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Antífona de entrada

É Deus quem me ajuda, é o Senhor quem defende a minha vida. Senhor, de todo o coração hei de vos oferecer o sacrifício, e dar graças ao vosso nome, porque sois bom. (Sl 53, 6. 8)
Ecce Deus ádiuvat me, et Dóminus suscéptor est ánimae meae: avérte mala inimícis meis, in veritáte tua dispérde illos, protéctor meus Dómine. Ps. Deus in nómine tuo salvum me fac: et in virtúte tua iúdica me. (Ps. 53, 6. 7 et 3)
Vernáculo:
Quem me protege e me ampara é meu Deus; é o Senhor quem sustenta minha vida! Voltai o mal contra os meus inimigos, destruí-os por vossa verdade! Sl. Por vosso nome, salvai-me, Senhor; e dai-me a vossa justiça! (Cf. Saltério: Sl 53, 6. 7 e 3)

Glória

Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, Rei dos céus, Deus Pai todo poderoso.
Nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças por Vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus pai, Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo, só Vós, o Senhor, Só Vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai.
Amém.

Oração do dia

Ó Deus, sede generoso para com os vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura (Gn 18, 1-10a)


Leitura do Livro do Gênesis


Naqueles dias, 1o Senhor apareceu a Abraão junto ao carvalho de Mambré, quando ele estava sentado à entrada da sua tenda, no maior calor do dia. 2Levantando os olhos, Abraão viu três homens de pé, perto dele. Assim que os viu, correu ao seu encontro e prostrou-se por terra. 3E disse: “Meu Senhor, se ganhei tua amizade, peço-te que não prossigas viagem, sem parar junto a mim, teu servo. 4Mandarei trazer um pouco de água para vos lavar os pés, e descansareis debaixo da árvore. 5Farei servir um pouco de pão para refazerdes vossas forças, antes de continuar a viagem. Pois foi para isso mesmo que vos aproximastes do vosso servo”.

Eles responderam: “Faze como disseste”.

6Abraão entrou logo na tenda, onde estava Sara, e lhe disse: “Toma depressa três medidas da mais fina farinha, amassa alguns pães e assa-os”.

7Depois, Abraão correu até o rebanho, pegou um bezerro dos mais tenros e melhores, e deu-o a um criado, para que o preparasse sem demora.

8A seguir, foi buscar coalhada, leite e o bezerro assado, e pôs tudo diante deles. Abraão, porém, permaneceu de pé, junto deles, debaixo da árvore, enquanto comiam. 9E eles lhe perguntaram: “Onde está Sara, tua mulher?” “Está na tenda”, respondeu ele.

10aE um deles disse: “Voltarei, sem falta, no ano que vem, por este tempo, e Sara, tua mulher, já terá um filho”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial (Sl 14)


℟. Senhor, quem morará em vossa casa?


— É aquele que caminha sem pecado e pratica a justiça fielmente; que pensa a verdade no seu íntimo e não solta em calúnias sua língua. ℟.

— Que em nada prejudica o seu irmão, nem cobre de insultos seu vizinho; que não dá valor algum ao homem ímpio, mas honra os que respeitam o Senhor; ℟.

— não empresta o seu dinheiro com usura, nem se deixa subornar contra o inocente. Jamais vacilará quem vive assim! ℟.


https://youtu.be/sHnm2S3DkXg

Segunda Leitura (Cl 1, 24-28)


Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses


Irmãos: 24Alegro-me de tudo o que já sofri por vós e procuro completar na minha própria carne o que falta das tribulações de Cristo, em solidariedade com o seu corpo, isto é, a Igreja.

25A ela eu sirvo, exercendo o cargo que Deus me confiou de vos transmitir a palavra de Deus em sua plenitude: 26o mistério escondido por séculos e gerações, mas agora revelado aos seus santos.

27A estes Deus quis manifestar como é rico e glorioso entre as nações este mistério: a presença de Cristo em vós, a esperança da glória.

28Nós o anunciamos, admoestando a todos e ensinando a todos, com toda sabedoria, para a todos tornar perfeitos em sua união com Cristo.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Felizes os que observam a palavra do Senhor de reto coração e que produzem muitos frutos, até o fim perseverantes! (Lc 8, 15) ℟.

Evangelho (Lc 10, 38-42)


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Lucas 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 38Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa. 39Sua irmã, chamada Maria, sentou-se aos pés do Senhor, e escutava a sua palavra.

40Marta, porém, estava ocupada com muitos afazeres. Ela aproximou-se e disse: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!”

41O Senhor, porém, lhe respondeu: “Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. 42Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Creio

Creio em Deus Pai Todo-Poderoso,
Criador do céu e da terra;
e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo;
nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado.
Desceu à mansão dos mortos;
ressuscitou ao terceiro dia;
subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos;
creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna.
Amém.

Antífona do Ofertório

Iustítiae Dómini rectae, laetificántes corda, et dulcióra super mel et favum: nam et servus tuus custódiet ea. (Ps. 18, 9. 11. 12)


Vernáculo:
Os preceitos do Senhor são precisos, alegria ao coração. Suas palavras são mais doces que o mel, que o mel que sai dos favos. E vosso servo, instruído por elas, se empenha em guardá-las. (Cf. LH: Sl 18, 9a. 11. 12)

Sobre as Oferendas

Ó Deus, que no sacrifício da cruz, único e perfeito, levastes à plenitude os sacrifícios da Antiga Aliança, santificai, como o de Abel, o nosso sacrifício, para que os dons que cada um trouxe em vossa honra possam servir para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão

O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem. (Sl 110, 4-5)

Ou:


Eis que estou à porta e bato, diz o Senhor: se alguém ouvir a minha voz e abrir, eu entrarei e cearemos juntos. (Ap 3, 20)
Optimam partem elégit sibi María, quae non auferétur ab ea in aetérnum. (Lc. 10, 42; ℣. Ps. 33)
Vernáculo:
Maria escolheu a melhor parte, e esta não lhe será tirada. (Cf. Bíblia CNBB: Lc 10, 42)

Depois da Comunhão

Ó Deus, permanecei junto ao povo que iniciastes nos sacramentos do vosso reino, para que, despojando-nos do velho homem, passemos a uma vida nova Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 17/07/2022
“Uma só coisa é necessária”.

“Unum est necessarium” - “Uma só coisa é necessária”. Pronunciadas dois mil anos atrás na casa de Marta e Maria, em Betânia, essas palavras de Nosso Senhor devem calar bem fundo no coração do homem moderno, recordando-o de uma verdade perene, mas há muito esquecida: de nada adianta “ganhar” o mundo inteiro e perder a própria alma no fogo do inferno.

Neste domingo, ouvimos a narração exclusiva do Evangelho de São Lucas acerca da hospedagem de Jesus na casa de duas irmãs. A certa altura, uma delas, chamada Marta, fica agitada por conta do aparente descaso da outra, Maria, que, ao invés de ajudá-la com as tarefas domésticas, prefere ficar ouvindo as palavras do Mestre. A indignação toma conta de seu coração e ela desabafa: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço?” Com delicadeza, o Senhor percebe o que se passa e aproveita a ocasião para mostrar-lhe qual deve ser a nossa tarefa mais importante: “Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada”.

“Uma só coisa é necessária”. Com essas palavras, Jesus pretende mostrar que o bem mais importante de nossas vidas é o “bem espiritual”, ou seja, estar ao seu lado, ouvindo os tesouros de sua Palavra, a fim de nos convertermos e conquistarmos a coroa do Céu. Portanto, o foco de toda a nossa existência deve ser a união com Cristo, porque Ele é, afinal, a razão de ser (raison d'être) da nossa natureza, o fim para o qual devem tender todos os nossos pensamentos e ações. Vivendo desse modo, teremos escolhido a “melhor parte”, que não nos será tirada.

De uns 300 anos para cá, o mundo preferiu adotar outra prioridade que não a vida espiritual. Com a Guerra dos Trinta anos, a religião acabou recebendo a pecha de “violenta”, porque milhares de pessoas padeceram nesse conflito entre católicos e protestantes. Para assegurar a paz, os políticos fizeram um pacto internacional que tornava a religião um “assunto privado”. E, assim, as preocupações do coração humano se voltaram à conquista dos bens temporais, das coisas passageiras, contingentes, de natureza perecível.

O homem moderno é, por conta disso, um homem profundamente agitado, a personificação histórica da Marta do Evangelho. Ele vai, de lugar em lugar, à procura de algum bem que lhe possa trazer a felicidade: a juventude, a beleza, a saúde, o dinheiro etc. E gasta-se violentamente por tudo isso, entrando até mesmo em novas guerras.

Mas só podia dar nisso, porque os bens perecíveis não podem ser igualmente partilhados, nem eternamente possuídos. É da característica deles perecer. Então resta a pergunta do Evangelho de São Marcos: “Que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua vida?” (8, 36). De que adianta viver uma vida longeva, cercada de luxo e todos os prazeres deste mundo, se o que nos espera, afastados de Deus, é a eternidade do inferno?

Os bens espirituais, por outro lado, podem ser partilhados de um modo que todos saem ganhando. Tanto aquele que comunica o bem como o que o recebe se enriquecem. Apesar de seus percalços, a cristandade medieval era toda voltada para essa certeza sobre a finalidade sobrenatural do ser humano, de modo que, nesse período, a sociedade gozou de uma paz relativamente duradoura. Foi apenas com a revolução protestante e a introdução de princípios errôneos na consciência dos homens que esse ambiente cultural se perdeu.

O objetivo desta pregação é, pois, reavivar nos corações das pessoas comuns e lideranças políticas a “agenda católica”, para que, em suas vidas, haja essa opção firme de buscar apenas “o único necessário”. Não se trata aqui de idealizar pessoas que saiam às ruas fazendo pregações ou políticos que, lá no Congresso, cantem publicamente hinos de louvor a Deus. Trata-se de algo mais profundo e concreto: uma vida diariamente pautada nos conselhos evangélicos, na busca de fazer com que o Reinado Social de Cristo seja uma realidade não apenas exterior, mas principalmente no coração das pessoas, a fim de que a vida delas seja uma vida autenticamente cristã. E assim esse tesouro não lhes será tirado.

Deus abençoe você!

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Homilia | O “único necessário” para um católico (16.º Domingo do Tempo Comum)

“Uma só coisa é necessária”. Pronunciadas dois mil anos atrás na casa de Marta e Maria, em Betânia, essas palavras de Nosso Senhor devem calar bem fundo no coração do homem moderno, recordando-o de uma verdade perene, mas há muito esquecida: de nada adianta “ganhar” o mundo inteiro e perder a própria alma no fogo do inferno.Medite com Padre Paulo Ricardo sobre o Evangelho deste domingo e descubra o que (ou quem, melhor dizendo) é o “único necessário” de nossa existência.


https://youtu.be/84gUlkDo2oM

Santo do dia 17/07/2022


Bem-aventurado Inácio de Azevedo e companheiros mártires (Memória)
Local: Brasil
Data: 17 de Julho † 1570


Inácio era de Portugal, do Porto. Ali nasceu em 1527, de Dom Emanuel e de Dona Violante, ambos descendentes de ricas e nobres famílias lusitanas.

Depois de cuidadosa educação e duma estada em Coimbra, onde se decidiu pela vida religiosa, entrou na Companhia de Jesus. Era no ano de 1548, e Inácio estava naquela idade dos grandes ideais, dos sonhos, das grandes esperanças dos vinte anos.

Noviço excelente, moço exemplaríssimo, ardoroso no trato das coisas de Deus, tanto que o provincial, Simão Rodrigues, procurou docemente moderar-lhe as austeridades. Nem bem terminara o curso de teologia e já era nomeado reitor do colégio Santo Antônio de Lisboa.

São Francisco de Bórgia, eleito geral em 1565, confiou ao padre Inácio de Azevedo a missão de inspecionar o Brasil.

Doze anos antes, a 13 de junho de 1553, com o Segundo Governador-Geral, Dom Duarte da Costa, que vinha substituir Tomé de Sousa, aportava em Salvador da Bahia, o Padre Luís de Grã, ex-reitor do colégio de Coimbra, que chefiava seis jesuítas. Entre eles, o mais humilde e modesto era José de Anchieta, aquele Anchieta de Iperoig, do Poema à Virgem, que, numa das suas famosas cartas, diria desta terra de Santa Cruz: "Todo o Brasil é um jardim em frescura e bosques, e não se vê em todo o ano árvore nem erva seca".

José de Anchieta, Nóbrega, Diogo Jácome, Vicente Rodrigues, Brás Lourenço e outros, são nomes que desbravaram terras e almas indígenas, acendendo dentro da Pátria e dos corações o fogo ardente do cristianismo.

Inácio de Azevedo esteve três anos no Brasil. Nossa terra, já evangelizada, com membros da Companhia entre sete tribos do interior, possuía, na costa, escolas e seminários.

No relatório que fez aos superiores, o bem-aventurado pediu reforços. A nova terra era vasta e, pois, aquele punhado de irmãos necessitava de novos colaboradores.

Francisco de Bórgia aconselhou-lhe o recrutamento de religiosos pela Espanha e Portugal. Que reunisse o número que se fizesse necessário e, comandando-o, partisse novamente para as plagas brasileiras.

Depois de cinco meses de preparativos, Inácio de Azevedo, aos 5 de junho de 1570, com trinta e nove companheiros, partia na São Tiago, uma nau mercante, enquanto trinta outros religiosos seguiam num barco de guerra da esquadra comandada por Dom Luís de Vasconcelos, então governador do Brasil.

Oito dias depois, alcançavam a Madeira: Dom Luís decidiu ali permanecer até que ventos mais favoráveis soprassem, mas o capitão da São Tiago preferiu demandar as Canárias.

Falava-se, então, amiúde, dos perigosos, audaciosos corsários que infestavam o Atlântico, franceses. A São Tiago, perto da Grande Canária, antes de seguir para Las Palmas, onde faria escala, ancorou num pequenino porto, e, ali, Inácio foi aconselhado a deixar o barco.

Inspirado por Deus, talvez, o bem-aventurado jesuíta preferiu continuar a bordo. Deixando o pequenino ancoradouro, a nau alcançou o mar alto. Eis senão quando, um corsário francês surgiu ao longe. Comandava-o o huguenote Jacques Souries, que partira de La Rochelle justamente para capturar os jesuítas. E foi a abordagem, seguida de feia luta corpo a corpo.

Dominada a São Tiago pelos calvinistas, Souries concedeu a vida a todos os sobreviventes menos aos religiosos, aos quais degolaram a sangue frio, menos a um, o coadjutor temporal que servia na cozinha, que foi tomado como escravo.

Destarte, pereceram Inácio de Azevedo e trinta e nove companheiros que buscavam o Brasil daqueles primeiros tempos. Com Inácio, receberam a coroa do martírio Aleixo Delgado, Afonso de Baena, Álvaro Mendez, Amaro Vaz, André Gonzales, Antônio Correa, Antônio Fernandes, Antônio Soares, Benedito de Castro, Brás Ribeira, Domingos Fernandes, Manoel Alvarez, Manoel Fernandes, Manoel Pacheco, Manoel Rodrigues, Estêvão Zuraro, Fernando Sanches. Francisco Alvarez, Francisco de Magalhães, Gaspar Alvarez, Gonçalves Henriques, Gregório Scrivano, Tiago de Andrade, Tiago Perez, João Baeza, João Fernandes de Braga, João Fernandes de Lisboa, João de Maiorca, João de São João, João de São Martinho, João de Zafra, Luis Correa, Marcos Caldeira, Nicolau Dinio, Pedro Fontura, Pedro Munhoz ou Nunes, Simão Acosta, Simão Lopes e Francisco Godói, que era parente de Santa Teresa de Ávila.

Com exceção de nove, espanhóis, os demais eram portugueses. Em 1854, Pio IX confirmava-lhes o culto.

Referência:
ROHRBACHER, Padre. Vida dos santos: Volume XIII. São Paulo: Editora das Américas, 1959. Edição atualizada por Jannart Moutinho Ribeiro; sob a supervisão do Prof. A. Della Nina. Adaptações: Equipe Pocket Terço. Disponível em: obrascatolicas.com. Acesso em: 11 jul. 2021.