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Antífona de entrada

Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus. (Sl 94, 6-7)
Veníte, adorémus Deum, et procidámus ante Dóminum: plorémus ante eum, qui fecit nos: quia ipse est Dóminus Deus noster. Ps. Veníte, exsultémus Dómino: iubilémus Deo salutári nostro. (Ps. 94, 6. 7 et 1)
Vernáculo:
Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus. (Sl 94, 6-7) Sl. Vinde, exultemos de alegria no Senhor, aclamemos o Rochedo que nos salva! (Cf. LH: Sl 94, 1)

Glória

Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, Rei dos céus, Deus Pai todo poderoso.
Nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças por Vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus pai, Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo, só Vós, o Senhor, Só Vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai.
Amém.

Oração do dia

Velai, ó Deus, sobre a vossa família, com incansável amor; e, como só confiamos na vossa graça, guardai-nos sob a vossa proteção. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura (Is 6, 1-2a. 3-8)


Leitura do Livro do Profeta Isaías


No ano da morte do rei Ozias, vi o Senhor sentado num trono de grande altura; o seu manto estendia-se pelo templo. 2aHavia serafins de pé a seu lado; cada um tinha seis asas. 3Eles exclamavam uns para os outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está repleta de sua glória”.

4Ao clamor dessas vozes, começaram a tremer as portas em seus gonzos e o templo encheu-se de fumaça. 5Disse eu então: “Ai de mim, estou perdido! Sou apenas um homem de lábios impuros, mas eu vi com meus olhos o rei, o Senhor dos exércitos”.

6Nisto, um dos serafins voou para mim, tendo na mão uma brasa, que retirara do altar com uma tenaz, 7e tocou minha boca, dizendo: “Assim que isto tocou teus lábios, desapareceu tua culpa, e teu pecado está perdoado”.

8Ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” Eu respondi: “Aqui estou! Envia-me”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial (Sl 137)


℟. Vou cantar-vos ante os anjos, ó Senhor, e ante o vosso templo vou prostrar-me.


— Ó Senhor, de coração eu vos dou graças, porque ouvistes as palavras dos meus lábios! Perante os vossos anjos vou cantar-vos e ante o vosso templo vou prostrar-me. ℟.

— Eu agradeço vosso amor, vossa verdade, porque fizestes muito mais que prometestes; naquele dia em que gritei, vós me escutastes e aumentastes o vigor da minha alma. ℟.

— Os reis de toda a terra hão de louvar-vos, quando ouvirem, ó Senhor, vossa promessa. Hão de cantar vossos caminhos e dirão: “Como a glória do Senhor é grandiosa!” ℟.

— Estendereis o vosso braço em meu auxílio e havereis de me salvar com vossa destra. Completai em mim a obra começada; ó Senhor, vossa bondade é para sempre! Eu vos peço: não deixeis inacabada esta obra que fizeram vossas mãos! ℟.


https://youtu.be/zRAoMYmiBZQ

Segunda Leitura (1Cor 15, 1-11)


Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios


Quero lembrar-vos, irmãos, o evangelho que vos preguei e que recebestes, e no qual estais firmes. 2Por ele sois salvos, se o estais guardando tal qual ele vos foi pregado por mim. De outro modo, teríeis abraçado a fé em vão.

3Com efeito, transmiti-vos em primeiro lugar, aquilo que eu mesmo tinha recebido, a saber: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; 4que foi sepultado; que, ao terceiro dia, ressuscitou, segundo as Escrituras; 5e que apareceu a Cefas e, depois, aos Doze.

6Mais tarde, apareceu a mais de quinhentos irmãos, de uma vez. Destes, a maioria ainda vive e alguns já morreram. 7Depois, apareceu a Tiago e, depois, apareceu aos apóstolos todos juntos. 8Por último, apareceu também a mim, como a um abortivo.

9Na verdade, eu sou o menor dos apóstolos, nem mereço o nome de apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus. 10É pela graça de Deus que eu sou o que sou. Sua graça para comigo não foi estéril: a prova é que tenho trabalhado mais do que os outros apóstolos - não propriamente eu, mas a graça de Deus comigo.

11É isso, em resumo, o que eu e eles temos pregado e é isso o que crestes.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. “Vinde após mim!”, o Senhor lhes falou, “e vos farei pescadores de homens”. (Mt 4, 19) ℟.

Evangelho (Lc 5, 1-11)


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Lucas 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se ao seu redor para ouvir a palavra de Deus.

2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes.

3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões.

4Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”.

5Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”.

6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem.

8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!”

9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer.

10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”.

11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Creio

Creio em Deus Pai Todo-Poderoso,
Criador do céu e da terra;
e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo;
nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado.
Desceu à mansão dos mortos;
ressuscitou ao terceiro dia;
subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos;
creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna.
Amém.

Antífona do Ofertório

Perfice gressus meos in sémitis tuis, ut non moveántur vestígia mea: inclína aurem tuam, et exáudi verba mea: mirífica misericórdias tuas, qui salvos facis sperántes in te, Dómine. (Ps. 16, 5. 6. 7)


Vernáculo:
Os meus passos eu firmei na vossa estrada, e por isso os meus pés não vacilaram. Inclinai o vosso ouvido e escutai-me! Mostrai-me vosso amor maravilhoso, vós que salvais e libertais do inimigo quem procura a proteção junto de vós. (Cf. LH: Sl 16, 5. 6. 7)

Sobre as Oferendas

Senhor nosso Deus, que criastes o pão e o vinho para alimento da nossa fraqueza, concedei que se tornem para nós sacramento da vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão

Demos graças ao Senhor por sua bondade, por suas maravilhas em favor dos homens; deu de beber aos que tinham sede, alimentou os que tinham fome. (Sl 106, 8-9)

Ou:


Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. (Mt 5, 5-6)
Introíbo ad altáre Dei, ad Deum qui laetíficat iuventútem meam. (Ps. 42, 4; ℣. Ps. 42, 1. 2. 3. 5a. 5bc)
Vernáculo:
Então irei aos altares do Senhor, Deus da minha alegria. Cf. LH: Sl 42, 4ab)

Depois da Comunhão

Ó Deus, vós quisestes que participássemos do mesmo pão e do mesmo cálice; fazei-nos viver de tal modo unidos em Cristo, que tenhamos a alegria de produzir muitos frutos para a salvação do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 06/02/2022
Do mar, Jesus pesca os que estão na terra

Com importantes detalhes, o episódio da vocação e "primeira conversão" de São Pedro é possível identificar três etapas que devem constituir o nosso itinerário espiritual: a pregação; depois, a fé; e, por fim, a humildade.

O Evangelho deste domingo relata, com detalhes, o episódio da vocação e "primeira conversão" de São Pedro Apóstolo. Nele, é possível identificar três etapas, que devem constituir também o nosso itinerário espiritual: primeiro, a pregação; depois, a fé; e, por fim, a humildade.

A multidão que se apertava ao redor de Cristo "para ouvir a palavra de Deus" (v. 1) ilustra o anseio das pessoas pela verdade divina: antes mesmo de ouvirem a revelação externa de Deus, Ele mesmo já as move interiormente a Si, por meio de uma palavra interna (verbum interius). Longe de ser uma realidade subjetiva, essa palavra é do mesmo Verbo que se fez carne e que, com Sua graça, chama todos à conversão e à mudança de vida.

"Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões." (v. 3) O povo se entusiasmava com as palavras do Senhor e, reunido na terra, era pescado por Aquele que estava no mar: "Existens in mari piscatur existentes in terra". Assim como o pescador usa a isca para tirar os peixes de seu ambiente e colocá-los em um outro lugar, Cristo toma os homens com Suas "palavras de vida eterna" (Jo 6, 69) e os introduz na participação em Sua própria natureza divina (cf. 2 Pd 1, 4).

Quem quer que passe pelo fascínio do "primeiro amor" (Ap 2, 4), no entanto, é chamado a solidificar a sua fé e avançar "para águas mais profundas" (v. 4). Para tanto, é imprescindível ter vida de oração, estar em constante contato com o Senhor: é Ele quem indica, afinal, o que fazer e onde lançar as redes.

Cabe a nós, simples e humildemente, obedecer. Mesmo tendo trabalhado a noite inteira sem nada conseguir, Simão é humilde e diz: "Em atenção à tua palavra, vou lançar as redes" (v. 5). Santa Teresinha do Menino Jesus, doutora da Igreja, comentando essa passagem, explica:

"Sem Nosso Senhor, os apóstolos trabalharam a noite inteira e não pescaram peixe algum, mas o trabalho deles agradava a Jesus; Ele queria provar-lhes que só Ele pode dar-nos alguma coisa, queria que os apóstolos se humilhassem... 'Filhos, tendes alguma coisa para comer?'. 'Mestre, respondeu Pedro, afadigamo-nos toda a noite e nada apanhamos...'. Se eles tivessem apanhado alguns peixinhos, Jesus não teria talvez feito o milagre, mas nada tinham, por isso Jesus encheu as redes até quase rompê-las. Eis a índole de Jesus. Ele dá como um Deus, mas exige a humildade do coração..."

Assim como as pelejas dos apóstolos, os trabalhos de quem reza e persiste, mesmo na aridez, muito agrada ao Senhor. Além da fé, no entanto, é preciso ter a humildade de reconhecer que, sem Ele, nada se pode fazer (cf. Jo 15, 5). Depois de começar a crescer, é preciso cuidar para que a soberba não vença a batalha final. São Pedro iniciou lançando as redes em atenção às palavras de Cristo e terminou aos seus pés, dizendo: "Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!" (v. 8); em Cesareia de Filipe, o mesmo Pedro confessou a divindade de Cristo (cf. Mt 16, 13-20), mas, logo depois, foi humilhado pelo Senhor, quando quis afastá-Lo de Sua cruz (cf. Mt 16, 21-23).

Não nos esqueçamos, portanto, da humildade, tão necessária no caminho rumo ao Céu. As práticas quaresmais – jejum, oração e esmola – são de grande auxílio para o exercício dessa virtude. Feitas na presença de Deus, elas também fortalecem a nossa fé e permitem que sejamos definitivamente pescados por Deus, assim como os santos que nos precederam nesta grande "pesca milagrosa" que é a obra divina da salvação.

Deus abençoe você!

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Homilia | Quem fica à margem nunca conhecerá as profundezas (5.º Domingo do Tempo Comum)

Nos tempos que correm, muitos têm da Igreja nada mais do que duas ou três ideias vagas e limitadas, segundo as quais ela não passa de uma instituição retrógrada, cujas crenças perpetuam a alienação e a injustiça na humanidade. Na verdade, essas pessoas identificam o catolicismo com a caricatura grotesca traçada por panfletários, jornalistas e livros bastante esquecíveis.Ainda por cima, tratam a Igreja segundo critérios que não aceitariam ver aplicados a nenhuma outra instituição, medindo-a mais pelo fracasso de seus traidores que pelo sucesso dos que lhe são fiéis… A todos esses Nosso Senhor dirige hoje um apelo: “Saí das margens, avançai para águas mais profundas e vede por dentro o que julgais conhecer só por fora!”


https://youtu.be/XdkGbMoDUmY

Santo do dia 06/02/2022


Santos Paulo Miki e companheiros (Memória)
Local: Nagasaki, Japão
Data: 06 de Fevereiro † 1597


Até o Concílio, no Calendário Franciscano, esta comemoração é intitulada: São Pedro Batista e companheiros, mártires japoneses. Eles vêm retratados na balaustrada do coro no fundo da igreja do Convento de Santo Antônio do Largo da Carioca, no Rio de Janeiro. No Calendário atual, a comemoração vem denominada "São Pedro Batista, São Paulo Miki, e seus companheiros, mártires, da Ordem Ie III". No Calendário Romano São Paulo Miki encabeça os santos comemorados no dia 6 de fevereiro.

Isso tem sua razão de ser. Uma das características da reforma do Calendário Romano Geral, pedida pelo Concílio Vaticano II, é sua universalidade, mostrando a presença de santos em todas as partes do mundo atingidas pelo Evangelho de Cristo. Afirma Paulo VI na Carta Apostólica dada motu proprio, aprovando as Normas Universais do Ano Litúrgico e o Novo Calendário Romano Geral: "A supressão dos nomes de alguns santos universalmente conhecidos permitiu introduzir-se no Calendário Romano o nome de alguns Mártires daquelas regiões onde o anúncio do Evangelho chegou mais tarde. Assim, no mesmo catálogo, gozam de igual dignidade representantes de todos os povos, ilustres por terem derramado o sangue pelo Cristo ou praticado as mais altas virtudes".

Por isso, toda a Igreja celebra hoje os Mártires de Nagasaki, no Japão, que deram a vida pela fé em Jesus Cristo, no ano de 1597.

O Evangelho chegou ao Japão através de São Francisco Xavier em 1549. Depois disso, chegaram ao Japão muitos outros missionários, tanto jesuítas como de outras Ordens. A comunidade cristã floresceu. Em 1596, os católicos japoneses recebiam o primeiro bispo. Já um decênio antes começaram, porém, as perseguições. Em 1597, porém, houve as primeiras vítimas, os mártires de Nagasaki. Foram martirizados três jesuítas, entre os quais Paulo Miki, seis franciscanos espanhóis, liderados na missão por Pedro Batista e dezesseis leigos japoneses. Foram suspensos, cada um, numa cruz e transpassados com golpes de espada. Impressionante é a narração do martírio dos heróis da fé, escrita por um autor do tempo, que conservamos no Ofício das Leituras. Impressionante a atitude dos mártires, entre eles dois jovens adolescentes de 11 e de 13 anos!

Se, agora, a comemoração é proposta, tendo São Paulo Miki como cabeça e os outros como seus companheiros, é justamente para acentuar o caráter local do testemunho. Estas perseguições praticamente encerraram a presença evangelizadora da Igreja no Japão, que foi retomada apenas em 1875, quando foi permitida a liberdade religiosa.

A universalidade desse massacre por causa do Nome de Cristo e da fé no verdadeiro Deus manifesta-se tanto pela variedade de procedência dessas testemunhas da fé como pela idade deles. Estão representados, ainda, os vários estados de vida na Igreja: clérigos, religiosos e leigos. Vemos também várias Ordens como os jesuítas, os franciscanos, religiosos e seculares. Todos são chamados por Cristo, de todos os povos, de todas as raças, de todas as idades, de todos os estados de vida. A salvação de Deus por Cristo é oferecida a todos, sem exceção.

Por isso, a Igreja universal pode e deve alegrar-se e celebrar os santos mártires de Nagasaki de coração aberto, abraçando a todos igualmente no grande abraço de amor de Cristo à humanidade.

Referência:
BECKHÄUSER, Frei Alberto. Os Santos na Liturgia: testemunhas de Cristo. Petrópolis: Vozes, 2013. 391 p. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santos Paulo Miki e companheiros, rogai por nós!