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Nome: Cátedra de São Pedro Dia 22 de Fevereiro (Festa)
Data: 22 de Fevereiro

Até a pequena reforma do Calendário Romano aprovada pelo papa João XXIII em 1960 havia duas tradições da "Cátedra de São Pedro": a de Antioquia e a de Roma. Eram também duas as celebrações: no dia 22 de fevereiro a da Cátedra de São Pedro em Antioquia e no dia 18 de janeiro a da Cátedra de São Pedro em Roma. Naquela reforma foi suprimida a comemoração de 22 de fevereiro. As duas tradições se confundem e se fundem em uma só.

A reforma do Calendário Romano, feita por ordem do Concílio Vaticano II, unificou as duas comemorações para o dia 22 de fevereiro.

Trata-se de uma segunda comemoração de São Pedro Apóstolo em nível de festa, como a tem também, São Paulo, na festa de sua conversão. Convém lembrar também aqui que as duas festas complementares, a da conversão de São Paulo, no dia 25 de janeiro, e a da Cátedra de São Pedro, no dia 22 de fevereiro, expressam bem a vocação e a missão específicas destas duas colunas da Igreja.

Na comemoração da Cátedra de São Pedro realça-se um determinado aspecto da missão do Apóstolo, ou seja, sua função de Chefe da Igreja, de Pastor de todas as Igrejas, Pastor universal por indicação do próprio Cristo: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" (Mt 16, 18) e "apascenta as minhas ovelhas" (cf. Jo 21, 15-17).

A palavra cátedra significa cadeira ou sede. É a cadeira ocupada por quem ensina, por quem preside. Assim, a atual celebração deste dia, sob o símbolo da Cátedra, salienta a missão de mestre e pastor conferida por Cristo a Pedro, por ele constituído, em sua pessoa e na dos sucessores, princípio e fundamento visível da unidade da Igreja, bem como garantia da verdade. É a festa de São Pedro como príncipe dos Apóstolos, príncipe no sentido de primeiro, de chefe.

Trata-se, pois, do Primado de São Pedro. No fundo, seria este o dia mais adequado para ser o dia do Papa e não a solenidade de São Pedro que em mesmo nível é também de São Paulo.

Nesta festa celebra-se o mistério da Igreja edificada sobre aquela pedra que foi a profissão de fé do apóstolo Pedro, como a Igreja professa e reza na Oração coleta. Significativa é também a Oração sobre as oferendas: Acolhei, ó Deus, com bondade as oferendas e orações de vossa Igreja, para que, tendo Pedro como pastor, mantenha a integridade da fé e alcance a herança eterna. A Oração depois da Comunhão lembra a festa do apóstolo Pedro. Nela Deus nos fortalece com o Corpo e o Sangue de Cristo, sacramento de unidade e de paz.

Na mesma linha do primado de São Pedro estão as antífonas da Entrada e da Comunhão:

Entrada: O Senhor disse a Simão Pedro: Roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, por tua vez, confirma os teus irmãos.

Comunhão: Pedro disse a Jesus: Tu és o Cristo, Filho do Deus vivo. Jesus lhe respondeu: Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja.

Não devemos esquecer que o Papa é o Bispo de Roma. Por isso se fala em Igreja Católica, Apostólica, Romana. Esta festa deve levar a Igreja a um intenso amor pelo bispo de Roma. Desta Sé, desta Cátedra, ele é também pastor da Igreja universal. Neste dia todos são convidados a rezar pelo Bispo de Roma, o Papa, para que possa na fé e na caridade conduzir o rebanho de Cristo às pastagens eternas.

Referência:
BECKHÄUSER, Frei Alberto. Os Santos na Liturgia: testemunhas de Cristo. Petrópolis: Vozes, 2013. 391 p. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Oração a São Pedro

Gloriosíssimo São Pedro, creio que vós sois o fundamento da igreja, o pastor universal de todos os fiéis, o depositário das chaves do céu, o verdadeiro vigário de Jesus Cristo; e eu me glorio de ser vossa ovelha, vosso súdito e filho. Uma graça vos peço com toda a minha alma; guardai-me sempre unido a vós e fazei que antes me seja arrancado do peito o coração do que o amor e plena submissão que vos devo nos vossos sucessores, os Pontífices Romanos.
Viva e morra como filho vosso e filho da Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana.
Assim seja.

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