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Abstinência de carne

Antífona de entrada

Confiei, Senhor, na vossa misericórdia; meu coração exulta porque me salvais. Cantarei ao Senhor pelo bem que me fez. (Sl 12, 6)
Dómine, in tua misericórdia sperávi: exsultávit cor meum in salutári tuo: cantábo Dómino, qui bona tríbuit mihi. Ps. Úsquequo Dómine obliviscéris me in finem? Úsquequo avértis fáciem tuam a me? (Ps. 12, 6 et 1)
Vernáculo:
Confiei, Senhor, na vossa misericórdia; meu coração exulta porque me salvais. Cantarei ao Senhor pelo bem que me fez. (Cf. MR: Sl 12, 6) Sl. Até quando, ó Senhor, me esquecereis? Até quando escondereis a vossa face? (Cf. LH: Sl 12, 1)

Oração do dia

Concedei, ó Deus todo-poderoso, que, procurando conhecer sempre o que é reto, realizemos vossa vontade em nossas palavras e ações. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Primeira Leitura (Tg 5, 9-12)


Leitura da Carta de São Tiago


9Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para que não sejais julgados. Eis que o juiz está às portas. 10Irmãos, tomai por modelo de sofrimento e firmeza os profetas, que falaram em nome do Senhor. 11Reparai que consideramos como bem-aventurados os que perseveraram. Ouvistes falar da perseverança de Jó e conheceis o êxito que o Senhor lhe deu — pois o Senhor é rico em misericórdia e compassivo. 12Sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem por qualquer outra forma de juramento. Antes, que o vosso sim seja sim, e o vosso não, não. Então não estareis sujeitos a julgamento.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial (Sl 102)


℟. O Senhor é indulgente, é favorável.


— Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo nome! Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores! ℟.

— Pois ele te perdoa toda culpa, e cura toda a tua enfermidade; da sepultura ele salva a tua vida e te cerca de carinho e compaixão. ℟.

— O Senhor é indulgente, é favorável, é paciente, é bondoso e compassivo. Não fica sempre repetindo as suas queixas, nem guarda eternamente o seu rancor. ℟.

— Quanto os céus por sobre a terra se elevam, tanto é grande o seu amor aos que o temem; quanto dista o nascente do poente, tanto afasta para longe nossos crimes. ℟.


https://youtu.be/u1Y7MxBzDHM
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Vossa palavra é a verdade; santificai-nos na verdade! (Cf. Jo 17, 17ba) ℟.

Evangelho (Mc 10, 1-12)


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Marcos 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 1Jesus foi para o território da Judeia, do outro lado do rio Jordão. As multidões se reuniram de novo, em torno de Jesus. E ele, como de costume, as ensinava. 2Alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher.3Jesus perguntou: “O que Moisés vos ordenou?” 4Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la”. 5Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento. 6No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. 7Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. 8Assim, já não são dois, mas uma só carne. 9Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe!”

10Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto. 11Jesus respondeu: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. 12E se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro, cometerá adultério”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Inténde voci oratiónis meae, Rex meus, et Deus meus: quóniam ad te orábo, Dómine. (Ps. 5, 3. 4)


Vernáculo:
Ficai atento ao clamor da minha prece, ó meu Rei e meu Senhor! É a vós que eu dirijo a minha prece. (Cf. LH: Sl 5, 3. 4a)

Sobre as Oferendas

Ao celebrar com reverência vossos mistérios, nós vos suplicamos, ó Deus, que os dons oferecidos em vossa honra sejam úteis à nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão

Senhor, de coração vos darei graças, as vossas maravilhas narrarei! Em vós exultarei de alegria, cantarei ao vosso nome, Deus altíssimo! (Sl 9, 2-3)

Ou:


Senhor, eu creio: tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo, que vieste a este mundo. (Jo 11, 27)
Narrábo ómnia mirabília tua: laetábor, et exsultábo in te: psallam nómini tuo, Altíssime. (Ps. 9, 2. 3; ℣. Ps. 9, 8. 9. 10. 11. 12. 13)
Vernáculo:
Senhor, de coração vos darei graças, as vossas maravilhas cantarei! Em vós exultarei de alegria, cantarei ao vosso nome, Deus Altíssimo! (Cf. MR: Sl 9, 2-3)

Depois da Comunhão

Ó Deus todo-poderoso, concedei-nos alcançar a salvação eterna, cujo penhor recebemos neste sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 25/02/2022
O mistério do matrimônio

O matrimônio é um dom preciosíssimo com que Deus quis enriquecer o gênero humano desde as origens.

A indissolubilidade matrimonial, proclamada por Cristo no Evangelho de hoje e sempre defendida com coragem pela Igreja Católica, é uma das notas características e essenciais do casamento. Ao criar Adão e Eva, com efeito, Deus os fez um para o outro, e não para que um tirasse proveito do outro; quis, portanto, que houvesse entre eles um vínculo de amor e comunhão que se assemelhasse, em nível propriamente humano, àquele elo estreitíssimo de caridade que une, na unidade de uma só substância, as três Pessoas da Santíssima Trindade. No entanto, como o ser humano, instigado pela serpente infernal, desobedecesse a Deus, o relacionamento entre o homem e a mulher, agora desordenado pelo pecado, passou a ser marcado pelo egoísmo, como indicam as mútuas acusações com que Adão e Eva tentam eximir-se da culpa cometida. Por isso, a fim de restituir o matrimônio à sua dignidade original, Deus foi catequizando aos poucos o seu povo eleito para que, sob a Nova Aliança, tivéssemos por meio de Cristo Crucificado a graça de viver o casamento como os nossos primeiros pais o viveram antes da Queda. Rezando hoje por todos os casais, peçamos ao Pai que, confiantes no auxílio da graça sacramental, possam os esposos amar suas mulheres como Cristo amou a Igreja e as mulheres, submeter-se a seus maridos como a Igreja mantém-se indefectivelmente obediente e fiel Àquele que por ela entregou a própria vida.

Deus abençoe você!

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Homilia Diária | De “saco de gatos” a sacramento de amor (Sexta-feira da 7.ª Semana do Tempo Comum)

Que o mundo de hoje se incomode e revolte contra o ensinamento perene da Igreja a respeito do matrimônio, não nos deveria causar muita surpresa. De fato, já nos tempos de Cristo muitos judeus se escandalizaram de que o Senhor se opusesse à prática do divórcio e ensinasse com toda clareza que quem se divorcia e casa com outro, comete adultério.Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta sexta-feira, dia 25 de fevereiro, e peçamos à Virgem Santíssima, Rainha das famílias, que ampare todos os matrimônios cristãos, dando-lhes a graça de imitar as virtudes e a fidelidade do santo casal de Nazaré.


https://youtu.be/QZMkupe1PXQ

Santo do dia 25/02/2022


Santa Valburga (Memória Facultativa)
Local: Heindenheim, Alemanha
Data: 25 de Fevereiro † 779


Valburga, de origem inglesa, era filha de são Ricardo, rei dos saxões do Oeste. Nasceu por volta de 710 e tinha apenas onze anos quando seu pai e seus dois irmãos Vunibaldo e Vilibaldo partiram em peregrinação para os Lugares Santos. Foi confiada, juntamente com sua mãe, à abadessa de Wimburn. Em 722 faleceu seu pai, no caminho de volta.

Recebeu educação austera em Wimburn. Escreveu a vida de seu irmão são Vilibaldo e compôs em latim uma narrativa das viagens de são Vilibaldo pela Palestina. Em 748, a pedido de são Bonifácio, sua abadessa, Tetta, enviou-a à Alemanha com mais algumas religiosas para fundar mosteiros e escolas em meio a populações recém-convertidas. Na viagem, uma grande tempestade foi aplacada pelas preces de Valburga. Foi, com santa alegria, que Bonifácio acolheu as religiosas.

Vilibaldo construíra uma abadia de monges em Heidenheim, na diocese de Eichstadt. Valburga, depois de passar algum tempo em Bischofsheim, sob a abadessa Lioba, foi ao encontro de seu irmão, que projetava uma abadia feminina em Heidenheim. Valburga tornou-se abadessa dessa nova fundação; parece que, após a morte de Vilibaldo, ela governou monjas e monges.

Transpareceu a santidade de sua vida nos exemplos de mortificação que deu, bem como no seu amor ao silêncio e na sua devoção. Era animada por verdadeiro zelo pelo serviço de Deus. Teve muita prudência e doçura no governo de sua comunidade, e, por ela, Deus operou muitos milagres.

Dois milagres ficaram famosos em sua vida: um, o da luz sobrenatural que envolveu a sua cela e iluminou o dormitório das Irmãs. Luz que ela atribuiu aos méritos de são Vilibaldo, seu irmão; o outro, o da cura da filha de um barão, junto à qual ela permaneceu em oração, obtendo no final da noite a perfeita cura da jovem.

Em 776, Santa Valburga assistiu à trasladação do corpo de seu irmão Vunibaldo, presidida por seu outro irmão, Vilibaldo, então bispo de Eichstadt. Pouco tempo depois, caiu doente e veio a falecer, assistida em seus últimos momentos por seu irmão Vilibaldo.

O corpo de Valburga, sepultado em seu mosteiro de Heidenheim, permaneceu aí perto de oitenta anos, até a trasladação para Eichstadt. Esta se realizou sob a determinação do bispo Otkar, sendo qualificada de canonização, e provocou a multiplicação de festas em honra da Santa.

O corpo da Santa foi encontrado incorrupto e coberto por maravilhoso fluido qual puríssimo óleo. O mesmo se notou quando, em 893, o sucessor de Otkar colocou as relíquias sob o altar-mor da igreja que dedicou à Santa. O óleo continuou, em certos tempos, a correr do seu túmulo gota por gota em uma concha de prata preparada para recebê-lo. O óleo posto em garrafinhas é mandado para o mundo inteiro e opera inumeráveis milagres, mesmo em nossos dias.

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santa Valburga, rogai por nós!