1,30). Duas vezes o São João Batista chama a Jesus com o nome de Cordeiro. Essa é uma expressão que contem certo mistério e está cheia de significado. Três significados podem ter, os quais não se excluem, mas sim se complementam.


a) Pode indicar, acima de tudo, o “cordeiro do livro do Apocalipse”, o cordeiro poderoso que destrói a seus inimigos: “Digno é o Cordeiro imolado de receber o poder, a riqueza, a sabedoria, a força, a glória, a honra e o louvor. E todas as criaturas que estão no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo que contêm, eu as ouvi clamar: Àquele que se assenta no trono e ao Cordeiro, louvor, honra, glória e poder pelos séculos dos séculos” (Ap 5,12-13).


b) Pode indicar também ao “Servo sofredor de Yavé”, das profecias de Isaías, quer dizer as profecias da Paixão de Jesus, onde Ele vem profetizado como “um cordeiro conduzido ao matadouro” (Is 53,7): “Foi maltratado e resignou-se; não abriu a boca, como um cordeiro que se conduz ao matadouro, e uma ovelha muda nas mãos do tosquiador. (Ele não abriu a boca)”.


c) Finalmente, pode fazer referência ao “cordeiro pascal” do Antigo Testamento, que devia sacrificar-se cada ano para a festa da páscoa, e que é símbolo de Cristo crucificado.


Nenhum dos três significados se opõem, mas sim se complementam maravilhosamente para nos dar uma imagem acabada de Cristo. Jesus é visto por João Batista, que assim o apresenta diante dos primeiros discípulos, como a vítima do sacrifício que carrega sobre si todos os pecados dos homens. De fato, a palavra latina “tollit”, que aparece no texto do Evangelho, traduz a expressão grega aìrein que significa literalmente carregar, tomar sobre si e, portanto, o Batista está dizendo que Jesus é quem carrega sobre suas costas todos os pecados do mundo como diz o Profeta Isaías no Cap. 53: “Mas ele foi castigado por nossos crimes, e esmagado por nossas iniquidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças às suas chagas... o Senhor fazia recair sobre ele o castigo das faltas de todos nós... morto pelo pecado de meu povo... O Justo, meu Servo, justificará muitos homens, e tomará sobre si suas iniquidades. Eis por que lhe darei parte com os grandes, e ele dividirá a presa com os poderosos: porque ele próprio deu sua vida, e deixou-se colocar entre os criminosos, tomando sobre si os pecados de muitos homens, e intercedendo pelos culpados” (Is 53,5-6.8.11-12).


“O verbo que é traduzido como “tirar” significa literalmente “levantar”, “tomar para si”. Jesus veio ao mundo com uma missão específica: libertar da escravidão do pecado, carregando os pecados da humanidade. De que maneira? Amando. Não há outra maneira de vencer o mal e o pecado, se não for com o amor que leva ao dom da própria vida aos outros”.


Por que o Filho de Deus é comparado com o Cordeiro? – pergunta-se Frei Luís de Leão em sua obra “Os nomes de Cristo”; e responde: “Porque Cordeiro, aplicado a Cristo, significa três coisas: mansidão de condição, pureza e inocência de vida, e satisfação de sacrifício e oferenda, como afirma São Pedro falando de Cristo: “Ele não cometeu pecado, nem se achou falsidade em sua boca (Is 53,9). Ele, ultrajado, não retribuía com idêntico ultraje; ele, maltratado, não proferia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça. Carregou os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro para que, mortos aos nossos pecados, vivamos para a justiça. Por fim, por suas chagas fomos curados (Is 53,5)” (1Pe 2,22-24). Portanto três coisas nos fazem chamar a Cristo de cordeiro: mansidão, pureza e sacrifício.


a) Acima de tudo por sua mansidão. Ele de si mesmo: “Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração” (Mt 11,29). E recebeu com a ternura de seu amparo todos os que se aproximaram dele para consolar-se; com os humildes, era humilde; com os mais desprezados e mais simples mais amoroso; com os pecadores, dulcíssimo. A mansidão deste Cordeiro salvou à mulher adúltera, que a lei condenava (Jo 8); e quando a malícia dos fariseus, a levaram a sua presença e lhe consultaram sobre o castigo, não a condenou senão tomou ocasião para absolvê-la.


b) Cordeiro pela inocência e pureza: “A pureza é verdade de ser e de lei”, diz Frei Luis de Leão. Jesus Cristo é a pureza, é a virtude em seu maior esplendor; e ainda, é o princípio de toda santidade e virtude, de onde nasce toda a virtude que há nas criaturas santas. Por Ele são Santos os Santos e por Ele são puros os inocentes. Puro é seu corpo e pura sua alma, por causa da união hipostática que faz à natureza humana assumida pelo Verbo de Deus a mais Santa das criaturas saídas da mão de Deus. Pura sua alma também no sentido de inclinada a todo bem e a toda excelência do bem. Dizia o mesmo Frei Luis: “Nem há virtude heroica, nem excelência divina, nem beleza do céu, nem dons e grandezas de espírito, nem ornamento admirável e nunca visto, que não resida em sua alma e não viva nela sem medida. Como diz São João: Habita Nele a plenitude da divindade”.


c) Finalmente, Cordeiro por seu sacrifício. “Quando São João diz deste Cordeiro que tira os pecados do mundo, não somente diz que os tira, mas sim, segundo a força da própria palavra, assim os arranca de nós e os carrega sobre si mesmo, e os faz como Dele, para ser Ele castigado por nossos pecados, e para que ficássemos livres. De maneira que, quanto a como foi sacrifício, dizemos que foi não somente padecendo por nossos pecados, más também tomando primeiro a nós e a nossos pecados em si, e juntando-os consigo e carregando-se deles, para que, Ele padecendo, padecessem os que com Ele estavam juntos e fossem ali castigados”.


E tudo isso de forma voluntária como afirma a resposta do Salmo deste domingo: “Eis que venho, Senhor, com prazer faço a vossa vontade!”.


Peçamos, meus queridos irmãos, à Nossa Senhora, a graça de acolhermos Jesus como nosso Salvador, como nosso Cordeiro Imolado que tira os nossos pecados e de não o ofendermos com nossos pecados, mas sim, vivermos uma vida justa e santa. Assim seja, amém.

Deus abençoe você!

Pe. Fábio Vanderlei, IVE

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Homilia Dominical | O sacrifício do Cordeiro de Deus (2º Domingo do Tempo Comum (A) - 18/01/2026)

No Evangelho deste 2º Domingo do Tempo Comum, a Igreja nos chama a meditar sobre uma realidade fundamental da nossa Redenção: o sacrifício do Cordeiro de Deus, “aquele que tira o pecado do mundo”, como afirma São João Batista aos seus discípulos. Trata-se de um holocausto de dor que, sob a ação do Espírito Santo, tornou-se uma entrega de amor, da qual somos chamados a participar diariamente.Ouça a homilia dominical do Padre Paulo Ricardo e entenda como você pode se unir ao sacrifício do Cordeiro de Deus.


https://youtu.be/mZVGKsljlqk

Santo do dia 18/01/2026

Santa Prisca (Memória Facultativa)
Local: Roma, Itália
Data: 18 de Janeiro † 499


É difícil distinguir a verdadeira santa Prisca, uma vez que os documentos antigos se referem a três pessoas diferentes. A celebração hodierna quer honrar a fundadora da igreja sobre o Aventino, à qual se refere a epígrafe do século V, conservada na Basílica de São Paulo fora dos muros. Essa antiga igreja, preciosa para quem gosta de mexer com antiguidades romanas, surge sobre os alicerces de uma grande casa romana do século II, como provaram as recentes descobertas arqueológicas.

Mas as Atas de santa Prisca dão como certo o seu martírio sob Cláudio II (268-270) e sua sepultura na via Ostiense. De lá seu corpo foi trasladado para o Aventino. Não passa de lenda que ela tenha sido batizada por são Pedro aos treze anos, tenha trabalhado ao lado dele e sofrido o martírio como a primeira no Ocidente. O corpo da protomártir estaria nas catacumbas de Priscila, as mais antigas de Roma.

No século VIII começaram a identificar a mártir romana como Prisca, mulher de Áquila, de que fala são Paulo: "Saudai Prisca e Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus; pela minha vida eles expuseram suas cabeças. A eles agradeço, não só eu, mas também todas as igrejas dos gentios" (Rm 16, 3). Começou-se a falar em título de Áquila e Prisca. O título cardinalício com o qual queriam honrar uma santa, hoje quase esquecida pelos calendários, bem mostra a devoção que tinham para com ela os primeiros cristãos. A igreja de santa Prisca surgiu no lugar de antiga casa romana. Segundo a tradição, o apóstolo são Pedro hospedou-se nessa casa. Conserva-se na igreja de santa Prisca, na cripta, uma concha com a qual o Príncipe dos apóstolos teria batizado seus catecúmenos. Aqui misturam-se história e lendas.

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santa Prisca, rogai por nós!


Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil